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Campo Grande, Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2016

07/11/2016 19:33

União prevê retomar 44 obras em 25 cidades de MS, sendo 16 na Capital

Waldemar Gonçalves
Obra de creche parada em Campo Grande; plano do governo Temer prevê retomada de 13 projetos (Foto: Arquivo / Marina Pacheco)Obra de creche parada em Campo Grande; plano do governo Temer prevê retomada de 13 projetos (Foto: Arquivo / Marina Pacheco)

Mato Grosso do Sul tem 44 obras, em 25 municípios, a um custo total de R$ 101,1 milhões, na relação de 1.110 projetos parados que o Governo Federal anunciou que retomará dentro dos próximos quatro meses em todo o Brasil. O anúncio da retomada foi feito nesta segunda-feira (7) pelo presidente Michel Temer (PMDB).

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Conforme lista do Ministério do Planejamento (clique aqui para ver) divulgada pela Agência Brasil, em Campo Grande está o maior número de obras paradas a serem retomadas. São 16 no total, sendo 14 creches, que somam um custo previsto de R$ 25,9 milhões.

A segunda cidade sul-mato-grossense com mais obras a serem retomadas é Dourados, a 233 km da Capital. Constam na relação duas creches, além da segunda etapa do projeto de urbanização da região do Córrego Água Boa, este com custo estimado de R$ 7,9 milhões.

Também constam na lista praças, quadras esportivas, obras de saneamento básico ou abastecimento de água. Em Três Lagoas, 338 km distante da Capital, por exemplo, deverá ser retomada uma construção de posto de saúde, onde o índice de conclusão está acima de 50% e restam aplicar R$ 500 mil.

Em Iguatemi, no extremo sul, a 466 km de Campo Grande, a lista relaciona obras do Ministério das Cidades em área de várzea e lixão, com custo de R$ 1,6 milhão. Em Coxim, 260 km ao norte da Capital, deve ser retomada obra de urbanização da Lagoa Nova Coxim e Piracema I, orçadas em R$ 2,4 milhões.

O maior custo unitário de uma obra a ser retomada, em Mato Grosso do Sul, está em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai, a 320 km da Capital. Lá, conforme a lista do Governo Federal, devem ser gastos R$ 9,3 milhões em obras de abastecimento de água.

Em seguida, aparece projeto de R$ 8,1 milhões em Corumbá, na região pantaneira, 420 km a oeste de Campo Grande. O custo é para o projeto de urbanização dos bairros Cristo Redentor e Guatós, sob competência do Ministério das Cidades.

Temer durante reunião com ministros em que retomada de obras foi discutida (Foto: Beto Barata / Presidência da República)Temer durante reunião com ministros em que retomada de obras foi discutida (Foto: Beto Barata / Presidência da República)

Custo razoável – Segundo Temer, o custo total do plano de retomadas envolve uma “importância razoável” na casa dos R$ 2 bilhões. A relação de projetos, todos previstos no PAC 2 (Programa de Aceleração do Cresimento), foi obtida após discussão com os ministros, levando-se em conta empreendimentos considerados prioritários e com gastos entre R$ 500 mil e R$ 10 milhões cada.

"Esta tese de prosseguir nas obras que estão paralisadas tem em vista o que o governo quer. Gerar empregos. Estas obras terão como critério a transparência e inaugura o Governo Digital por meio do aplicativo Desenvolve Brasil, que será pioneiro na governança digital. Qualquer cidadão poderá acompanhar as ações e fazer sugestões", afirmou Temer.

Lista – Abaixo a relação dos municípios e o número de obras em cada um deles. Detalhes também podem ser conferidos na lista completa divulgada pelo Ministério do Planejamento – clique aqui.

Campo Grande – 16 obras
Dourados – 3
Ponta Porã – 2
Juti – 2

(todos abaixo, com um projeto cada)
Anastácio
Aquidauana
Bela Vista
Cassilândia
Coronel Sapucaia
Corumbá
Coxim
Douradina
Figueirão
Iguatemi
Ivinhema
Japorã
Ladário
Nioaque
Pedro Gomes
Rochedo
Santa Rita do Pardo
Sete Quedas
Sidrolândia
Tacuru
Três Lagoas




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