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04/06/2015 08:52

A dengue já atingiu mais de 800 mil brasileiros em 2015 e a vacina vai demorar

Mário Sérgio Lorenzetto
A dengue já atingiu mais de 800 mil brasileiros em 2015 e a vacina vai demorar

Vacina contra a dengue vai demorar.

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A dengue já atingiu mais de 800 mil brasileiros em 2015. Uma das maiores esperanças é a vacina. O Ministro da Saúde, Arthur Chioro, discorda da possibilidade dela vir a ser rapidamente utilizada. Ele defende que os esforços sejam mais voltados para a prevenção. Diz que ocorreu certo relaxamento preventivo.

"O Brasil não vai virar plataforma mundial de lançamento de produtos que não tenham eficácia e segurança", disse. Há dois meses, um laboratório francês submeteu a vacina, que já foi testada em 15 países, à aprovação da Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Outra vacina foi desenvolvida pelo próprio governo - o Instituto Butantã também tem a sua vacina. Mas há um argumento do Ministro da Saúde que é difícil de ser contraposto - elas não podem ser administradas aos grupos com maior risco de morte: crianças com menos de 2 anos de idade e idosos.

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Enquanto o bolso está gritando, o brasileiro vai trocando marcas famosas pelas próprias dos supermercados, farmácias e roupas.

É possível uma economia de até 30% nas compras dos supermercados, farmácias e nas lojas de roupas. Economia com manutenção da mesma qualidade dos bons produtos. Qual é o segredo? Simplesmente trocar os produtos de marcas famosas pelas marcas próprias desses estabelecimentos. São marcas vendidas exclusivamente nesses estabelecimentos comerciais que não fazem propaganda. Abandone o preconceito e veja seu dinheiro permanecer no bolso. É apenas uma questão de preconceito deixar de comprar o papel higiênico da Qualitá e pagar mais caro pela marca Neve, por exemplo.

Essa marca Qualitá tem mais de 1.500 produtos como alimentos e material de limpeza e é apenas uma dentre tantas existentes nos supermercados. Nos primeiros quatro meses de 2015, os 100 principais produtos da Qualitá tiveram um crescimento de vendas de mais de 10% comparado com o mesmo período do ano passado. Segundo a consultoria Nielsen o mercado das marcas próprias movimenta R$ 10 bilhões em faturamento e mostrou um crescimento de 11% em 2014. Diante de um cenário de redução no poder de compra, a expectativa é que o mercado de marcas próprias - mais vantajoso para o consumidor - continue crescendo.

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Fabricar sapatos, um negócio da China feito por brasileiros.

Há duas décadas, quando exportar sapatos a partir do Brasil começava a se tornar um negócio caro, a China apareceu como uma opção. Gaúchos do Vale dos Sinos, tradicional região fabricante de calçados, começavam, então, a se aventurar em uma cidade chinesa chamada Dongguan. A cidade se transformou em um dos maiores redutos de brasileiros. Hoje vivem e trabalham em Dongguan aproximadamente 4 mil brasileiros. São, em sua maioria, profissionais com formação técnica na indústria de calçados e que na cidade desfrutam de status de classe média alta. O que os atrai é o salário. Seus ganhos são bem mais altos do que os que tinham no Brasil. Muitos já levam líquido para casa, entre US$ 4 mil e US$ 6 mil (R$ 12, 5 mil e R$ 18,8 mil). E ainda tem direito à moradia, alimentação e duas passagens para o Brasil por ano. Cargos superiores levam algo como US$ 10 mil (R$ 31,4 mil).

A dengue já atingiu mais de 800 mil brasileiros em 2015 e a vacina vai demorar
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Os recursos "desumanos" e a banalização do mal.

Mais de 200.000 pessoas trabalharam como guardiães dos campos de concentração e extermínio nazistas. Era gente comum, trabalhadores pontuais, pais afetuosos, apaixonados por esportes, leitura e música. Teriam desempenhado satisfatoriamente qualquer trabalho e, inclusive, muitos, sobretudo as mulheres, optaram por esse trabalho por razões essencialmente econômicas, à margem de suas ideias políticas. Mas, passaram para a história como a personificação do mal. Eles eram a "banalização do mal", na frase famosa de Hannah Arendt.

Esses recursos "desumanos" foram iniciados por Himmler antes da guerra. As mulheres entraram no ofício em 1940 e foram 6.000 dos 200.000. A meta de Himmler era de converte-los" em uma ordem, em uma comunidade tribal, uma elite de uma classe particular". Himmler lhes proporcionou uma formação especial, tanto no lado político como profissional. Para descarregar as terríveis tensões que suas atuações criminosas lhes geravam, foram gastos muitos recursos para o lazer e para as festas periódicas com muitas bebidas e boa comida. Esse mundo contrastava com a fome de que padeciam os demais alemães, mesmo no período das vitórias nazistas. Os estudos recentes também desmitificam a promiscuidade sexual dos guardiães - homens e mulheres. As relações íntimas eram proibidas e castigadas severamente e ainda mais vedadas com prisioneiros e prisioneiras, ainda que existissem esporadicamente. Mas eles foram, no mínimo, "desumanos".

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O exterminador do racismo e do machismo.

Bastam 90 minutos de um bom sono profundo e "zás", como em um passe de mágica, a pessoa deixa de ser racista ou machista. Parece brincadeira, mas não é. A pesquisa está publicada na "Science", a mais importante revista científica do mundo. Os resultados dos estudos ainda são preliminares. É necessário estudar mais para saber com exatidão quanto tempo duram os efeitos, como o ambiente pode influenciar um possível retorno ao racismo e ao machismo e descobrir o mecanismo cerebral exato que leva a essa mudança.

O método é bem simples (como a maioria das pesquisas geniais). Os pesquisadores da Universidade de Northwestern (EUA) fizeram um teste denominado TAI - Teste de Associação Implícita - com 40 alunos, a metade era de homens e a outra metade era de mulheres, todos brancos. Metade dos 40 alunos viu imagens de negros e de brancos associadas a palavras negativas (dor, tristeza...) ou positivas (paz, amor...). À outra metade, foram mostradas fotos de casais de meninos e meninas, com termos relacionados à ciência, à arte e à literatura. Em uma escala de zero (sem preconceito) a 1 (preconceito máximo), a pontuação média foi superior a 0,55 (preconceituosos acima da média). Após o teste, os pesquisadores mostraram os resultados aos participantes e pediram para que repetissem o teste, vagarosamente, refletindo sobre cada imagem (a bateria de testes anterior era em alta velocidade). Eles deveriam pensar bem em cada palavra e sua conexão com a imagem e escolher as não discriminatórias. Quando acertavam, o programa emitia um som. No final da tarefa, os estudantes foram convidados a dormir por 90 minutos. Para que ocorresse o que a ciência do século XXI vem chamando de "consolidação das "memórias através do sono". Além de ser reparador, o sono é o mecanismo que o cérebro usa para fixar na memória ou descarta as experiências e lições de cada dia.

Quando os jovens estavam na fase do sono profundo, os cientistas começaram a emitir para metade deles o mesmo som que tinham ouvido quando associavam negros ou mulheres com palavras boas. Ao acordarem eles repetiram o TAI. Comprovaram que suas pontuações de preconceito tinham diminuído para 0,17. Esse índice só ocorreu naqueles que tinham recebido o som durante o sono. Os que ficaram sem o som, mostraram a repetição da pontuação anterior.

Estudos anteriores haviam demonstrado que, durante o sono, era possível estimular o cérebro para a aquisição de conhecimentos e que poderia ser associado a estímulos sensoriais, como odores ou sons. Mas, na nova pesquisa, foram excluídos os preconceitos de gênero ou de raça. O mais surpreendente é que o método parece dar resultados persistentes. Depois de uma semana, os jovens repetiram os testes. E tudo permaneceu como antes.
Além do estímulo com som, há outra pesquisa, igualmente publicada na "Science", que usa pequenos choques como estímulo ao invés de som.

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