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Campo Grande, Domingo, 11 de Dezembro de 2016

31/10/2014 12:48

Sindicato da indústria de celulose vai à justiça contra International Paper

Caroline Maldonado
Sindicalistas e Paper se reuniram ontem com representantes do MTE (Foto: Divulgação/Sititrel)Sindicalistas e Paper se reuniram ontem com representantes do MTE (Foto: Divulgação/Sititrel)

O sindicato que representa os empregados das indústrias de papel e celulose em Três Lagoas, a 338 quilômetros de Campo Grande, entrará com pedido de dissídio coletivo contra a empresa International Paper que tem unidades no município. A decisão foi tomada após mesa redonda intermediada pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), já que as empresas negam reajuste salarial de 8,33% e oferecem apenas 7%.

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De acordo com o Sititrel (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Papel e Celulose de Três Lagoas), ontem a entidade entrou com pedido de dissídio coletivo nas negociações da Fibria e Eldorado Brasil. Hoje (31) foi o último dia para a International Paper e o sindicato chegarem a um acordo, conforme o Sititrel.

A reunião realizada na Sala de Convenções do Hotel Mediterrâneo durou aproximadamente duas horas e foi o último estágio antes da decisão judicial. “A mesa redonda é a última negociação entre os interessados, como não houve acordo, o sindicato irá solicitar o dissídio coletivo”, disse o presidente do Sititrel, Almir Morgão.

O presidente falou da insatisfação dos trabalhadores com a proposta oferecida pela empresa. “Não podemos aceitar passivamente um reajuste real de 0,67%, isso é uma afronta aos funcionários que se dedicam diariamente a indústria. Eles merecem um reconhecimento maior”, reclamou. Almir disse ainda que os trabalhadores podem ficar tranquilos, porque “o sindicato não medirá esforços para garantir um reajuste salarial adequado à categoria”.

Reivindicação – A negociação entre o sindicato e as empresas se estende há três meses. Os sindicalistas e funcionários já fizeram manifestações em frente as unidades no mês passado. Os funcionários das três empresas votaram contra o reajuste oferecido pelas empresas, que é de 7%.




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