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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

07/05/2015 10:42

Sem-terra bloqueiam BR-267 por reforma agrária e fila chega a 5 km

Caroline Maldonado
Bloqueio começou as 6h de hoje, próximo as fazendas Córrego Fundo e Furnas, em Nova Andradina (Foto: Almir Portela/Nova News)Bloqueio começou as 6h de hoje, próximo as fazendas Córrego Fundo e Furnas, em Nova Andradina (Foto: Almir Portela/Nova News)

Iniciada as 6h de hoje (7), a manifestação do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) gera congestionamento de 5 quilômetros na BR-267, próximo as fazendas Córrego Fundo e Furnas, em Nova Andradina, 300 quilômetros de Campo Grande. Segundo a PRF (Polícia Rodoviária Federal), entre adultos e crianças, há 100 manifestantes, que participam do bloqueio no Km 136.

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Eles reivindicam a retomada da reforma agrária e exigem a presença de um representante federal para continuar o processo, parado há quatro anos. O movimento é pacífico e permite a passagem de veículos de emergência e com cargas perecíveis, mas não tem previsão para encerramento, conforme a PRF.

O ato faz parte de uma série de ações que começou na sexta-feira (1), quando um grupo de 700 pessoas saiu em marcha de Anhanduí e chegou nesta quarta-feira (5) em Campo Grande. Ontem (6), cerca de 400 integrantes de movimentos sindicais rurais ocuparam a sede do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em Campo Grande.

A "Marcha da Classe Trabalhadora" quer chamar a atenção contra a PEC 215, que pretende transferir do Governo Federal para o Congresso Nacional a responsabilidade pela demarcação de territórios indígenas e áreas quilombolas. A marcha também é contra o PL 4330, que é o projeto de lei da terceirização, e contra a redução da maioridade penal.

Na semana passada, o advogado Celso Cestari, 65 anos, pediu demissão do cargo de superintendente regional do Incra, alegando “outros problemas pessoais”, além do fato de não ter recursos para tirar novos assentamentos do papel. Na prática, a saída dá o pontapé a mudança no segundo escalão da administração de Dilma Rousseff (PT) em Mato Grosso do Sul.




Engraçado quando classes trabalhadores como por exemplos os motoristas de caminhões fazem greve para o poder publico atender a um pedido deles são multados e coisa e tal e esses agiotas de terras não acontecem nada. ta na hora da população ficar de olho nisso sem terras somos nos que trabalhamos esses ai com certeza ja pegaram terras e venderem a ja estão de olho em outras terras.
 
mane em 07/05/2015 16:02:25
Cade o MP pra aplicar multa se não liberar a estrada?
 
Max em 07/05/2015 12:29:38
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