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05/07/2015 10:38

Em meio à onda de pessimismo surge sempre boas notícias para o Brasil

Mário Sérgio Lorenzetto
Em meio à onda de pessimismo surge sempre boas notícias para o Brasil

Boa notícia I: estrangeiros investem R$ 21,5 bi na bolsa de valores brasileira.

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Os estrangeiros aplicaram mais dinheiro na bolsa brasileira no primeiro semestre de 2015 do que em todo o ano passado. Há duas leituras possíveis do fenômeno: a primeira diz que eles estão apenas procurando remuneração melhor, uma vez que as taxas de juros nas principais economias do mundo estão próximas de zero e em alguns países estão abaixo de zero. A outra hipótese é a de que estão acreditando no ajuste fiscal do ministro Levy e apostando no futuro da economia.

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Boa notícia II: Coca-Cola investirá R$ 3 bi no Brasil.

A Coca-Cola montou uma estratégia de ganhar mais fatias no nosso país. Inaugurou uma fábrica em Minas Gerais e montará duas novas em Brasília e no Rio de Janeiro. "Quem cresce agora, num mercado em desaceleração, ganha fatias de mercado", disse o presidente do grupo para a América Latina, Brian Smith. Vale lembrar que o mercado de bebidas sofreu queda de vendas no Brasil neste semestre.

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Boa notícia III: BRF obtêm bons resultados e aposta em investimentos.

A BRF, gigante do ramo de alimentação brasileira, cresceu 8%, em toneladas, nos seis primeiros meses do ano e o Carrefour expandiu as vendas em 7%. Abílio Diniz, um dos maiores empresários do país, vê no país um pessimismo excessivo sobre a economia. Ele diz que o setor privado precisa investir mais para reativar a atividade - "O Brasil é maior e mais forte do que governo. Os governos passam, o Brasil vai adiante".

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As agências bancárias fecharão as portas?

Há muitas profissões que estão com os dias contados devido ao avanço da internet. A dos bancários terá um futuro promissor? O australiano Brett King, conhecido como o "futurista dos bancos", responde a essa indagação com uma negativa. Ele diz que as agências bancárias estão com a "morte anunciada". Vale esclarecer que King presta consultoria a bancos do mundo todo.

Em dez anos, o Brasil terá nas ruas metade das agências bancárias que tem hoje. E a tendência é que elas sejam cada vez mais raras. As novas gerações só vão ao banco quando são obrigadas. É por isso que as agências prestarão apenas serviços de assistência técnica, onde os clientes irão raramente. Só aparecerão nas agências para corrigir problemas técnicos. Todos os demais serviços serão realizados apenas pelos celulares. Nem mesmo para os investimentos os clientes irão aos bancos. O cliente dirá o prazo e quanto deseja ganhar e os algoritmos farão a alocação dos investimentos.

Há quatro anos, King criou um dos primeiros bancos digitais nos EUA, o Moven. Nada de agências, gerentes, funcionários, tudo no celular. Ele afirma que nos EUA, Inglaterra e na Austrália, atualmente, as pessoas vão à agência somente uma vez por ano e em geral porque o banco diz que é necessário. King conta já ter tido conversas com Itaú e Bradesco para fazer uma parceria no Brasil. Ele garante que a principal diferença do banco do futuro em relação aos atuais é que eles se tornarão tecnologia em primeiro lugar e banco em segundo, uma frase de efeito que deve soar como o paraíso para os banqueiros com infinitas sedes de lucros.

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