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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

14/06/2013 11:37

Senadora quer imediata reintegração e acusa Funai de “perder” o limite

Leonardo Rocha e Aliny Mary Dias, de Nova Alvorada do Sul
Mobilização dos produtores busca uma solução do Governo Federal em relação aos conflitos agrários (Foto: Marcos Erminio)Mobilização dos produtores busca uma solução do Governo Federal em relação aos conflitos agrários (Foto: Marcos Erminio)

A senadora Kátia Abreu (PSD-TO), presidente da bancada ruralista em Brasília, discursou durante protesto em Nova Alvorada do Sul, que as fazendas que foram invadidas devem ser reintegradas imediatamente, para que o Brasil demonstre ao resto do mundo, que o país respeita a justiça e cumpre a lei estabelecida.

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A senadora foi até o protesto feito pelos produtores, demonstrar seu apoio e defesa neste conflito agrário. “Nós queremos nosso direito assegurado, temos condições de aumentar a produção, mas para isto é preciso ter segurança jurídica e política”, ressaltou. Segundo ela, tanto a Funai (Fundação Nacional do Índio) como o CIMI (Conselho Indigenista Missionário) incentivam as invasões, “instigando” os índios a ocupar áreas produtivas.

“A Funai perdeu o limite, deixou de ser uma instituição republicana para se tornar uma militante, inclusive apoiando ataques a fazendeiros”, acusou Kátia Abreu. O presidente da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de MS), Eduardo Riedel destacou que este protesto, demonstra que os produtores estão “pedindo socorro” e que a situação chegou ao limite. “Não tem como o governo federal fechar os olhos”, destacou.

Riedel destacou que existem mais de 66 fazendas invadidas no Estado e que o prejuízo aos produtores é incalculável. “Esperamos que agora o governo federal tome providências e apresente uma solução, seja a reintegração de posse ou desapropriação das terras”, ressaltou ele.

Evento - Produtores rurais do Paraná, Maranhão e Rio Grande do Sul estão neste momento na manifestação ruralista em Nova Alvorada do Sul, 120 km de Campo Grande, juntamente com fazendeiros sul-mato-grossenses. Estima-se que 4 mil pessoas estarão no entroncamento das BRs 163 e 267 até o início da tarde de hoje para engrossar o manifesto que pede paz no campo, fazendo referência ao impasse entre índios e produtores devido a demarcação de terras indígenas.

Resolução Financeira – Na avaliação do presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), Francisco Maia, o investimento feito no estádio Mané Garrincha, construído para receber os jogos da Copa do Mundo 2014 em Brasília, avaliado em R$ 1,2 bilhão, seria mais que suficiente para pagar terras indígenas demarcadas, incluindo todas as benfeitorias, e sanar o conflito entre índios e fazendeiros em Mato Grosso do Sul.




Muito bem colocada suas palavras Susi da Costa. Realmente, os negros foram mais explorados, judiados.. mas com uma força incrível que os mesmos detêm, conseguiram dar a volta por cima, sem essa de pobres coitados.
Também gostei do discurso da senadora, foi pontual nas palavras.
Ando saturada dessa baderna de MST, índio e outros benificiados pelos auxílios : preguiça, reclusão, comodismo,etc.
Hoje os tempos são outros, todos temos que trabalhar. Inclusive, índios que só são índios na hora de reivindicar algo, fora isso gosta de celular, roupinha moderna, carro, moto, alimentos industrializados...me poupe.
 
Neyde de Oliveira em 15/06/2013 14:11:12
Caro Samuel Terena , Talvez poucos políticos estejam do vosso lado, porque eles não concordem com o terrorismo, depredação de patrimônio,invasões, e todo o tipo de crimes que são praticados sob a desculpa , de índio coitadinho e injustiçado.
Só que, quando é para trabalhar, alimentar o país e pagar impostos, somos nós "brancos", a maioria com tantas miscigenações que nem sabemos citar,que ficamos com a conta.
Será que 12,5% de todo território brasileiro que já é reserva , não é o suficiente para vocês índios?
Francamente acho que é.
 
PAULO H D S SOARES em 14/06/2013 17:02:24
PARABÉNS AOS AFRO-DESCENDENTES que apesar de retirados de sua terra, maltratados, explorados além dos limites e "LIBERTOS" foram jogados à própria sorte sem casa, sem roupas, sem alimento, SEM NADA e hoje estão aí, participando, produzindo sem exigir o que não lhes pertence.
 
Suzi da Costa em 14/06/2013 16:15:15
Qual a sua tribo Everaldo Souza?
 
José Espindola em 14/06/2013 15:38:23
Parabens senadora,katia abreu adorei seu discurso na tv senado em defesa dos que efetivamente produz para este Brasil, e mostrou tambem e faço minhas as suas palavras contra o senador roberto riquiao.
 
cecilio idalgo em 14/06/2013 14:42:08
Realmente concordo, mas quem olhou pelos direitos indígenas quando suas terras foram simplesmente cedidas pelo governo a fazendeiros que apenas os expulsaram e ocuparam a terra?
 
Everaldo Souza em 14/06/2013 12:33:53
A senadora, legitima representante dos latifundiários só poderia mesmo ter essa posição, defesa da classe. Afinal, de onde será que vem o financiamento para campanhas caras desses eleitos? Enquanto isso indígenas, legalistas que são, só contam com o apoio e cobertura da lei. Aqui no MS, NENHUM ,nenhum politico está ao lado da causa indígena com exceção de um ou dois deputados estaduais.
 
samuel gomes TERENA-campo grande em 14/06/2013 12:03:31
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