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13/07/2016 07:14

"A Besta", a limousine blindada que transporta Obama

Mário Sérgio Lorenzetto
A Besta, a limousine blindada que transporta Obama

Ela é uma verdadeira fortaleza com quatro rodas. Extremamente segura. Suporta com facilidade os tiros de uma .50, bombas e granadas de tamanhos e potencias variadas e também dispõe de um sistema de ventilação especial em caso de ataques químicos. A cabine é totalmente selada. O "habitáculo" presidencial tem 20 cm de espessura. Conta com um sistema de comunicação por satélite, diretamente conectado ao Pentágono.

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É chamado pelos agentes de segurança de "Cadillac One" ou de "Limo One" e tem 5,4 metros de largura e 1,5 metros de altura. Seu motor V8 é um posto de combustível ambulante, consome 1,5 litro de gasolina por quilometro. Os vidros tem 12 cm de espessura, dificilmente serão transpostos por alguma bala ou míssil. O único que pode ser aberto é o do condutor, mas somente três dedos. As rodas são reforçadas com Kevlar para que sejam impenetráveis para os disparos. Ainda que arrebente, poderá seguir em viagem por alguns quilômetros. O deposito de combustíveis também está isolado do resto do automóvel, para evitar que exploda em caso de ataque com bomba. Só existem 12 unidades desse cadillac que são trocados a cada viagem presidencial. Custam, aproximadamente, US$ 1,5 milhão.

A Besta, a limousine blindada que transporta Obama
A Besta, a limousine blindada que transporta Obama

Os bebês agem como os cientistas: são experts em estatística.

Pensávamos que os bebês eram irracionais e egocêntricos. Até o precursor do estudo do funcionamento da mente infantil, o suíço Jean Piaget, concluiu que o pensamento dos pequenos não tinha noção de causa e efeito, irracional e ilógico. As pesquisas recentes estão desmontando essas ideias. Os cientistas estão descobrindo que os bebês já sabem muita coisa a respeito do mundo que os cerca. E esse conhecimento vai muito além do concreto, das sensações de aqui e agora. Os cientistas de Harvard e da Universidade de Illinois (EUA) constataram que bebês entendem relações físicas elementares, como trajetórias de movimento, gravidade e contenção. Olham mais pausadamente para um carrinho que parece atravessar uma parede sólida que para situações que se encaixam em princípios fundamentais da física cotidiana.

Já os pesquisadores da Universidade de Rochester começaram a resolver um dos maiores mistérios de como os seres humanos desvendam o mundo com base em um desnorteante emaranhado de dados sensoriais. Descobriram que os bebês têm uma extraordinária habilidade para assimilar padrões estatísticos. Isso mesmo, os bebês agem como cientistas: são experts em estatística. Além de eles detectarem padrões estatísticos de tons musicais e cenas visuais, são capazes de compreender a relação entre uma amostra estatística e população.

A Besta, a limousine blindada que transporta Obama

Tirando bolas coloridas de uma caixa.

Uma pesquisa com bebês promovida pela Universidade da Califórnia, mostrou a bebês de 8 meses uma caixa cheia de bolas de pingue-pongue misturadas: 80% brancas e 20% vermelhas. Os pesquisadores tiraram cinco bolas. Os bebês ficaram surpresos quando tiravam da caixa quatro bolas vermelhas e uma branca - um resultado improvável. Por outro lado, não demonstravam surpresa alguma quando tiravam quatro bolas brancas e uma vermelha.
Detectar padrões estatísticos é o primeiro passo na descoberta científica. Mais impressionante ainda é que, assim como cientistas, as crianças usam esses dados para tirar conclusões sobre o mundo.

A Besta, a limousine blindada que transporta Obama

Brincando com sapos verdes e patos amarelos.

Em uma pesquisa envolvendo bebês de 1 ano e 8 meses, foram utilizados sapos verdes e patos amarelos de brinquedo, colocados em uma caixa. Tiraram 5 brinquedos da caixa e em seguida, pedia a uma das crianças que lhe desse um bichinho igual ao que tinha sido retirado da caixa. Os pequenos voluntários se envolveram plenamente na brincadeira e não demonstraram, espontaneamente, nenhuma preferência de cor quando os pesquisadores retiravam mais sapos verdes da caixa de brinquedos onde a maioria era verde. Mas entregavam aos pesquisadores um pato amarelo quando os estudiosos retiravam mais patos da caixa. Há, ainda, pesquisas de mesmo teor com máquinas que acendem luzes e tocam músicas que demonstram a capacidade dos pequenos em entender estatística.

Obviamente, crianças não fazem experiências nem analisam estatísticas do modo intencional e consciente como cientistas adultos. Entretanto, o cérebro infantil processa informações de uma maneira que se iguala aos métodos científicos. Uma boa ideia, ainda que parcial, é a de que o cérebro infantil funciona como se fosse um computador desenvolvido pela evolução e programado por experiências.




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