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Campo Grande, Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2016

27/11/2013 09:42

Servidores federais fazem em Dourados manifestação por adicional de fronteira

Viviane Oliveira
A manifestação começou hoje por volta das 8h. (Foto: divulgação)A manifestação começou hoje por volta das 8h. (Foto: divulgação)

Para que seja pago adicional de fronteira, cerca de 40 servidores da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e da Receita Federal, protestam na manhã desta quarta-feira (27) na BR-163, no quilômetro 267, em Dourados, a 233 quilômetros de Campo Grande.

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De acordo com um representante do SINPRF (Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais), Paulo Molina, hoje o servidor não recebe nenhum incentivo por trabalhar em região de fronteira, o que acaba fazendo o policial pedir remoção para a cidade de origem ou para os grandes centros.

Segundo Paulo, o governo federal gasta muito treinando um servidor para combater crime específico da fronteira, como por exemplo, tráfico de drogas, de armas e munições, no entanto, o funcionário não permanece.

“O salário é o mesmo de outras cidades, com o incentivo a intenção é que o servidor tenha uma vantagem para se estabelecer aqui”, diz, acrescentando que nem sempre um policial é posto no lugar daquele que foi transferido.

Uma das principais ações estruturantes que aguarda a regulamentação é chamada indenização de fronteira, prevista no plano estratégico, a indenização foi criada pela lei nº 12.855 em setembro deste ano, porém não foi regulamentada. Conforme Paulo, o valor de incentivo seria de R$ 91 por 8h trabalhada. “A intenção é fazer que o servidor que foi treinado permaneça na região de fronteira”, destaca.

Segundo ele, hoje são 59 postos da PRF, 18 unidades da Polícia Federal e 31 da Receita Federal para fiscalizar 16.800 quilômetros na faixa de fronteira. “Esse número não é suficiente”, afirma. Os servidores intensificaram as ações e como forma de protesto estão entregando folhetos com informações sobre a nova lei para a população. O protesto começou às 8h e vai até o meio dia. 




Do mesmo modo que entra armas e drogas, e saem bandidos (Pizzolato) pelas fronteiras terrestres, podem entrar terroristas e artefatos para bombas. As fronteiras estão abandonadas e o Governo Federal promete há dois anos esse adicional que já é pago ao Exercito, ao MPF, e outros órgãos há vários anos. Essa enrolação só gera desmotivação dos poucos policiais que atuam nessa região. Some-se a isso a crise interna vivida pela Policia Federal. Meta do Governo Federal parece ser acabar com os poucos órgãos que combatem a corrupção e o narcotráfico. Na Copa teremos representantes de países que são por natureza alvos de terrorismo, tais como EUA. E infelizmente, o Governo só tem o descaso e o sucateamento para falar de segurança publica.
 
Jose Roberto em 28/11/2013 17:44:30
O governo se "esquece" de investir na fiscalização de fronteira, investe em COPA do Mundo e depois tenta apagar o fogo causado pelas drogas e armas que chegam nos grandes centros.
é prá acabá...
 
Luiz Vieira em 28/11/2013 10:34:47
Dinheiro para os PACS da vida ( pura propaganda enganosa), para as ONGS, para construção de estádios suntuosos sobra, mas para dar uma esmola ( porque R$ 91,00 por 08 horas de trabalho, como adicional(?) é esmola...) não existe.
Enquanto isso, nós os contribuintes não temos segurança nenhuma, quer nos grandes centros ou nas fronteiras.
Que o governo federal deixe de ser hipócrita, populista, demagogo e pague um vencimento justo a esses abnegados brasileiros da PF,PRF e RF que vivem nesses rincões brasileiros abandonados à própria sorte!
 
arnobio luiz em 27/11/2013 18:41:47
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