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10/12/2013 07:35

A democracia hollywoodiana e os exageros no conflito da terra em MS

Mário Sérgio Lorenzetto
A democracia hollywoodiana e os exageros no conflito da terra em MS

A democracia tem pedaços de seu filme rodados em Hollywood – sempre foi assim

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Os exageros estão no cerne da benfazeja democracia. Só não é aceitável algum exagero cinematográfico que é a transformação de catchup em sangue. Qualquer campanha, de índios ou de fazendeiros deve ter como limite o lema: “Sem sangue, sem catchup”. Como também imaginar que é possível alguém cair de um avião sem paraquedas e ser salvo. Não, não é possível, por mais que o Ministério da Justiça deseje, os índios e fazendeiros do Mato Grosso do Sul estão caindo sem paraquedas. A explicação é física. Se uma pessoa de 85 quilos caísse de uma avião a 3,6 km de altura, o “salvador” teria no máximo 10 segundos para pular do avião atrás de quem caiu. Mesmo que, por um milagre, a alcançasse, seria impossível segurá-la, pois estaria a 200 km por hora quando levasse o tranco, muito forte, da abertura do paraquedas. A conta piora mais quando temos 80 fazendeiros e centenas de índios caindo sem paraquedas. O “heróico” Ministro da Justiça não conseguirá virar Super-Homem.

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Doutor made in Brazil e o stent

Em um momento em que o Brasil polemiza na busca por melhorar as condições de saúde pública trazendo médicos de fora, não podemos esquecer que temos médicos de categoria internacional que revolucionaram a medicina mundial. José Eduardo Sousa é seu maior representante. Aos 79 anos, a trajetória desse médico maranhense confunde-se com a história da cardiologia no mundo. Ele saiu da cardiologia pediátrica de Harvard para a Cleveland Clinic, famoso centro de cardiologia norte americano. Ali, havia sido realizado pela primeira vez um exame que revolucionaria a cardiologia: o cateterismo. Com um cateter introduzido pela perna ou braço do paciente era possível chegar ao coração e ver o grau de obstrução das artérias coronárias.

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Da cirurgia de peito aberto para o implante de aço: salto para a saúde

Era 1966 e Jose Eduardo Souza importou essa técnica e fez o primeiro exame de cateterismo no Brasil. Em 1968, outra revolução, Adib Jatene faz a primeira ponte de safena nacional. Durante anos, a única maneira de salvar os pacientes era abrir o peito, em cirurgias e de recuperação demorada.

Um médico alemão criou uma nova técnica, a angioplastia com balão, espécie de cateterismo com um balão que sugava a obstrução. E novamente Jose Eduardo Sousa, após uma temporada na Europa, quem adotou a técnica no Brasil. Mas em 1999 ele realmente entrou para a história da medicina. A técnica criada por ele consistia em colocar uma prótese de metal dentro da coronária. Pela primeira vez, no mundo, era usado o hoje famoso stent. Um implante aço inoxidável inserido no coração via cateter.

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Conheça os seus direitos: compra de peças de vestuário

Não importa o valor, a maioria vai comprar roupas e calçados no fim de ano. Pensando na inevitável avalanche de consumo – ninguém que ir às ceias de roupa velha e calçado arranhado – o Procon de São Paulo elaborou uma cartilha específica de orientação. Em resumo: pesquise e exija nota fiscal, mas há mais dicas:

- A boa e velha pesquisa de preços não pode ser esquecida. Além disso, é importante ficar atento às diversas formas de pagamento ofertadas, a loja deve informar os valores à vista e a prazo (caso haja essa opção) de maneira clara, precisa e de fácil visualização;

- Não tenha pressa ao escolher, pois o produto pode não servir ou não cair bem e a loja não é obrigada a trocar por motivo de gosto ou tamanho;

- Caso a empresa se comprometa em efetuar trocas, os termos devem ser informados no ato da compra. Questione a quantidade de dias, a presença da nota e etiqueta.

- Não é obrigatório que o estabelecimento aceite cheques ou cartões, mas caso aceite, não pode haver restrições quanto a valores. No caso de cheque, não é aceita a negativa devido a contas recentes.

- Cheques de terceiros podem ser recusados e é direito do fornecedor solicitar documento de identificação com foto para pagamentos com cheque e com cartão.

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Se optar compra e brechós, não diminua a atenção:

- Exija que todos os defeitos que a roupa possa conter sejam documentados por escrito;

- Mesmo sendo peças já usadas, o consumidor tem 90 dias para reclamar de defeitos na roupa, desde que ele não tenha sido informado dos mesmos anteriormente ou de outros problemas que não eram aparentes no momento da compra;

- É importante ficar atento à política de troca destes estabelecimentos. Veja mais sobre compra de brechós aqui.

