A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016

04/04/2011 16:00

Servidores do Incra são denunciados por forjarem certidões de lotes

Nadyenka Castro

Eles cobravam R$ 3 mil

O MPF (Ministério Público Federal) denunciou quatro servidores do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), em Dourados, que forjavam certidões de lotes de assentamentos.

De acordo com o MPF, eles cobravam R$ 3 mil para emitir documentos legais de lotes que tinham sido vendidos ilegalmente por assentados.

Eles foram denunciados pelos crimes de corrupção passiva, fraude processual e falsidade ideológica.

Conforme o MPF, a denúncia é resultado de investigações da PF (Polícia Federal) sobre possíveis alienações de lotes pelos assentados.

No decorrer das investigações, a PF descobriu que havia o pagamento de propina a funcionários públicos para a emissão de declarações falsas.

Proprietários de um terreno, receosos com a possibilidade da descoberta da alienação de suas terras, e consequente perda da área, tentaram comprar atestados de regularidade dos lotes.

Sem saber que já estavam sendo investigados, eles pediram ao líder do assentamento que intermediasse junto aos servidores do Incra em Dourados a confecção de uma certidão ideologicamente falsa.

A certidão foi produzida e apresentada pelos assentados em depoimento à polícia. Comprovou-se que os servidores do Incra cobraram propina de R$ 3 mil para a confecção e entrega da declaração.

Vendas de lotes- O MPF denunciou só no assentamento Estrela do Sul, 20 trabalhadores rurais por compra e venda de terras. Lotes chegaram a ser comercializados por R$ 35 mil.

Segundo a legislação brasileira, é proibida a venda de terras pelos assentados. Além disso, a invasão de terras públicas, com o intuito de ocupação, é crime, com pena de seis meses a um ano de detenção.

Comércio de Ponta Porã funcionará em horário especial neste fim de ano
O comércio de Ponta Porã - cidade localizada a 323 km de Campo Grande - irá funcionar em horário especial neste fim de ano. Os horários e dias foram ...
MPF entra com ação para garantir pesca e extração à comunidade ribeirinha
Foi ajuizada ação civil pública pelo MPF (Ministério Público Federal) para garantir o direito a pesca de subsistência e extrativismo sustentável da c...



Este tipo de fiscalização tem que ser feita em todos os assentamentos do MS, pois todos eles tem algum tipo de irregularidade. Desde a entrega de material para a construção das casa ate a distribuição de verbas.
 
BENEDITO N. R. NETO em 05/04/2011 10:57:37
verifiquem isso nos oito assentamento de Itaquirai... Nossa ! Se retomarem vai dar para assentar mais de 1500 familias...
 
Jose da Silva em 05/04/2011 08:13:04
Nosso páís é uma máquina de safadezas.
 
José M. Toledo em 05/04/2011 04:03:44
Pra acabar com isso e so criarem vergonha.E fazer esse ladrões devolverem uma indenização aos cofres publico.E serem demitidos abem do serviço publico.
 
ana bergamo em 04/04/2011 08:00:43
Para acabar com essas vendas de lotes, o incra deveria adotar as seguintes medias, os lotes seria de regime comodatos, no periodo de 10 anos apos passaria documentação definitiva, assim acabaria com especulação de vendas.
 
Alberto Pontes Filho em 04/04/2011 04:57:11
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions