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23/03/2016 07:39

A longevidade de quem tem Síndrome de Down

Mário Sérgio Lorenzetto
A longevidade de quem tem Síndrome de Down

Já foi o tempo em que as famílias, que tinham um integrante com Síndrome de Down, lutavam com o receio da morte prematura do parente. O intenso desenvolvimento da medicina, aliado a um significativo trabalho de conscientização e de inclusão social, além da evolução do acompanhamento multidisciplinar, formaram uma base sólida para que eles pudessem viver cada vez mais.
A expectativa de longevidade dessa população deu um verdadeiro salto. Na década de 1920, eles viviam apenas oito ou nove anos. Em 1980, passaram a ter a média de 30 anos de vida e, atualmente, a longevidade oscila entre 50 e 60 anos.

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A longevidade de quem tem Síndrome de Down

Obama e Raúl Castro: o Velho Inimigo Imperialista visita o Comunista.

Cuba é apenas uma ilha pobre que vive de um charme socialista rançoso e ultrapassado. Durante anos sustentou-se com as trocas com a Venezuela: petróleo por médicos. A visita de Obama a Havana praticamente encerra a Guerra Fria.
Nem todos os laços entre Estados Unidos e Cuba serão reatados nos próximos meses. Todavia, o turismo, que é o mais importante, encontrou um "jeitinho" norte-americano para ser restabelecido. Cerca de 160.000 turistas procedentes do Velho Inimigo Imperialista visitaram Cuba no ano passado.
São as primeiras gotas de um fluxo que se transformará em enchente. Quase todos usaram um artifício para obter a permissão para viajar a Cuba - inscreveram-se em um programa cultural que ninguém controla. A regra é inscrever em cursos de artes, sem ao menos participar.
A única "arte" que praticam é a de construir "castelos na areia". Deleitam-se com as poucas belas praias existentes na ilha. O Velho Inimigo Comunista os recebe com simpatia e rarefeita infraestrutura turística. Na ilha quase nada funciona, o capitalismo é recém-nascido. Necessita de muitas mamadeiras e fraldas. Mas Obama consolida a reconciliação com parte da América Latina.

A longevidade de quem tem Síndrome de Down

A discriminação dos mais idosos será a questão dominante no mundo do trabalho.

Desde 1990 a população brasileira com mais de 60 anos duplicou-se. Hoje, sexagenários já totalizam quase 25 milhões, mais de 13% da população. Entretanto, corpos e rostos velhos não são aceitos facilmente. O Brasil é o segundo país que mais realiza cirurgias plásticas estéticas que, entre outras coisas, revela uma aversão cultural à velhice. É o preconceito contra o nosso próprio futuro, para muitos tão temido.
Assim, o Brasil, país de marcadas contradições, expõe mais um paradoxo. O que deveria ser celebrado como uma conquista, o aumento da expectativa de vida, contrapõe-se à noção negativa do envelhecimento e do "velho". O preconceito de idade pode levar a algumas respostas comuns: aceitação e a negação. A aceitação do preconceito é a resposta mais comum. As vítimas dessa forma de preconceito não só aceitam como o homologam. A outra resposta, ainda mais comum, é a negação, recusando-se a considerar-se como um "velho".
Na medida em que a velhice é bem assistida e aceita em uma sociedade, estereótipos positivos como sabedoria e experiência prevalecem e a população idosa tende a experimentar maior senso de controle e auto-eficiência.
Relativamente raro, o termo "etarismo" (preconceito pela idade) aparece algumas vezes na área de saúde e nas relações de trabalho. Ele está solidamente vinculado ao mundo do trabalho. A discriminação pela idade promete ser a questão dominante no local de trabalho nos próximos anos. Existem há tempos, mas deverão piorar. São discursos e práticas discriminatórias em razão da idade. Os mais idosos são considerados mais "caros" e, portanto, mais propensos à demissão. São desconsiderados para treinamentos. Os mais jovens tendem a considerá-los como foco de obstrução de avanço na carreira. Mas nem sempre a discriminação se dá de forma negativa. Os mais velhos podem ser tratados com exagerada condescendência, paternalismo ou pior, de forma infantilizada.

A longevidade de quem tem Síndrome de Down

A violência contra a mulher na universidade.

Desde as grandes manifestações da universitárias norte-americanas que fizeram passeatas em várias cidades carregando seus colchões para combater a violência a que estavam submetidas, alguns casos começaram a surgir nas universidades brasileiras. Lentamente, as denúncias começaram a surgir.
A pesquisa Violência Contra a Mulher no Ambiente Universitário, realizada em 2015, pelo Instituto Avon em parceria com o Data Popular, revelou que 25% das estudantes já foram xingadas ou agredidas por terem rejeitado uma investida nas dependências das universidades, em festas acadêmicas, competições e trotes. Maltratar uma aluna que recusou uma investida constitui agressão moral, um dos seis tipos de violência que ocorrem com as universitárias brasileiras.
Também são considerados violência o assédio sexual, que engloba comentários e cantadas ofensivas; a coerção, que consiste na ingestão forçada ou sem conhecimento de bebidas ou drogas, bem como a participação forçada em atividades; a violência física; a desqualificação intelectual; e a violência sexual, que vai desde o toque sem consentimento até o estupro. Dos 1.832 universitários - de ambos os sexos - entrevistados na pesquisa, 46% conhecem casos de alunas que sofreram violência sexual em festas, competições e trotes nas dependências das universidades.




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