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  • De olho na TV
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    com Reinaldo Rosa


03/07/2013 09:26

Ritos e mitos do rádio e TV

Reinaldo Rosa
Ausente das novelas, desde O Salvador da Pátria, Lúcia Veríssimo volta em Amor à Vida como mãe de Paloma (Paolla Oliveira).Ausente das novelas, desde O Salvador da Pátria, Lúcia Veríssimo volta em Amor à Vida como mãe de Paloma (Paolla Oliveira).

COMUNICAÇÃO COM. E IND. – A proliferação de faculdades de comunicação formou geração de neo jornalistas que primam pela igualdade e mesmice. Bastou que um ‘iluminado’ da rede Globo decretasse o fim de citações de nomes e imagens de empresas não anunciantes da emissora para todos os segmentos de imprensa copiar a infeliz iniciativa.

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BESTEIROL – Atos e ‘decretos’ antipáticos não assumidos por idiotas que se escondem sob o manto do anonimato. Tradução livre do autor da coluna.

PONTO ‘S’ – Enquanto outro visitante ilustre não cometer a gafe da troca do ‘T’ pelo ‘S’ do estado, a surrada pauta da correção está parada. Ao que parece, o jornal diário O Estado colocou o nome correto de Júlio de Castilhos (com ‘s’ no final) em seu manual de redação.

ADONILDO SANTOS – A volta às atividades pelo repórter Adonildo Santos, da Rádio Caçula, de Três Lagoas, foi noticiado pelo mesmo jornal citado anteriormente. A correspondente três-lagoense Gisele Mendes teve o ‘cuidado’ de omitir o nome da emissora que o profissional trabalha. Quinem na Globo.

GORDURA DO PODER – Sites, jornais impressos, repetidoras de TVs locais e impertinentes fotógrafos amadores exibiram o bom estado físico dos envolvidos na trama da saúde, de Campo Grande. Todos fofos; para dizer o mínimo.

REVER DITO E FEITO – Nada mais pertinente do que realizar as oitivas da CPI da Saúde, na Câmara Municipal de Campo Grande, no Plenário Edroim Reverdito. Humor cameral.

REVENGE – Certamente descontente com ações do liderado, o O Estado ilustra a matéria com foto onde o líder Alex do PT aparece a pleno sono. Tal como órgãos de imprensa faziam com antigo –e respeitado- ex-governador do estado.

PAUTA PERDIDA – A matéria da jornalista Carla Vilhena, no Fantástico, sobre o casamento dos new richies Naldo e Moringuinha, não mudaria a história do Brasil caso não tivesse sido feita. Passeatas contra o abuso de investimentos nos doze estádios brasileiros podem ganhar outro texto. Quem saiu de onde eles vieram não entra. Vivem uma nova ordem social. Coerente.

BARRACO - A reportagem que a jornalista apresentou no "Fantástico" provocou o comentário do empresário Bruno Chateaubriand, segundo o qual “essa jornalista casou de luvas. Será que a Moranguinho também vai casar de luvas?". Pelo Twitter, Vilhena retrucou: "não podendo ser a noiva, restou-lhe implicar com as luvas". Muitos consideraram a resposta homofóbica.

FALA RESPONSÁVEL – (Sobre colegas que escondem nomes de jornalistas de outras emissoras locais). “Este é o lado careta e monocórdico do provincianismo vesgo. Isso não é de hoje, o que prova que empresas de comunicação locais ainda não conseguiram se descobrir como verdadeiras empresas de comunicação. Mas não é só aqui. Em nível nacional as emissoras de tevê, com raras exceções, fazem o mesmo. Ou pior, como a Globo, que proíbe contratados de aparecer em outros canais”.

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"A proliferação de faculdades de comunicação formou geração de neo jornalistas que primam pela igualdade e mesmice". O que tem a ver as faculdades de comunicação com as decisões do patronato? Meu caro recém formado não apita nada nos meios de comunicação! Sinceramente não entendi essa associação...
 
Jonas Tralli em 04/07/2013 12:58:58
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