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    com Reinaldo Rosa


13/11/2013 09:39

Rádio é causa de brigas entre vereadores

Reinaldo Rosa

A ERA DO RÁDIO - "A primeira rádio instalada em Campo Grande passou a operar em 1939, mas 15 anos antes, em 1924, diversos moradores da cidade já escutavam programas de rádio por meio de um aparelho que veio dos Estados Unidos". Esta é a parte inicial de texto do arquiteto e urbanista Ângelo Marcos Arruda, publicado em cinco de novembro. Fez lembrar Gabura -o eterno presidente do Rádio Clube- integrante daquela turma de ouvintes e que narrava tais fatos aos interessados na história do surgimento da agremiação social da capital.

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ALÔ POTÊNCIA - Chiquinho Telles (PSD) acusou o prefeito da capital de fazer propaganda (pessoal) em programa de rádio. "O programa dele oferece dez cestas básicas aos ouvintes". Telles -que também se vale de verbas de gabinete para manter programa de rádio- resume em números o que considera desleal concorrência. "Enquanto ele dá várias, eu só dou uma". Quando está no ar. Claro.

E OS OUTROS? - Vereador Airton Saraiva reclama da atuação do prefeito Alcides Bernal e o, também vereador, Cazuza por comandar programa na rádio Cidade FM. Alerta que "estamos analisando a legalidade disso. Assim não pode ficar". Caso legisladores que ocupem espaço que não lhes pertence saiam do ar, a população de profissionais habilitados agradecem pelo tardio simancol.

DEIXA COMIGO - O edil Otávio Trad prometeu que uma Comissão da Câmara "vai agir com mais rigor sobre o fato" -de Bernal estar à frente de programas de rádio, na capital-. Radialistas e jornalistas -que estão fora do ar- ficam na torcida para que todos os invasores inabilitados desocupem o espaço. Ou a moita.

LA TAMBÉM - A maioria (dos empresários de rádio) transformou a concessão em verdadeiras casas de aluguel ou templos eletrônicos em grande parte dos casos, num problema que não se resume mais aos prefixos do interior, mas que já atinge há algum tempo as principais capitais. E este, como também é um problema político, ninguém se interessa em mexer por causa dos votos que podem representar. As bancadas religiosas crescem a cada eleição. Como se vê, estamos diante de uma questão que dificilmente as nossas autoridades terão coragem ou disposição de enfrentar. Pobre rádio. Texto de Flávio Ricco sobre emissoras de São Paulo.

SE A ELEIÇÃO FOSSE HOJE - Pesquisa sem fins científicos -a partir de manifestações neste espaço- fornece dado interessante a proprietários (ou futuros) de emissoras e rádio, na capital. É grande a vantagem dos que imploram por franquia de qualquer emissora de rádio de outros centros do país. O argumento é de que só assim poderia haver algo diferente no ar. "Abaixo a mesmice", alegam os votantes favoráveis.

FALA POVO - "Considero todos os radialistas "meus parceiros". Todos. Sem exceções. Estou neste ramo há tempo suficiente para ter o respeito dos "meus parceiros". Joãozinho, casado há 40 anos com a Mariazinha, não entende de mulher. Entende de Mariazinha. Eu conheço de Rádio porque tenho 23 emissoras no curriculum. Boa parte delas classificada entre as maiores do Brasil. Por dever de informar com correção, o presidente do Sindicato chama-se Ricardo Ortiz. Lúcio Maciel pediu afastamento temporário da função. Os comentários feitos aqui na coluna, foi (sic) no sentido positivo de contribuir. Como "Leitor", acrescento que falta "estofo" ao espaço para cumprir o objetivo que foi proposto". Ely Leal

FALA POVO II - "Receio tornar-me antipático por tantas participações em sua coluna. Mas impossível silenciar. Este espaço tem se tornado, a cada dia, um ponto de discussão sobre esse importante instrumento da sociedade, o rádio. Por ousadia, sugiro até que se mude o "nome" da coluna: "De olho na TV" ficou pequeno. Indo ao assunto: parabéns pelo tópico "DE CARA COM GABI" (coluna de 11/11). Eu mesmo fui um dos que ouviu rasgados elogios à democracia vivenciada em meu falecido programa, especialmente pelos vereadores Airton Saraiva e Mario César, exatamente dois dos articuladores do covarde ataque que perpetrariam dias depois contra mim. Os tiranetes ainda em atividade agora tentam fazer escola, aplicando castigo semelhante a outras emissoras. Precisamos estar atentos". ERALDO MACIEL

R DO R - Use este espaço sem moderação. Ele é de todos.

