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18/03/2016 08:20

Algemas, saltos, rendas... a partir de que ponto é fetiche?

Mário Sérgio Lorezentto
Algemas, saltos, rendas... a partir de que ponto é fetiche?
Algemas, saltos, rendas... a partir de que ponto é fetiche?

Os favoritos incontestáveis da "liga fetichista" são os pés. Além deles, nada parece impensável no mundo colorido dos fetiches. Ao lado dos clássicos como algemas, saltos e rendas, as fraldas e balões podem se tornar o ponto-chave do desejo.
Não se sabe com exatidão qual a porcentagem de fetichistas na população, pois essa preferência surge nos consultórios do psiquiatra, muitas vezes relacionada ao sadomasoquismo, ao voyeurismo ou exibicionismo. Os limites são imprecisos. A distinção entre fetichismo e outras práticas sexuais costuma ser difícil.
Para a Universidade de Heidelberg, na Alemanha, não é fácil definir o que pode ser considerado "normal" quando se considera o poder de atração exercido por saltos altos ou lingeries provocantes. Mesmo Freud entendia como fluida a diferença entre o normal e o fetichismo.
Em seu "Três ensaios sobre a teoria da sexualidade", Freud afirmava: "Certo grau de fetichismo costuma ser próprio do amor normal". Ele só falava em perversão patológica quando o fetiche suplantava qualquer outra possibilidade de satisfação, tornando-se objeto sexual exclusivo, sem o qual o desejo não pode ser satisfeito. Nesse caso, para ele, tratava-se de uma patologia.
Para quem o gozo só é possível uma vez algemado, por exemplo, para Freud, seria uma patologia. Atualmente, psiquiatras e psicólogos são mais cuidadosos em classificar um fetichismo extremo como distúrbio sexual patológico. Aquilo que é estranho ou pouco usual, não precisa ser obrigatoriamente patológico. A palavra "fetichismo" vem de "feitiço".
Navegadores portugueses utilizavam esse termo para designar imagens de deuses africanos. No século XVIII, um juiz francês, Charles de Brosses, usou essa palavra relacionando-a às crenças das populações primitivas no poder dos objetos. Somente em 1887, outro francês, o psicólogo Alfred Binet, associou o fetichismo à sexualidade. Apesar de, ainda hoje, haver poucos dados sobre fetichistas, a maioria dos pesquisadores supõe que essa preferência ocorra sobretudo com homens.
A tendência atual da psiquiatria, de tomar cuidados para não demonizar o fetichismo, tem como ponto decisivo o comportamento dos parceiros em um relacionamento. Quando fetichistas respeitam sua parceira e os interesses dela, os estudiosos do assunto concluem pela normalidade do relacionamento. A questão central é o respeito. Libertaram as algemas!

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Cientistas investigam a possibilidade de Alzheimer e Parkison serem contagiosos.

A descoberta é instigante, mas os especialistas aconselham cautela. Destacam a pequena dimensão do estudo que levou à dúvida. O fato é que, em setembro de 2015, a "Nature", uma das mais conceituadas revistas científicas do mundo, publicou uma pesquisa desenvolvida na Universidade College London. Na pesquisa, foram realizadas autópsias em oito pacientes que morreram de uma doença denominada Creutzfeldt-Jakob (doença da "vaca-louca").
Os falecidos estavam com idades entre 36 e 51 anos. Todos haviam contraído a doença após tratamentos com hormônios de crescimento que, como foi constatado, estavam contaminados com príons. Na "vaca-louca, o cérebro do paciente passa por um processo acelerado de deterioração. Literalmente - surgem buracos que causam demência e levam à morte em apenas um ano. Para surpresa dos pesquisadores que estavam realizando as autópsias, seis dos oito pacientes com "vaca-louca" também apresentavam sinais indicativos de Alzheimer, em forma de massas, ou placas coesas de proteínas beta-amiloides.
São claros indícios de diagnóstico de Alzheimer, embora os falecidos fossem jovens demais para apresentar esses sinais. As observações sugerem que as injeções de hormônio contaminados poderiam conter pequenas quantidades de proteínas beta-amiloides, que levaram à formação de mais proteínas iguais. A conclusão é de que poderia ocorrer o contágio por erro em procedimento hospitalar ou laboratorial, mas não de um humano para outro. A exceção estaria no canibalismo.

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"Mate um, apavore 10 mil": a violência política.

