A notícia da terra a um clique de você.
 
13/03/2016 08:31

As comidas mais caras e raras do mundo

Mário Sérgio Lorenzetto
As comidas mais caras e raras do mundo

O site Top Tenz elegeu as comidas mais caras e raras do mundo. Um menu para todos os gostos, mas ao alcance de poucas carteiras. O que chama mais atenção é o caso do açafrão. É verdade, nunca vimos o açafrão verdadeiro. Ele é feito à partir das pétalas da flor. Enquanto os falsos, que todos comemos, são feitos com o pedúnculo (o "cabinho" da flor).
1. Ouro - ele não tem sabor, mas é o ingrediente mais caro da lista. É usado em pequenas quantidades, em flocos ou folhas, para adornar alguns pratos dos milionários. O quilo custa mais de R$100 mil.
2. Sopa de ninho de ave - é feita com a saliva de andorinhas que habitam grutas no sudoeste chinês. É servida na China há mais de 400 anos. Um prato custa R$ 31.000.
3. Trufas brancas - os fungos que dão origem a essas trufas, encontram-se embaixo da terra, em raízes de árvores da Itália e da Croácia. Em geral, essas trufas são "caçadas" com o auxílio de cães treinados especialmente para a procura. São raspadas em alguns pratos. O quilo custa R$ 29.000.
4. Caviar Almas - a lista de espera para comprar esse caviar é de 4 anos. O esturjão Beluga, que origina o caviar (ovas) só é encontrado em razoável quantidade no Irã. O caviar só é vendido em Londres. O quilo custa R$ 58.000.
5. Bife Kobe - o bife vem das vacas japonesas Wagyu, as mais paparicadas do mundo. Elas são alimentadas com erva fresca e cerveja. Ainda recebem massagens diárias para que a carne fique tenra e especialmente marmorizada. Um luxo que foi criado por aqui mas sem os cuidados adotados no Japão. O quilo custa R$ 2.500.
6. Chocopologie - é o chocolate mais caro do mundo. Feito exclusivamente com o cacau Valrhona, sem aditivos ou conservantes. O quilo custa R$ 18.000.
7. Cogumelos Matsutake - outra iguaria japonesa. Encontram-se nas raízes de certos pinheiros do Japão, China e Coréia. A dificuldade maior é que eles jamais crescem no mesmo lugar. O quilo custa R$ 6.300.
8. Melão Yubari - mais uma dos japoneses. Esses melões crescem apenas na pequena cidade de Yubari, no norte japonês. A unidade custa R$ 680.
9. Melancia Densuke - ela só cresce na ilha japonesa de Hokkaido, também no norte do Japão. E somente existem 65 melancias por ano. São oferecidos como presentes ultra especiais. A unidade custa R$ 19.000.
10. Açafrão - para fazer um quilo do verdadeiro açafrão são necessárias 137.500 flores, o equivalente à plantação de 1,6 campo de futebol. Apesar de não ser difícil de ser cultivado, a sua colheita é dificílima. Os melhores são os indianos - o quilo custa R$ 34.000. Mas há os iranianos, de menor valor comercial, cujo quilo chega a R$ 3.500.

Veja Mais
Povo nas ruas novamente. Como fica a Previdência?
Descascar mais, desembalar menos

As comidas mais caras e raras do mundo
As comidas mais caras e raras do mundo

Somos todos Gatas Borralheiras.

Sonhamos boa parte de nossas vidas com a possibilidade do destino, da sorte, de sermos felizes, prósperos e saudáveis. Somos todos Gatas Borralheiras. Tal como ela, vivemos à espera de um golpe de sorte: ser a mais feliz de todas as princesas. A Gata queria ser Cinderela, mas a maioria de nós se contenta com menos e quer apenas uma vida bonita. Para outros, isto não basta. O príncipe encantado destes chama-se "sucesso".
É fácil perceber porque o enredo de Cinderela, que fala de transformação e superação - mais pela sorte que pelo trabalho - encanta tanta gente desde tempos remotos. A fábula de Cinderela teve início há 800 anos antes de Cristo, na China.
As nossas fadas madrinhas travestem-se de várias formas. Podem ser bilhetes de loteria, futebol, música, diplomas, concursos públicos, promotores, ações na bolsa ou cargos políticos. O efeito esperado é sempre o mesmo: a boa sorte nos será bafejada.
Tornar-se um pop star, um político ou um promotor não passa de mais uma versão da Gata Borralheira. São Cinderelas. São borboletas que saíram do casulo, que abandonaram uma vidinha normal e chata, que superaram o dia-a-dia de uma lagarta. Mas não podem se esquecer de que a felicidade não vem em jornais, em palcos, em estátuas ou medalhas e ovações. A felicidade está ou não dentro de nós. Simples assim. Ou como diria alguém mais velho: "Levei décadas para fazer sucesso da noite para o dia".

As comidas mais caras e raras do mundo

Os limões correm o risco de serem cassados.

O Facebook brasileiro é o mais agressivo do mundo. Essa é um declaração de Mark Zuckerberg, o criador dessa tecnologia popular. Isso assusta. Há poucos dias a atriz Fernanda Torres publicou suas ideias acerca do feminismo. A reação foi tão forte que ela resolveu publicar outro texto retratando-se. Veio novo linchamento verbal. "Não perdôo" é o mote de quem agora escreve sobre as opiniões da Fernanda Torres. A intransigência é tamanha que nem comemoraram a "vitória".
Há outro caso famoso. A Pepsi-Cola do Brasil fez ressurgir uma antiga propaganda em que dois limões dialogavam. Na nova campanha publicitária, a empresa se posicionou a favor do que é inusitado e fora do comum: "Os limões são os porta-vozes da marca, os soldados na luta contra a mesmice e a chatice do mundo". A propaganda tem alguma dose de simpatia e limita-se a fazer alguns trocadilhos inócuos. Apesar disso, a campanha publicitária foi denunciada como negativa para as minorias e contra os movimentos sociais. O órgão julgador da publicidade brasileira aceitou a denúncia e, brevemente, julgará a campanha. Os limões correm o risco de serem cassados. Tudo em nome da correção política exacerbada. Uma dose de caipirinha, sem limão, de intolerância. São os Torquemadas do século XXI. A nova polícia dos costumes que lota as redes sociais. Gente ultra sensível a tudo que lhes interessa e que usa a palavra de maneira violenta. Nunca subestime o poder de um intolerante. Eles estão entre nós. E ao contrário do "Arquivo X", proprietário da frase, não vieram de outro planeta. Espremeram os limões!




imagem transparente

Compartilhe

Classificados


Copyright © 2016 - Campo Grande News - Todos os direitos reservados.