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Caro Reinaldo,
Ler a sua coluna é motivo de prazer (quase sempre). É ganhar tempo.
Responder a alguns é perder tempo. Logo...
Um diz que não leu o que lhe escrevi. Além de mentiroso, covarde. Mais um defensor da ditadura e sua irmã gêmea, a censura.
Um outro nunca ouviu um programa meu - então conclui que eu não existo. E se existo, estou mentindo...
É uma pena que este espaço, tão produtivo em sua origem, aos poucos se torne palco, logo abaixo, de coisas tão rasteiras e absurdas.
Sempre tentei ser pertinente, como no caso do ataque à liberdade de imprensa, do qual TAMBÉM fui vítima. E repito: nunca me queixei como vítima; denunciei a perseguição, que é um crime.
Me absterei de comentar aqui. Não dá para continuar sendo agredido por puxa-sacos.
 
Eraldo Maciel em 15/11/2013 11:06:26
Nem tudo que parece lícito o é...
Considerando que na maioria das composições das Câmaras de Vereadores nos deparamos com o dito corporativismo, onde escolhemos médicos, engenheiros, advogados, palhaços, servidores públicos, e ou até radialistas, ambos independentemente de suas respectivas competências, mais é certos que os maiores aproveitadores são os que se utilizam das mídias, seja ela qual for, podemos observar programas de péssima qualidade como podemos ouvir e assistir.
É preciso rever essa questão e expor para discussão a legalidade, até onde isso pode influenciar na vida de cada cidadão na de votar...
 
João Carlos Leite em 15/11/2013 09:09:14
EITa.... aqui os radialista só falam em 23,25,24, agora apareceu o seu Eraldo Maciel, com 30 anos de rádio, minha nossa, e o pior acompanho o radio aqui em campo grande desde que tenho 15 anos, pois adoro o radio e não tenho pedigri para exercer a profissão mas acho o máximo, agora eu nunca vi falar nesses caras ai meu, Ely Leal, Eraldo Maciel, onde esses caras trabalham tem ai alguma viva alma que possa me informar os prefixos deles, para que eu possa ouvi-los, pelo amor de Deus. abraço Reinaldo Rosa adoro a coluna, aqui aparece cada figura viu...rererer.
 
Orlando silva guimarães em 14/11/2013 23:32:50
Acho que seria justo um plebiscito para que a cidade decidisse o que é justo para todos, mas sem devaneios de que vereador e deputado pode e prefeito e vice prefeito não pode, sejamos justos a ponto de colocar os políticos todos no mesmo balaio, o que vale para um vale para todos, a mídia também deve ser julgada como uma só, seja ela rádio, tv ou jornal impresso, na minha opinião é um absurdo que um político possa manter um programa de tv ou rádio e até mesmo escrever para uma coluna de jornal, político é político, o médico quando vira politico para de exercer a medicina, assim como o jornalista deveria parar de escrever ou possuir programa, o fato dos sorteios de "brindes" só agrava a situação, POLITICOS FORA DA MÍDIA JÁ!
 
Maximiliano Nahas em 14/11/2013 12:54:45
Que tal mudar de assunto... de vez enquando é bom!!!!
 
Paulo César da Silva Santos em 14/11/2013 12:35:07
Como eu gostei daquele programa do Eraldo Maciel, eu pude fugir das mentiras e noticiosos tendenciosos de outros programas. Pena que a ditadura de MS tirou o news do ar. Por isso Maciel, nem troque postagens neste site aqui
 
Fabio Pereira em 14/11/2013 10:38:59
O meu acorda, vc esta usando o mesmo subterfúgio do outro se fazendo de vitima que é ético que é consciente e que estão todos errados e só vc esta certo, para, é evidente que vc só esta puxando a brasa pra sua sardinha, Se vc não quer se expor porque escreve aqui? sou cidadão sou ético e sou consciente sim e não vai ser suas postagens aqui que vai mudar isso, e os culpados por esse estado de coisas que vivemos como vc disse são vcs mesmos adeptos do quanto pior melhor e culpando alguém por isso, sobre a sua resposta no facebook como vc disse, ainda não à vi mas te garanto que seja ela qual for não vou te responder, vou parar com este lenga-lenga aqui e agora, não posso comprometer seu precioso tempo aqui, alongando mais este assunto
 
Antonio Mazeica em 14/11/2013 09:30:18
JÁ QUE, PELO QUE ESTAMOS VENDO SEMPRE NESTA COLUNA, QUE OS OUVINTES CLAMAM POR MUDANÇAS NO DIAL, QUE TAL SE FOSSE FEITA UMA PESQUISA PARA TRAÇAR O PANORAMA DO RÁDIO CAMPO-GRANDENSE. EU APOIO.
 
