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16/06/2014 07:47

A vida complica na aposentadoria e a previdência está insustentável

Mário Sérgio Lorenzetto
A vida complica na aposentadoria e a previdência está insustentável

A insustentável previdência brasileira. Na aposentadoria a vida fica mais complicada

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Todos sabem que a previdência governamental está com os anos contados. Mantidas as atuais regras, ela vai falir em pouco tempo. Todas as teorias indicam que o futuro aposentado deve ser previdente e contratar uma aposentadoria paralela com algum banco ou instituição privada que lhe dê garantias de uma velhice tranquila.

Uma pesquisa, realizada pela empresa de consultoria Mercer, joga por terra as teorias previdenciárias. Foram entrevistados 1,5 mil aposentados que contribuíram com planos de previdência complementar e eles mostraram que, para a maioria, a vida ficou mais difícil após a saída do mercado de trabalho. Do total de entrevistados, 63% viram suas despesas se manterem iguais ou aumentarem, ao mesmo tempo em que os rendimentos caíram substancialmente.

Segundo a pesquisa, 50% passaram a receber entre 40% e 80% dos rendimentos que tinham anteriormente, contabilizando a parte governamental. Outros 40% tiveram redução nos rendimentos da ordem de 60% ou mais em relação à época em que trabalhava.

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A vida fica mesmo mais complicada na aposentadoria

O senso comum indica uma melhora nas despesas do aposentado principalmente com transporte e educação. A pesquisa mostrou ser verdadeira essa ideia, mas por outro lado, diagnosticou um grande aumento com a saúde, que deixa de ser bancada pela empresa, subtraindo a melhora com os outros itens da despesa. A renda na aposentadoria no máximo é revisada pela inflação e, como os custos da saúde sobem acima da inflação pode se tornar algo impagável.

Por último, a pesquisa confirma uma conta salgada que os brasileiros deveriam pagar, mas têm preferido adiar. Precisa praticamente dobrar seu esforço de poupança atual, se quiser garantir uma renda confortável na aposentadoria. De acordo com a Mercer, a média atual das contribuições para a previdência privada, em torno de 10% do salário, garante um benefício de apenas 48% a 52% sobre o rendimento na ativa. E pior, uma minoria de brasileiros contribui com a previdência complementar.

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As top motos nos Estados Unidos

Poucas motos são tão desejadas pelos milionários norte-americanos na atualidade. O auge das duas rodas motorizadas está arrefecendo e em seu espaço entram as duas rodas sem motor - as bicicletas. Com variadas marcas as bikes de maior sucesso nos EUA estão adaptadas para os novos tempos - tem duas pequenas rodas, um altíssimo selim e são dobráveis. Fáceis de serem levadas para dentro dos apartamentos onde ocupam espaço diminuto. O local de residência determinando a moda nas ruas.

Com o espaço da moda e, portanto, de vendagem reduzida, as top motos para os norte-americanos têm a primazia de um modelo antigo - a Cruiser Indian Chief Vintage que concorre com a Ducati Monster 1200 S. Em seguida na top lista aparece a SportBike MV Augusta F3 800 e a KTM 1190 Adventure R.

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Os carros mais desejados pelos endinheirados norte americanos

Desde a invasão nipônica na terra que se considerava a capital dos automóveis, o orgulho dos norte-americanos por seus carros arrefeceu. Atualmente, o carro mais desejado nos EUA é um italiano - a Ferrari 458 Speciale. Este modelo é considerado o que dispõe do mais belo desig e o melhor aparelhamento tecnológico. Também no topo da lista dos sonhos dos milionários, está o Porsche 911 Turbo S que luta com um rival da mesma casa - o Porsche 918 Spyder. Logo a seguir, um norte americano - o Chevrolet Corvette Stingray concorrendo com a Mercedes SLS AMG GT Final Edition. Em uma categoria exclusiva está um carro qualificado como "venerável": o Rolls-Royce Wraith que também seu concorrente direto que é o Bentley Flying Spur e um ponto logo abaixo a Mercedes-Benz S550. Secundando a lista está o Jaguar F-Type R Coupe que atinge um público mais jovem acompanhado pela BMW M6 Gran Coupe. Na categoria carro para a família aparece isolada a Mercedes-Benz E63 AMG. Mas esse público também corre às compras para adquirir o Cadillac Escalade, o Jeep Grand Cherokee SRT, o Range Rover Sport Autobiography e o Porsche Cayenne Turbo S.

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Parkinson é doença democrática, apesar dos milhões em pesquisas

Morreu ontem aquele que era considerado o 26º homem mais rico do mundo pelo ranking da revista Forbes. Quando deu o último suspiro no hospital Abert Einstein no domingo, o libanês Moise Safra deixou uma fortuna avaliada em US$ 2,2 bilhões. Nada, contudo, no patrimônio do fundador do Banco Safra seria suficiente para livrá-lo do Parkinson. A doença o levou aos 79 anos.

Também não falta dinheiro ao ator norte-americano Michael J. Fox, conhecido por diversos papeis, principalmente a série De Volta para o Futuro, que marcou os anos 80. No auge da fama, Michael J. Fox foi diagnosticado com Parkinson e decidiu não só divulgar o que se passava no boletim médico, mas atuar na busca pela cura da doença, conhecida pelos tremores que afligem os pacientes. A Fundação Michael J. Fox para pesquisa do Parkinson nasceu em 2009, quando o ator que lhe dava o nome tinha 29 anos.

No Canadá é estabelecida como instituição filantrópica e financia pesquisas neurológicas para a descoberta da cura do Parkinson em todo o mundo. A fundação já captou e investiu US$ 450 milhões na busca pela cura. Aliás, este é o lema: não vamos parar enquanto não encontrarmos a cura.

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Queremos sair o mais rápido possível deste negócio

É sabido que paralelo à busca pela cura, as pesquisas também são concentradas em amenizar os sintomas que limitam a qualidade de vida dos pacientes. No Brasil, entre os exemplos semelhantes está o Instituto do Cérebro, o primeiro no país a realizar a cirurgia que desliga o mecanismo responsável pelos tremores típicos do Parkinson. Por parte da Fundação Michael J. Fox, a maneira de atuação e agressiva e, além da busca por acadêmicos, cientistas e co-financiadores de estudos, também atua no incentivo à realização de ensaios clínicos.

Já foram realizados 60 ensaios clínicos por meio do financiamento de cem alvos terapêuticos. A principal dificuldade está em encontrar voluntários para a participação nos ensaios clínicos, fator que retarda em até 80% a conclusão da pesquisa. Entre os pacientes de Parkinson no Canadá, por exemplo, somente um a cada dez se inscreve para integrar os ensaios.

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Adolescente inventa caneca para facilitar destreza do avô

Lily Born é uma adolescente como outra qualquer, mas com uma inquietação incomum. Em 2012, ela tinha 11 anos e resolveu ajudar o avô a contornar a dificuldade em segurar a caneca. O avô da menina tem Parkinson e assistiu a menina colar pedaços de plásticos maleáveis na caneca que utilizava criando o Kangaroo Cups. A ideia ultrapassou a fronteira da família e Lily achou que outras pessoas também poderiam receber uma parecida. Só havia uma barreira que fazia toda a diferença: ela não tinha um centavo. Mesmo as canecas usadas pelo avô eram um remendo que as faziam parecer um polvo. Foi então que Lily resolveu pedir ajuda em um site de financiamento coletivo. Por meio do crowdfunding, conseguiu todo tipo de caneca, de plástico e porcelana. Conseguiu, principalmente, ajudar o avô e ganhar confiança. Que não pare.

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