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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

02/06/2012 08:10

Todos os presos na operação da PF em Corumbá já estão em liberdade

Aline dos Santos

Ação investiga fraudes milionárias em licitações

Operação fechou prefeitura de Corumbá na última quinta-feira. (Foto: Anderson Gallo/Diário Online)Operação fechou prefeitura de Corumbá na última quinta-feira. (Foto: Anderson Gallo/Diário Online)

Todos os presos na operação Decoada, realizada na última quinta-feira em Corumbá, já estão em liberdade. Ontem, a Justiça Federal revogou a prisão do secretário de Finanças e Administração, Daniel Martins Costa; do ex-diretor-presidente da Fundação de Cultura e Turismo do Pantanal, Rodolfo Assef Vieira; e do assessor especial do gabinete da prefeitura de Corumbá, Carlos Porto.

A prisão temporária era por 5 dias e venceria na segunda-feira. A servidora Camila Campos Carvalho Faro também foi presa, mas acabou sendo libertada ainda na quinta-feira.

De acordo com o Diário Online, apesar da liberdade, Porto e Daniel permanecem afastados das funções. Em escutas feitas pela polícia, há indícios de fraudes na Saúde e superfaturamento de shows do Carnaval 2012.

Na operação Decoada, a PF cumpriu mandados de buscas e apreensão na prefeitura, que ficou fechada, e no hospital de Corumbá, além da prefeitura de Ladário.

Ao todo, foram quatro mandados de prisão, 36 mandados de busca e apreensão e 28 de condução coercitiva. As investigações, que duraram mais de um ano, foram realizadas em conjunto pela Polícia Federal, MPF (Ministério Público Federal), CGU e MPE (Ministério Público Estadual).

A força-tarefa apontou a ocorrência de fraudes e direcionamentos em licitações, corrupção, desvio de recursos públicos e pagamentos de propina, com o envolvimento de servidores públicos municipais e empresários.

A operação foi batizada de Decoada em analogia ao fenômeno natural em que vegetação local entra em decomposição na seca, reduzindo o oxigênio da água. Como a corrupção, que asfixia a população.

Participam dos trabalhos cerca de 100 policiais federais, 16 servidores da CGU e quatro policiais da Força Nacional de Segurança Pública. Ontem, em entrevista coletiva, o prefeito Ruiter Cunha (PT), negou irregularidades.




Isso leva a crer que a incompetencia dos promotores e policiais federais,é muito grande,ou exageraram nos pedidos de prisões...Na real lugar de politico é na cadeia...
 
Arivaldo Paiva em 02/06/2012 12:43:25
Esta notícia é realmente uma grande surpresa, no Brasil os corruptos estão livres? Não pode ser, deve haver algo de errado....Deve ser na Suíça ou Noruega ou outro paisinho sem lei qualquer....
 
Luis Augusto em 02/06/2012 08:55:43
novidade!!!
isso é uma vergonha pra nós brasileiro,
um país tão rico,mas cheio de ladões.
falta justiça...
 
gileno pinheiro da silva em 02/06/2012 05:20:36
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