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13/09/2014 09:41

Desorganização na Prefeitura impede melhoria do trânsito de Campo Grande

Mário Sérgio Lorenzetto
Desorganização na Prefeitura impede melhoria do trânsito de Campo Grande

Quando Campo Grande terá corredores para ônibus e táxis?

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Dos R$ 50 bilhões prometidos pela presidente Dilma Roussef no chamado Pacto da Mobilidade, após as manifestações de junho de 2013, R$ 29 bilhões já foram aprovados para projetos apresentados por estados e municípios. Para Campo Grande, a Prefeitura apresentou projetos que totalizam R$ 316 milhões, dos quais R$ 72 milhões encontram-se em estágio de análise nos ministérios em Brasília. A solicitação de recursos seria destinada para a construção de um VLT que ligaria a região do Terminal Guaicurus até o aeroporto, passando pela Orla Morena. O projeto também previa a implantação de corredores exclusivos para ônibus e táxis. Um deles atenderia a região do Aero Rancho e o outro a do Nova Bahia, o terceiro seria a revitalização dos já existentes no Centro da cidade.

Entretanto, especialistas avaliam que o impacto desses empreendimentos ainda vai demorar a chegar à população da cidade, que carece de projetos de curto prazo para melhorar os transportes públicos. A sincronização de semáforos e a retirada das rotatórias em pouco mais de 10 pontos na cidade trariam um grande alívio para a maioria dos motoristas que ficam parados um longo tempo, presos no trânsito. São medidas pontuais, relativamente baratas e de rápida construção, mas dependentes de organização e capacidade administrativa. Até hoje, não retiraram as rotatórias da Avenida Mato Grosso com a Via Parque e nem a da saída para São Paulo ao lado da Coca Cola.

Desorganização na Prefeitura impede melhoria do trânsito de Campo Grande
Desorganização na Prefeitura impede melhoria do trânsito de Campo Grande

As vendas dos carros chineses Jac e Chery estão quase parando

Há bem pouco tempo, os modelos dos carros chineses Jac e Chery detinham, em conjunto, mais de 9% dos carros importados pelos brasileiros. O sucesso popular era enorme. Não havia carro para pronta entrega. Todos davam como certa a rápida ultrapassagem que fariam sobre os demais concorrentes de menor custo. O preço era

ótimo para um carro com grande quantidade de acessórios, somente existentes em automóveis bem mais caros.

O sonho parou. Com a mesma velocidade com que conquistaram os consumidores, seus carros perderam espaço diante da famosa “guerra dos portos”, movimento liderado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) que restringiu as importações, bem como também pela valorização do dólar.

Atualmente, Jac e Chery respondem por tão somente 3% do total importado. Só em 2014, as vendas caíram 46% com pouco menos de 5 mil veículos. É um número que fica atrás até mesmo de marcas de luxo, como por exemplo a BMW, que vendeu, no mesmo período, 7 mil carros.

Desorganização na Prefeitura impede melhoria do trânsito de Campo Grande
Desorganização na Prefeitura impede melhoria do trânsito de Campo Grande

Qual é o melhor carro: a diesel ou a gasolina?

Na compra de um veículo, para além do preço e do modelo, o tipo de motor é um aspecto que determinará os custos de manutenção e o tipo de combustível que levará seu dinheiro.

A primeira vantagem que os carros a gasolina têm sobre os a diesel é o preço. Os carros a diesel são, em média, mais caros. A segunda questão é você definir onde e quantos quilômetros circulará por mês. Os especialistas têm um número mágico: carros que circulam menos de 10 mil quilômetros por mês devem ser a gasolina e os que circulam mais devem ser a diesel. Esta conta equivale a dizer que os carros que circulam raramente nas estradas devem ser a gasolina e os que estão diariamente nas estradas devem ser a diesel. A última questão relevante é o preço que conseguirá na hora da venda: os motorizados a diesel receberão valores a maior que os a gasolina. Façam as contas pois o resto é mito criado por vendedores.

Desorganização na Prefeitura impede melhoria do trânsito de Campo Grande
Desorganização na Prefeitura impede melhoria do trânsito de Campo Grande

A não-aposentadoria. Manter-se na ativa rende muito mais

A não-aposentadoria diz respeito ao impacto de se trabalhar mais. Se você pode continuar trabalhando com bem mais de 60 anos mesmo ganhando uma renda menor com

um trabalho de meio período, você conseguirá mais em um ano do que ganharia com a previdência. Agindo assim, você não precisa usar seu "pé-de-meia" durante esses anos e poderá aumentá-lo.