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Compras pela internet

Quando o assunto é compras pela internet, é preciso ter uma atenção especial, pois esse serviço gera muitas queixas de consumidores. Tome cuidados como:

- Evite comprar em sites que constam sem dispositivos de compra segura;

- Existe o direito a desistir de se arrepender da compra em até sete dias, contatos da data da aquisição ou do recebimento do produto;

- Seja cauteloso ao fornecer dados pessoais (como número do cartão e do CPF, por exemplo). Instale antivírus e firewall (sistema que impede a transmissão e/ou recepção de acessos nocivos ou não autorizados) e mantê-los sempre atualizados;

- Não realize transações online em computadores públicos;

- Imprima ou salve, todos os documentos que comprovem a transação.

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Cotas para as mulheres nas direções das empresas

Tem sido tarefa árdua introduzir a diversidade de gêneros nas diretorias e conselhos das empresas. Todos os estudos demonstram que as mulheres são mais diligentes e faltam menos ao trabalho de direção e nas reuniões dos conselhos. Diante da dificuldade de conter a supremacia masculina, porém, alguns países adotaram medidas enérgicas, como criar leis com reservas de cotas para conselheiras. O primeiro a estabelecer cotas foi Israel, em 1993. Depois vieram, África do Sul, Irlanda, Noruega, Finlândia, Islândia, Suíça, Dinamarca, Áustria, Eslovênia, Quênia, Bélgica, Espanha e França. As cotas requerem de 30 a 40% das vagas para as mulheres. Foram os resultados obtidos na Noruega, contudo, que impulsionaram a proliferação da ideia.

Em vigor desde 2004, o sistema de cotas foi inicialmente implantado nas empresas estatais norueguesas e, dois anos depois, estendido para companhias privadas. Como resultado, o percentual de conselheiras nas empresas contempladas saltou de 6,8%, em 2002, para 40,3%, em 2010.

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A Comissão Europeia deve seguir o exemplo nórdico

Em novembro de 2012, propôs um projeto de lei que obrigará as companhias abertas com 250 ou mais funcionários a destinar 40% das vagas dos conselhos às mulheres. As empresas estatais terão até 2018 para cumprir a lei e as empresas privadas até 2020. No Brasil, a reserva de vagas não está fora de cogitação, projeto de lei nesse sentido tramita no Senado, estabelecendo que as empresas tenham, no mínimo 40% de mulheres em sua composição até 2022. São previstas metas progressivas: 10% até 2016, 20% até 2018 e 30% até 2020.

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O ministro Cardozo não dá conta nem de se defender imagine da conta de resolver o problema que o DESgoverno criou, incentivou e agora não quer resolver. Enquanto o DESgoverno incentiva o conflito as pessoas não tem tempo pra perceber QUEM é que realmente deve ser combatido.
E, Lorenzetto, a julgar pelos comentários acima, continua valida a afirmação que sobre a questão indígena muito se fala e pouco se conhece.
 
Mônica Corrêa em 10/12/2013 17:57:18
A construção de uma solução jurídica que não afronte a Constituição é a tarefa mais espinhosa no Ministério da Justiça desde maio de 2013. Sim, para mitigar a queda de paraquedas aventada pelo articulista.
Quanto aos indígenas, vêm despencando em queda livre há mais de uma centena de anos, empurrados pelos que se apossaram de suas terras, porque detinham acesso ao Poder institucionalizado, mais a superioridade econômica e bélica.
Na verdade, os dois poderes mais convincentes em qualquer período histórico, armas e dinheiro, respaldam o poder político. Sempre andaram estreitamente juntos.
Não conheço história de queda de fazendeiro. Estão todos no recôndito das mais variadas aeronaves, desde então, mas desconfortáveis agora, que o Poder institucional já não lhes é hegemônico.
 
ADRIANA ROCHA em 10/12/2013 10:45:27
Abaixo as armas, abaixo a violência, abaixo o ministro mentiroso. Gostei dessa do sem sangue e sem catchup.
 
Maisa Neves em 10/12/2013 10:41:48
Necessário ressaltar, que ao longo de décadas, o governo permitiu que os fazendeiros se instalassem em regiões indigenas, sem realizar as malsinadas demarcações. Atualmente, de maneira demagogica, vem efetuando as demarcações, sem considerar que aqueles fazendeiros, através de gerações, contribuiram e ainda contribuem para o progresso da região. Pasmem, o governo quer indenizar aqueles fazendeiros, com um valor, avaliado, bem abaixo e irrisório, insuficiente para que possam constituir uma nova vida, esquecendo que essas familias contribuiram para o crescimento e progresso daquela região.
 
Clemente Nestor de Toledo em 10/12/2013 10:08:09
Eta ministro mentiroso. Não resolve coisa alguma. Vai deixar todo mundo cair sem paraquedas
 
Frederico Castro em 10/12/2013 10:02:33
A depender das convicções ideológicas do" heróico" ministro......
 
gladis alaia em 10/12/2013 08:59:48
Cairam sem paraquedas mesmo e não temos em quem acreditar.
 
Silvio Brito em 10/12/2013 08:48:36
Sem sangue, sem catchup...e fora Zé Promessa (Jose Eduardo Cardoso - Ministro da Justiça). A Dilma tem de demitir esse ministro.
 
Dario Miranda em 10/12/2013 08:47:12
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