Há um ditado chinês que diz: "Mate um, apavore 10 mil". Em muitos casos, essa tática psicológica funciona bem demais. O Brasil acaba de dar um passo para evitar a violência política. Na semana que antecedeu as passeatas contrárias ao governo e ao PT, uma parcela expressiva dos manifestantes teria se afastado do movimento caso a violência desencadeada pela condução coercitiva de Lula, ao aeroporto de Congonhas, tivesse prosperado. A grande discussão, por alguns dias, foi a de que o Brasil teria se tornado uma Venezuela, com centenas de mortos nos embates políticos.
Mas quem são as pessoas que se utilizam da violência com propósitos políticos? São loucos? Essa forma de pensar a política pode parecer quase patológica. De fato, muitas pessoas automaticamente qualificam os violentos de "loucos". Alguns pesquisadores chegaram a levantar a suspeita de problemas psiquiátricos, como transtorno da personalidade antissocial, como causa de violência política. Entretanto, todos os estudos mundiais não produziram sequer uma só evidência de que os extremistas violentos, mesmo os homens e mulheres-bomba, apresentem transtornos mentais.
Pelo contrário, de acordo com os estudos, eles têm aspectos mentais prevalentemente saudáveis. Os responsáveis pela violência, física ou moral, são motivados por profunda convicção de que estão agindo corretamente. Todas as pesquisas conduzem ao entendimento de que os extremistas unem a capacidade intelectual com o ódio. A teorização política funciona como válvula de escape para a frustração diante de situações que eles acreditam como fontes de injustiça. Essa racionalização política torna-se perigosa quando se consolida e se transforma em dogma. Durante longos anos, ouvimos falar que os extremistas são pessoas que sofreram lavagem cerebral. Sob alguns aspectos, eles são pessoas "normais", exatamente como você ou eu. Obviamente, nem todos têm uma história financeira e social sólida. A maioria tem pouca instrução. E também são solteiros.
Independentemente dos antecedentes, o que parece unir os extremistas é a disposição de subordinar a identidade individual a uma identidade coletiva. Como regra, eles colocam os interesses de seu grupo acima do próprio bem-estar. De fato, fazer parte de um grupo extremista proporciona um senso de comunidade, poder e identidade a pessoas que, do contrário, se sentem sozinhas, impotentes e sem importância. Uma ação violenta na política o coloca "no mapa". Ele está aqui, existe, é forte, está no controle e faz a diferença. Não pertencer a esse grupo violento seria sinônimo de ostracismo. Pertencer a um grupo violento proporciona um senso de comunidade e poder, mas também de vingança. Parcela de nossa sociedade esteve à beira de uma devastadora violência política. Nesse caso, sobrou lucidez àqueles que ocupam cargos governamentais.

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Existem argumentos em defesa de Donald Trump, o candidato a presidência dos Estados Unidos que discute até o tamanho do pênis?

Trump vem sendo comparado a Hitler. Será que ele é realmente tão ruim? Será que toda a histeria que foi estabelecida não é exagerada? Se prestarmos atenção a suas ideias e não apenas às vulgaridades de seu estilo, fica claro que ele é mais moderado que alguns de seus rivais na corrida para a escolha do candidato republicano. Trump defende o fim das brechas tributárias usadas pelo mundo das altas finanças. Também diz que o governo norte-americano deve garantir cobertura de assistência médica para todos.
No que se refere à política externa, a retórica de Trump é agressiva e nacionalista, todavia ele é tão cauteloso quanto Obama com relação ao envio de tropas para garantir a "democracia" em outros países. Também diz que o acordo nuclear com o Irã é uma boa ideia. As propostas mais controversas de Trump são as de construir um muro na fronteira mexicana e de proibir, temporariamente, a entrada de mulçumanos nos EUA. Mas é importante lembrar que, quanto à intolerância zero para com a entrada de mexicanos, e latinos em geral, ele nada mais faz que propagandear a lei vigente nos EUA.
Essa é a lei e a prática corrente, inclusive com a elevação de telas nas fronteiras. O chamado a uma proibição à entrada de mulçumanos nos EUA foi seguido pela frase "até que descubramos o que diabos está acontecendo" - o que torna a ideia muito vaga e dá espaço para voltar atrás. Mas a vaidade de Trump é algo que só encontramos em Hitler. No último debate ele não resistiu e respondeu a uma infâmia sobre o tamanho do pênis. É assustador pensar que um homem com tão pouco autocontrole possa ser o dono da chave do maior arsenal nuclear do mundo.




O corrupto é o maior fetichista. Primeiro que é cleptomaníaco, dissimulado, provoca lesão a terceiros, impõe sua vontade, usa salto alto, e se tivermos sorte, termina na algema.
Quanto ao Trump, mais assustador é eleger um infantil que acusa o concorrente de ter pênis pequeno, como se isso interferisse no governo. Imagine a cena, o presidente americano bate o pênis na mesa e diz: "Se o seu for maior que o meu você ganha!"
Do lado democrático, temos um comunista que quer guerra nuclear; e Hillary também não é opção, pois todos sabem o que ela aprontou na Líbia, além do fato de vazar segredos (deveria estar presa, mas é Clinton) e de fazer palestras milionárias para grandes empresas sem saber dizer o conteúdo dessas conferências (parece familiar?).
 
Guilherme Arakaki em 18/03/2016 11:08:36
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