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16/04/2016 07:58

Brevemente o mundo será 4.0

Mário Sérgio Lorenzetto
Brevemente o mundo será 4.0

A indústria 4.0, como vem sendo denominada a indústria com alta transformação tecnológica, ocupa as principais notícias dos jornais no mundo. Todos preocupados com o avanço inexorável da tecnologia sobre milhões de empregos. No país do desânimo esse vital debate não ocupou mais que duas linhas.
A ironia do tempo mostra que o único setor da economia brasileira em alta tensão com o mundo 4.0 é o dos taxistas. Taxistas agrediram motoristas do Uber em São Paulo. Os embates entre os dois mundos apenas mostraram suas primeiras garras.
O mundo 4.0 é um processo evolutivo como tantos outros com que a humanidade se deparou. Mas também é um processo de altíssima velocidade, alcance e impacto que não tem precedentes históricos.
Nesse mundo 4.0 só os mais fortes e os mais rápidos, capazes de mudar as suas cadeias de valor e modelos de negócio, conseguirão resistir e sobreviver. Vivemos os mesmo problemas que os trabalhadores nas "Marias-Fumaças" há cem anos, passarão de início uma forte negação e contestação, depois a derrota final e a história nos museus. Será, porém, indispensável que nossos poderes públicos façam o mínimo que lhes é exigido eliminando os entraves à livre concorrência.

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A arte de acariciar os riscos que só os mais ricos exercitam.

Sabia que há hábitos de vida que separam alguns dos mais ricos do mundo dos restantes mortais? Um deles é a arte de acariciar os riscos. A maioria das pessoas ricas e bem sucedidas à sua própria custa - não estamos falando dos herdeiros de fortunas - atravessou períodos de luta intensa e quase todos tiveram momentos na vida em que tiveram de arriscar tudo. Saber acariciar os riscos é um dos traços mais fortes dos extraordinariamente bem sucedidos.
Vejam o exemplo de Steve Jobs que começou a Apple em uma garagem com algumas centenas de dólares. Ou o de Bill Gates, que abandonou Harvard para começar a Microsoft. Melhor ainda, o exemplo de Jeff Bezos, que ignorou uma década de avisos dos analistas de Wall Street que condenavam a existência da Amazon. Todos seguiram o pensamento de Rockefeller: " não tenha medo de desistir do bom para partir para o excelente". Só os ricos fazem malabarismo com os riscos.

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Trocando o isopor por cogumelo e casca de milho.

Uma pequena empresa norte-americana acaba de criar o sucedâneo do isopor, mas ele tem uma grande vantagem: é dissolvido naturalmente em três semanas. Vale lembrar que o isopor é um dos piores agentes poluidores do meio ambiente por levar mais de um século para se decompor. O novo produto é feito de cogumelos variados e de casca de milho e recebeu o nome de "mushroom packing" (embalagem de cogumelo). Promete ser tão leve, resistente e macio quanto o isopor. A primeira grande empresa que passou a comprar o mushroom packing é a Ikea, a maior varejista mundial de móveis e artigos domésticos.




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