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    com Reinaldo Rosa


08/01/2014 08:59

O ritmo das notícias radiofônicas

Reinaldo Rosa

FRIO COMO GELO - Os últimos troca-trocas promovidos pela direção da FM UCDB mostram que, ao que tudo indica, chegou ao ponto canônico desejado. Depois do UCDB Notícias e Jornal da UCDB, o atual noticioso da emissora tornou-se exemplo de como não se deve fazer um informativo radiofônico. Falta vibração.

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LONGEVIDADE - Com editoria que contempla as expectativas de amenidade clerical da diretoria, o formato do atual noticioso da UCDB tem caminho longo em sua grade. Sem culpar os jornalistas pelo formato imposto, a atração dificilmente obterá melhores índices de audiência e nem será alvo de discussões por parte de ouvintes. Se bem que o gerente da emissora 'não está nem aí' para tais fatos.

ALVURA - Atendendo a ordens superiores os apresentadores do noticioso da emissora -que deveria ser educativa- tornam-se leitores em voz alta de notícias impressas nos jornais diários e sites da capital. Nada além. Fazem-no de forma monocórdia e, com tempo disponível, longas matérias são transmitidas em seus mínimos detalhes, bem ao contrário do que exige o resumo e vibração do rádio. Conteúdo de chapa branquíssima.

GIRA E VOLTA AO INÍCIO - O Giro da Notícia, na manhã desta terça-feira, pela Cultura AM marcou ponto importante. Arthur Mário e Santa Rosa fizeram ouvintes colar no dial com a entrevista do vereador Jamal, do PR que, sem mais delongas não esconde seu amor 'desde guri' pelo atual prefeito. Além de "aprovar aquilo que for bom para Campo Grande", lógico.

FILHO DA MATÉRIA - Se falta vibração no noticioso da universidade católica, o mesmo não se pode dizer do Tribuna Livre, da Capital FM. No atual formato fim de feira (ou de férias), Elson Pinheiro vale-se da tarimba de locutor esportivo e dá show de apresentação. Consegue levar o programa sozinho com a carga de emoção desejada para o horário.

TRÍPLA ESCOLHA - Três cinemas do centro da capital estão fechados e à venda. Por exclusão de lascívia e localização, apenas um atende a desejos canônicos evangelicais para futuras transações imobiliárias. Demora, mas sacolinhas serão passadas em novo enderteço.

VC NA COLUNA - "Quero agradecer os elogios tecidos à Rede MS e ao programa Vivendo a Vida em sua coluna. Aproveito para dizer também que, Ulisses Serra Neto, diretor da referida rede, vem trabalhando um projeto de crescimento que, ao longo do tempo, irá sim contar com mais profissionais para ampliar a abrangência de atuação da TV MS Record em Corumbá e em todo o território sul-mato-grossense. Aproveito a oportunidade para parabenizá-lo pelo trabalho que demonstra que a liberdade de imprensa neste país não pode ser podada e, por isso, colunas como a sua são importantes para trazer à tona as notícias reais da forma que elas são. Um forte abraço". André Navarro

VC NA COLUNA II - "Prezado jornalista, peço permissão para fazer um pequeno comentário! Se nossos ídolos não são mais os mesmos, nossos jornalistas, infelizmente, também não! A reportagem contém erro primário que, quero acreditar, seja derivado do vício de não revisar o que se escreve! Ao contrário do que coloca a manchete, a Sra Maite Proença não recebe Bolsa Família, programa social do governo Federal, e sim, verba previdenciária por ser beneficiária instituída de seu genitor! Se o que ela recebe é imoral, creio que não temos dúvidas, mas, infelizmente, é legal! Que se corrija a lei então! Como falei, meu comentário tem por finalidade somente chamar a atenção para o título da matéria, que pode conduzir seus leitores a interpretações erradas sobre o seu conteúdo! Respeitosamente, Abraços"! Paulo Porto

R DO R - Pelas colocações formais, percebo a satisfação de um neo leitor à coluna. Quem leu a comentada nota percebeu aspas no texto original da matéria da revista Época. Colocar 'verba previdenciária' na mesma vala de uma Bolsa Família é questão de estilo na forma defazer este espaço e pessoas sabem que não tenho pretensões de conduzi-las a nada além da leveza na informação. Sê bem-vindo Srº Paulo Porto; satisfazem-me comentários como o vosso. Seja bem-vindo também Carlos Magno que parabenizou o 'brilhante comentário' de autoria do 'seu' Paulo.

NÃO FAÇA O QUE EU FAÇO - O Bom Dia Brasil, da rede Globo, repercutiu o tabelamento do 'aguenta mais um pouco', projeto da Câmara de Campo Grande. Da iluminada iniciativa deduz-se que não seja este o tratamento recebido por suas excelências através do plano de saúde da Casa legislativa da capital.

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Com relação aos três cinemas da região central de Campo Grande, parece-me que um (antigo Cine Campo Grande) já foi vendido, e felizmente, não foi comprado por uma igreja, mas sim, pelo Sesc, que pretende transformá-lo em Cine Sesc - famoso por fazer parte do circuito alternativo - que oxalá, há de trazer mais cultura à nossa cidade! Oremos...

 
Mériele Oliveira em 09/01/2014 12:40:05
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