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24/12/2013 07:10

Carnaval, Copa e eleições farão de 2014 um ano morno

Mário Sérgio Lorenzetto
Carnaval, Copa e eleições farão de 2014 um ano morno

Espremido por Carnaval, Copa e eleições, 2014 não trará novidades econômicas

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Diante das projeções pessimistas dos economistas para o Brasil nos próximos dois anos, não seria fora de propósito para qualquer empresário tirar um longo período sabático ou festivo. A previsão generalizada é que a economia cresça entre 2% e 2,5% em 2014. Fecharemos os quatro anos do governo de Dilma Roussef com um crescimento médio de 2%. Não é brilhante, mas também não é o fim do mundo.

De fato, o crescimento projetado para a economia no curto prazo não difere muito do registrado nos últimos dois anos, quando, apesar do nível de atividade fraco, a maioria das empresas teve ganhos um pouco acima da inflação.

O cenário está dado não se espera nenhuma grande informação que mude as previsões nos próximos 12 a 18 meses. Não se pode esperar grandes mudanças em 2014 do ponto de vista de investimentos e oportunidades de negócios, inclusive fusões e aquisições, em relação aos últimos dois anos. O nível de atividade deverá ser mantido no mesmo ritmo atual e o consumo também. A sequência de Carnaval, Copa do Mundo e eleições, tornará o ano especialmente truncado. Cautela é a palavra chave.

Carnaval, Copa e eleições farão de 2014 um ano morno
Carnaval, Copa e eleições farão de 2014 um ano morno

Estão desistindo da vida sexual?

Dois países realizaram pesquisas recentes sobre a vida sexual – Grã- Bretanha e Japão. A revista médica The Lancet, revelou que os britânicos estão fazendo menos sexo. Foram mais de 15 mil entrevistados. As principais causas apontadas para a perda de interesse sexual são, segundo a pesquisa, a situação econômica e o uso excessivo da internet. Eles praticam menos de cinco relações sexuais por mês.

Uma série de estudos recentes alertou para um fenômeno semelhante no Japão, onde homens e mulheres têm tido menos vontade de fazer sexo. Mais de 30% das pessoas com menos de 30 anos diz que ainda não fez sexo no Japão. Entre 18 a 24 anos, 25% dos homens afirmam não estar interessados. A maior pesquisa realizada sobre o assunto foi feita pela Durex, fabricante de camisinhas que estudou o assunto em 41 países.

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Brasileiro pensa mais em sexo do realmente pratica

O Brasil ficou de fora. Por aqui, a principal pesquisa foi conduzida pela USP, em 2008, depois de 8.200 entrevistas em dez cidades brasileiras. O resultado mais interessante no comportamento dos brasileiros é que pensamos mais em sexo do que praticamos. A média dos brasileiros é de 2 a 3 vezes por semana e sonham com mais de 6 relações semanais. Quanto ao número de parceiros sexuais durante a vida o campeão é a Turquia com 14,5 e o menor é o indiano com três parceiros. No Brasil, os cariocas são os mais namoradores com 4,3 parceiros e as moças de Porto Alegre são as que contam com mais parceiros – 2,4.

No quesito da freqüência, os mais dispostos são os gregos com 138 vezes ao ano e a menor frequência está no Japão com 45 vezes por ano. Os líderes nacionais são os brasileiros de Belo Horizonte com 3,8 relações semanais e as mulheres de Manaus com 2,7 relações por semana.

As dificuldades para a realização do ato sexual foram computadas pela pesquisa da Durex. 82% dos italianos dizem manter relações sexuais no carro e a menor dificuldade está no Vietnã com 5% de relacionamentos no carro.

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Dezembro: tempo de comemorar o retorno da Mona Lisa ao Louvre

O mês de dezembro de 2014 marca o centenário do retorno da Mona Lisa, a célebre obra de Leonardo Da Vinci, ao museu do Louvre, em Paris. A moça ficou dois longos anos longe do espaço e o roubo a tornou a pintura mais famosa do mundo. Conforme estudo do historiador da arte americano Noah Charney, que escreveu o livro Os roubos da Mona Lisa, este foi o primeiro delito contra a propriedade a receber a atenção da mídia internacional.

O ladrão que a tornou uma das mulheres mais vistas de todos os tempos, Vincenzo Peruggia, era considerado um desastrado, mas conseguiu entrar e sair do museu com a pintura sem despertar atenção. O crime foi cometido em uma segunda-feira – no dia 21 de agosto de 1911 – um dia em que o museu estava fechado.

A ausência do quadro só foi notada na terça-feira. A polícia começou uma investigação e o centro permaneceu fechado durante uma semana em meio ao escândalo. Batizada pelos franceses de "La Joconde" (A Gioconda) - como os franceses chamam a Mona Lisa - desapareceu foi recuperada em 10 de dezembro de 1913, quando Peruggia foi capturado ao entregar a obra a Alfredo Geri, um vendedor de antiguidades de Florença, na Itália.

Durante o hiato no museu, a mídia da época se encarregou de elevar a pintura ao posto de mais famosa do mundo inventando todo tipo de história. Além de jornais e anúncios publicitários, até caixas de chocolate exibiam a pintura.

Multidões passaram a ir ao Louvre só para ver o espaço vazio deixado por Gioconda

A intensidade da cobertura midiática elevou o valor da obra e fez dela uma espécie de celebridade. A mídia, ao fim das histórias, chegou inventar que Gioconda fora namorada de Da Vinci. Assim, a peripécia do ladrão virou assunto de estado e até o pintor espanhol Pablo Picasso foi um dos suspeitos do furto. Entre idas e vindas da investigação, a polícia francesa chegou à conclusão que o Louvre tinha um sistema fraco de vigilância, o que facilitou a subtração da pintura.

A verdade revelada mais tarde foi de que Peruggia era um insano apaixonado pela Mona Lisa. Ao ser capturado chegou afirmar que teve motivações patrióticas para o feito porque acreditava no envolvimento de Napoleão no roubo da pintura quando a obra estava na Itália. O quadro, porém, havia sido comprado pelo rei francês Francisco 1º no século 16, por uma elevada quantia.

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