Comece perguntando a si mesmo o que você gostaria de fazer. Faça consultas informais com as pessoas que conhece. O maior ativo que os mais velhos têm são suas redes de contatos. As pessoas que eles conhecem ao longo dos anos. Converse com essas pessoas para saber se você precisa desenvolver novas habilidades. Não romanceie nenhuma ideia, pesquise. Pense como você poderá aproveitar as habilidades que tem hoje e mudar para um setor diferente da economia com elas. As pesquisas mostram que só existem dois setores com uma pequena aversão aos mais velhos - alta tecnologia e enfermagem.

Desorganização na Prefeitura impede melhoria do trânsito de Campo Grande
Desorganização na Prefeitura impede melhoria do trânsito de Campo Grande

Os invisíveis na era da autopromoção

Em uma sociedade em que uma em cada sete pessoas do planeta tem um perfil no Facebook, os invisíveis trocam seu minuto de fama pelo anonimato de um trabalho bem feito. Eles estão em toda parte. Nos órgãos públicos são eles os verdadeiros dirigentes, nas empresas são os responsáveis pela qualidade dos serviços e vendas. São talentos que cumprem um papel importante em uma organização, mas que não estão nem pretendem estar sob a luz de um holofote. Os chamados "invisíveis" não são necessariamente tímidos, quietos e antissociais: eles simplesmente mantêm uma relação diferente com o reconhecimento. Para eles, mais importante que se autopromover é buscar a excelência nos desafios lançados e se satisfazer com o sentimento de missão cumprida.

Desorganização na Prefeitura impede melhoria do trânsito de Campo Grande
Desorganização na Prefeitura impede melhoria do trânsito de Campo Grande

Brasil intolerante

O brasileiro é um povo conservador? Esta questão foi fruto de intensos debates para os franceses da Ipsos Public Affairs. Ela é uma das três maiores empresas de pesquisas do mundo, com atuação em mais de 80 países. Os franceses da Ipsos acharam que havia alguma coisa errada na pesquisa que realizaram em 20 países, pois as respostas não eram consistentes com a imagem que tinham do Brasil. Em verdade, elas também

estão distantes do próprio imaginário do brasileiro, que vê a si mesmo com os "olhos de Copacabana", distante de posições conservadoras.

A primeira pergunta já assombra o olhar do estrangeiro. Questionados se as mulheres devem ter os mesmos direitos e o mesmo poder dos homens, 38% dos brasileiros responderão que não. Para esse elevado percentual as mulheres devem apenas ser boas mães e esposas. Ocupamos a primeira posição no ranking do conservadorismo. Somente a Turquia, país de maioria mulçumana, e por isso percebido como muito conservador, se aproxima do Brasil: por lá, 36% não admitem os mesmos direitos para homens e mulheres.

Desorganização na Prefeitura impede melhoria do trânsito de Campo Grande
Desorganização na Prefeitura impede melhoria do trânsito de Campo Grande

Religiosidade ainda é tabu

A pergunta seguinte diz respeito à religiosidade. Dentre os 20 países pesquisados, o Brasil novamente ocupou a primeira posição, com 79% afirmando que "religião é muito importante para mim", e somente 13% discordam dessa frase, ou seja, não dão valor à religião. A África do Sul e a Turquia são os países que se aproximam do Brasil nessa posição, ambos com 76% de concordância com a frase sobre religiosidade.

A posição dos brasileiros em relação aos homossexuais também é bem próxima a dos turcos. Lá, 62% concordam que gays e lésbicas "devem ser livres para viver suas vidas". Aqui, são 61%. Mas na hora de se posicionar claramente de forma contrária, porém, o brasileiro é mais cuidadoso que o turco - apenas 28% discordam da afirmação, contra 34% na Turquia.

Afinal somos mesmo um povo muito conservador ou os temas como feminismo, religiosidade e homossexualismo ainda são tabus? Há pouco espaço para um homem em nossa sociedade se posicionar a favor dos direitos e poderes das mulheres, não ter religião e ser a favor da liberdade plena para homossexuais.

Desorganização na Prefeitura impede melhoria do trânsito de Campo Grande



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