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11/04/2016 07:52

Coltan, lítio, terras-raras e água, os investimentos do futuro

Mário Sérgio Lorenzetto
Coltan, lítio, terras-raras e água, os investimentos do futuro

Quer investir seu dinheiro assegurando o futuro de filhos e netos? Procure pelo coltan, lítio, terras-raras e água. Os dois primeiros, coltan e lítio, até que alguma prospecção prove o contrário, não existem no Brasil. Mas os dois últimos, terras-raras e água, há em abundância no nosso país, e são raros em muitos outros.
As maiores reservas mundiais do coltan - 75% - ficam em Bandulu na República Democrática do Congo (vale lembrar que existem "dois Congos" - a República Democrática do Congo e a vizinha, República do Congo). O coltan, que tem como um de seus componentes o tântalo, vem sendo denominado de "rei da era digital". Não existe aparelho eletrônico sem ele. Sua exploração não é ordenada e não raras vezes é retirado junto com muito sangue dos mineradores-aventureiros. É a guerra mais mortífera do planeta que quase ninguém comenta. Nessa região estão instaladas aproximadamente 5.000 empresas de todas as nacionalidades - nenhuma de brasileiros.
O lítio já foi motivo de longa nota esclarecedora desta coluna. É importante repetir que o lítio existe em grande quantidade na Bolívia e na Argentina. A disputa por uma parceria do lítio boliviano ensejou uma disputa ferrenha entre a França e a Rússia. O Brasil fez que não viu. As baterias modernas não existem sem o lítio. Ele está presente em nossos celulares, computadores e nas novas gerações de carros movidos a energia elétrica que lotam as ruas europeias e norte-americanas. Uma só bateria para esse carros leva até 80 quilos de lítio e um dos maiores bancos afirmou que o lítio é a gasolina do futuro. Construirá fortunas.
Também foi matéria desta coluna as terras-raras. A China responde por 95% desse mercado, única e exclusivamente porque o Brasil se dá o luxo de não extraí-lo comercialmente. Sabemos que temos reservas de 3,5 bilhões de toneladas de terras-raras . Há minas comprovadas em Araxá (MG) e na mina de Seis Lagos na Amazônia.
Ainda que passe desapercebido para nós, a água está virando commoditie. Tudo começou na Jordânia e na Austrália. A água nesses países é rara. Neles foram construídos grandes dutos para conduzir água. Também o armazenamento de água, principalmente em lagoas, já começou em centenas de regiões no mundo. Começaram a aparecer as primeiras empresas que vendem contratos de entrega de água no futuro. Enquanto isso, o Mato Grosso do Sul continua a tratar suas grandes reservas como se elas fossem infinitas e sem valor. Até onde esta coluna tenha conhecimento, somente um fazendeiro local deixou de comprar terras quaisquer para comprar pequenas porções de terras que ladeiam rios - a preço de banana. Com certeza, legará uma grande fortuna para os seus. Um, somente um.

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A "siesta" começa a tomar conta dos escritórios de Nova York.

Há um século, o fundador da General Electric, Thomas Alva Edison, declarou o sono no intervalo do trabalho "um absurdo, um mau hábito". Estava dada a partida para a proibição da "siesta" em território norte-americano. Essa prática foi copiada mundo afora, com poucas exceções: o mundo de língua espanhola. Desde os dínamos de Wall Street até a mais remota mercearia de uma cidadezinha de 1 mil habitantes passaram a adotar a morte da "siesta". Edison, o homem da lâmpada, matou o sono. Uma mensagem começou a correr mundo depois de Edison: dormir pouco representa uma forma de força máscula, atribuindo aos que descansam moderadamente uma debilidade efeminada, como afirmavam os empresários dessa época: "dormir é coisa para meninas".
Uma abundância de descobertas científicas, muitas sob o patrocínio da NASA e do exército dos EUA, levou muitos empresários a abandonarem a cruzada para diminuir as horas de sono além do razoável. Pelo contrário, abundam novos escritórios com salas exclusivas para a "siesta" em Nova York . Um jornalista captou a virada de opiniões, apelidando Donald Trump de "último torcedor da falta de sono", e apresentando como modelo substituto Albert Einstein, que dormia dez horas por dia. Esse jornalista também mostrou na televisão dos EUA as modernas salas de "siesta" da Google, Amazon, Nike e Time Warner.

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Vacina contra dengue aguarda apenas definição do preço.

Serão 500 mil doses da vacina contra a dengue, denominada Dengvaxia, a ser distribuída nas farmácias e clínicas no Brasil. A empresa farmacêutica Sanofi Pasteur aguarda apenas a definição do preço que deve ser feita nos próximos dias (o prazo dado está estourado) pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão ligado ao governo federal. Até agora o SUS não definiu o uso desse imunizante para ser distribuído gratuitamente nos postos de saúde.
A Dengvaxia deve ser aplicada em três doses, com intervalo de seis meses entre cada uma, e tem eficácia de 65% contra os quatro tipos de dengue. As pesquisas em laboratório mostraram ainda que a vacina reduz em 81% os casos de hospitalização. Vale lembrar que os indivíduos de 9 a 45 anos, que estão aptos a receber a vacina Dengvaxia, concentraram 66% dos casos da doença no país.

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Ciência comprova: paixão é fogo.

Cientistas da Universidade de Granada, na Espanha, acabam de comprovar uma crença popular: a paixão aumenta a temperatura do corpo. Na pesquisa, 60 voluntários - assumidamente apaixonados - receberam imagens de seus namorados (as) enquanto eram analisados por uma câmera responsável por verificar a temperatura do corpo. Observaram a expressão física da paixão: a temperatura das, bochechas, mãos, peito e genitália subia entre um e dois graus Celsius.




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