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    com Reinaldo Rosa


11/04/2014 09:13

Sem gols na prorrogação

Reinaldo Rosa
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FECHADO PARA BALANÇO - Após a final do campeonato sul-mato-grossense de futebol, é chegado o momento do balanço da competição e a influência da transmissão direta pela TV Morena. Se a televisão – qualquer canal que seja - tira público dos estádios é outro tema. Por razões diversas (algumas conhecidas) a constatação é a de que, neste ano, foi menor a afluência de torcedores aos jogos.

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VEIO AQUI - Obedecendo a critérios de rara flexibilização da rede Globo às afiliadas, estas tiveram oportunidade de colocar jogos do futebol local em sua grade de programação. Atitude elogiável. Em regiões do país com federações de futebol que respeitam clubes e direitos do consumidor a ideia prosperou.

DEUS TÁ VENDO - Times de futebol com reais atrações para exibir em campo, agradecem os resultados financeiros obtidos em certas regiões. Em nível de MS não se pode dizer o mesmo. Não bastou o apoio oficial, da mídia escrita, falada e televisada. A carcomida forma de administrar (aquela que só presta contas a Deus) registra apenas risíveis atitudes de decepcionados aficionados do esporte bretão.

SAI DE BAIXO - Borderôs divulgados pelo site da Federação de Futebol de MS comprovam como que a entidade ‘colaborou’ para fazer triunfar a campanha da volta do publico aos estádios. Cálculos específicos em atuações do CENE revelam que a equipe marcou presença média de 273 torcedores (pagantes) em 2014, enquanto a marca de 2013 foi de 523. Queda de torcedores e consequente baixa da arrecadação. Simples assim.

UM OFERECIMENTO - Verbas do governo do Estado e de um patrocinador –dirigidas à FFMS, anote-se- não foram suficientes para aplacar sufoco constante e repetitivo dos clubes. A priori, deveriam receber mais atenção dos dirigentes (da FFMS) nesse sentido. Jogadores, personagens principais do espetáculo, não recebem um centavo por diretos de uso de imagem da TV. E o jogo ruim continua.

FIEL DO BALANÇO - Doutor Sem Tese Francisco Cezário, graças a fiéis e anestesiados eleitores, consegue o feito de colocar o futebol de times regionais na história; é dela que vivem. Vinte anos demonstram pífios números; insuficientes para eliminar a miopia de quem enxerga o futebol como indústria de emoções e prazer de grande parcela de brasileiros.

SWIT HOME – Repetidoras de TVs locais usaram e abusaram do lamentável desfecho do anúncio da venda de um carro pela internet em Campo Grande. A suíte (repetição de parte principal da matéria) foi repetida durante toda esta semana nos respectivos noticiosos. Familiares e amigos da vítima evitaram a sintonia.

NEM VEM - Sempre contundente em declarações, Rachel Sheherazade não usou meias palavras para comentar a respeito de sua atual situação no SBT. A apresentadora, que negou ter sido afastada do canal, afirmou que tem sido alvo de censura. Segundo Famosidades.

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