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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

21/11/2014 14:32

Volta a chover após uma semana, mas acumulado no mês ainda é baixo

Helio de Freitas, de Dourados
Chuva mais forte ocorreu no perímetro urbano de Durados, mas não houve registro de incidentes (Foto: Eliel Oliveira)Chuva mais forte ocorreu no perímetro urbano de Durados, mas não houve registro de incidentes (Foto: Eliel Oliveira)

Na tarde desta sexta-feira voltou a chover em Dourados, a 233 km de Campo Grande, após uma semana de estiagem e altas temperaturas. A chuva durou pouco mais de dez minutos, mas foi suficiente para alagar algumas ruas da área central e da parte sul da cidade. Entretanto, não houve registro de incidentes.

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Apesar do grande volume da precipitação no perímetro urbano, na área rural não tinha chovido até às 14h30. Na saída para Caarapó, onde fica a estação meteorológica da Embrapa Agropecuária Oeste, tinha chovido apenas 1,2 milímetros até esse horário. A chuva derrubou a temperatura de 32,9 graus registrada de manhã para 24.4ºC, verificada às 14h15.

O agrometeorologista da Embrapa, Ricardo Fietz, informou que os principais institutos de meteorologia são unânimes ao informar que o fim de semana será chuvoso em Dourados e cidades da região.

Mesmo com a chuva de hoje, o acumulado do mês ainda está abaixo da média histórica de novembro. Do dia 1º até ontem tinha chovido em Dourados 74,6 milímetros, quando a média normalmente chega a 156,6mm.

Ricardo Fietz informou que a umidade do solo, importante para o plantio da safra de soja e para o desenvolvimento da planta, está em condições razoáveis, a 60%. “Ainda assim essa umidade é baixa. Tem chovido regularmente, mas o calor e a forte radiação solar ajudam a reduzir a umidade do solo. Para ser considerada ideal, precisa chegar aos 75%. Esse número pode ser alcançado com as chuvas previstas para o fim de semana”, informou o especialista ao Campo Grande News.

No início de outubro a cidade de Dourados, assim como boa parte de Mato Grosso do Sul, registrou as maiores temperaturas das últimas três décadas, com calorão de até 42 graus e duas semanas de seca.




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