GILSON DE OLIVEIRA CANO em 13/11/2013 18:20:05
Opinião (assim como aquela parte da anatomia) é pessoal. Não entro no mérito. Não discuto, até porque entendo e defendo que o profissional não tem que ter imparcialidade em fato de lados. Ao contrário, a parcialidade é democrática. O que não se pode, defendo conceitualmente, é a propagação da imparcialidade, neutralidade e isenção, quando não é. Isto sim é desonestidade. Quero crer que a parcialidade, se dá, por escrúpulos de consciência. Nada a obsequiar. Muitos profissionais, em Campo Grande, usam de seus espaços para fazer a política que lhe convém. E não estou falando dos políticos-comunicadores-paraquedistas. Estou falando de profissionais com algum tempo de prática. Assim é inadmissível a perseguição de um. Ou temos liberdade para manifestar ou vamos todos nos calar.
 
Ely Leal em 13/11/2013 18:11:36
Por respeito ao colunista e aos seus leitores, preferi dizer pelo Facebook ao Sr. Antonio Mazeica 'Fumaça' o que penso da postagem dele aqui.
C. Grande está assim: cheia de gente que não conhece outras gentes, nem a história delas, não acompanhou o trabalho delas... Mas que está prontíssima a emitir "opiniões" severas e julgadoras. São cafajestes travestidos de "cidadãos" éticos e conscientes. São os culpados pelo estado de coisas que vivemos.
Repito aqui: sou sim, com orgulho, irmão do Eng. Civil Lúcio Maciel, hoje Diretor de Transportes da Agetran. HOJE. Sou radialista e jornalista há mais de 30 anos.
Se ser irmão do Lúcio me desautoriza exercer minha profissão, o que dizer dos Siuffis, Trads e Cia? Cadê a CPI da Saúde na Câmara?
E me vem esse falar em imparcialidade?
 
Eraldo Maciel em 13/11/2013 17:47:59
Este é um ponto lastimável. Não profissionais do rádio e da tv (politicos) utilizam esses programas para promoção política custeados por patrocinadores, enquanto os outros que tem cargos e os que não tem ficam a mercê. O que deve ser feito, Projeto de Lei do Congresso Nacional proibindo que os mandatários eleitos em qualquer nível sejam proibidos de ter programas de rádio e da tv, enquanto durar seus mandatos, só assim será resolvido essa situação. Quero crer que algum parlamentar a nível federal tenha a coragem de apresentar esse projeto, para abolir maus profissionais e politiqueiros.
 
Milton Romanini em 13/11/2013 11:31:14
Meu caro amigo RR se é para usar este espaço sem moderação, então vou introduzir o meu "bedelho" em sua coluna (jornalística, claro), e comentar sobre algo que tenho notado, à um sobrenome que por coincidência ou consanguinidade com um chefe de departamento municipal, assumiu a defesa (indefensável) de um "DITADOR" que sob a pele de cordeiro conseguiu ludibriar até lobos, mas após cair o tosco disfarce e ter desiludido uma cidade inteira tenta agora se passar por vitima usando as ondas do radio para apregoar que é um inocente a caminho da degola, mas todo locutor deve saber a importância da imparcialidade dos veículos de comunicação no bom andamento da democracia, portanto, "tiranizar" os que lhe tiraram o poder da falácia em prol dos devaneios do inominável "DITADOR", é pura balela.
 
Antonio Mazeica em 13/11/2013 11:06:33
Sobre o tópico "LA TAMBÉM", concordo com parte do comentário. Não sou profundo conhecedor de "políticas" adotadas por dirigentes, empresários e agentes públicos, no entanto, acredito ser necessário ponderar as ideias e opiniões com o intuito de equilibrar a programação radiofônica, sem segmentação, e privilegiar profissionais, agentes atuantes, e claro, os ouvintes. Só me falta conhecimento para saber (ou opinar) de quem ou de onde deve vir essa iniciativa. Alguém arriscaria uma sugestão?
 
RODRIGO DA SILVA em 13/11/2013 10:35:42
Parabinizo o titular da coluna pela "briga" ferrenha quanto à volta dos profissionais do rádio e das redações dos jornais. Da minha parte, obrigado, mesmo porque, apesar dos meus 60 anos super bem vividos (sou corumbaense com muito orgulho), eu acho que a respeito desses "problemas" enfocados pelo nobre colega (permita-me chamá-lo assim), eu já desisti.. como eu disse aqui nessa coluna mesma.. eu comprei uma Skaycat.. (olha o meu ingles ai gente) e hoje me diverto e muito assistindo o Net Geo Wild.. mesmo assim repito, parabenizo o titular por chamar pra si, essa dura tarefa que é a de devolver o rádio para os verdadeiros profissionais mesmo. Obrigado pela parte que me toca.
 
Gilson Giordano em 13/11/2013 10:10:46
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