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10/11/2015 08:18

Foi publicado novo Mapa da Violência contra a mulher no Brasil.

Mário Sérgio Lorenzetto
Foi publicado novo Mapa da Violência contra a mulher no Brasil.

O Mapa da Violência que trata de homicídios de mulheres coloca Campo Grande nos últimos lugares. Há quatro municípios no estado que não amavam as mulheres.

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Acaba de ser publicado o novo Mapa da Violência no Brasil. Desta vez traz uma versão exclusiva para homicídios de mulheres. A melhor notícia é que Campo Grande ocupa a vigésima terceira posição dentre as capitais até o ano de 2013, com uma taxa de cinco mulheres assassinadas por 100 mil habitantes. É claro que o ideal seria taxa zero, mas não podemos nos iludir com o país em que vivemos. Vitória, Maceió, João Pessoa e Fortaleza matam mais do dobro que em Campo Grande. A taxa de Campo Grande é similar à do Mato Grosso do Sul - 5,9 (apesar do Estado ocupar a nona posição). A posição nada lisonjeira no estado é agravada pelos índices de Caarapó (taxa de 13,8), Amambai (13,7), Jardim (11,4) e Aparecida do Tabuado (10,6). Esses municípios estão na péssima lista das 100 cidades brasileiras onde mais assassinam mulheres e são merecedores de cuidados suplementares por parte da polícia. Fazem jus à alcunha de municípios que não amavam suas mulheres.

Foi publicado novo Mapa da Violência contra a mulher no Brasil.
Foi publicado novo Mapa da Violência contra a mulher no Brasil.

Duas greves políticas colocam em risco o abastecimento de combustíveis e de alimentos.

Quando tudo parecia que o impeachment de Dilma tinha sucumbido, duas greves recolocam a pauta em cena. A greve iniciada nos primeiros dias de novembro dos petroleiros é preocupante. Acuada por uma semana de produção parada em ao menos 11 das 15 refinarias, a diretoria da Petrobras enceta as primeiras negociações com os petroleiros, mas as reivindicações são dificílimas: desejam a manutenção de todos os órgãos que compõem a estatal sem a venda para a iniciativa privada. Vislumbram que nas mãos de empresários, parte da Petrobrás não manterá seus empregos. O resultado provável é a falta de combustível nos postos.

O quadro é complicado no setor de combustíveis. Os caminhoneiros jogam gasolina no incêndio do impeachment que estava com suas labaredas perdendo oxigênio. Caminhoneiros não organizados em entidades de classe começaram bloquear as estradas brasileiras. Criaram um autonominado Comando Nacional dos Transportes. Seu líder é um caminhoneiro desconhecido de nome Ivar Schimidt de Mossoró (RN). Eles prometem paralisar seus caminhões e as estradas. A pauta é completamente política, Schimidt diz que "nós não traímos ou iludimos os trabalhadores", em referência às promessas de campanha da presidente Dilma. Eleitor de Aécio Neves, o líder dos caminhoneiros diz que só vai negociar com o governo quando Dilma não estiver mais no cargo. Ninguém sabe avaliar a força desse movimento pelo impeachment. Mas há algum risco de faltar alimento na mesa dos brasileiros.

Foi publicado novo Mapa da Violência contra a mulher no Brasil.
Foi publicado novo Mapa da Violência contra a mulher no Brasil.

Aqueles que adoram cobras.

Cobras podem parecer assustadoras e perigosas para a maioria das pessoas, mas a Índia, o segundo país mais populoso da Terra, foge desse padrão. O festival hinduísta de Nag Panchami, que ocorre entre julho e agosto, na época das monções, período de fortes chuvas, é dedicado a esses répteis. As cobras são consideradas divindades na mitologia hindu. Elas são objeto, nesse período de orações, de homenagens que incluem presentes como leite, doces e flores. Há, inclusive, um programa governamental de "conscientização para o convívio com as cobras" que busca facilitar o contato de crianças e adolescentes com esses animais. Uma cultura muito diferente da nossa que já causava estupefação ao não matar as vacas. O estranhamento é de, apesar da surpresa, respeitamos as culturas tão diferenciadas da nossa quando nos são distantes, mas temos profundo preconceito quando elas nos são próximas.

Foi publicado novo Mapa da Violência contra a mulher no Brasil.
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O maior incêndio da história do planeta foi protagonizado pela Volkswagen na Amazônia.

No fim de 1975 foi detectado um incêndio de 2,5 milhões de hectares no sudeste da Amazônia. O incêndio se estendia por diversas fazendas de gado, mas o protagonismo da Volkswagen fez da multinacional sua maior vilã. Em audiência no Senado, o paisagista Roberto Burle Max acusou a Volks de haver queimado uma floresta do "tamanho do Líbano", "no maior incêndio da história do planeta".

Há quarenta anos a multinacional implantou em Santana do Araguaia, no sul do Pará, a Companhia Vale do Cristalino, uma fazenda de 140 mil hectares, área do tamanho da cidade de São Paulo. "Esse mundo não precisa apenas de carros, mas de carne" dizia seu presidente Rudolf Leiding. Além do imenso incêndio, a fazenda se valia de "gatos" que recrutavam mão de obra escrava para o desmatamento. Trabalhadores de todo o Brasil que viviam em cativeiros, sob ameaças e violências. A Volkswagen tem experiência no ramo da poluição ambiental.

Foi publicado novo Mapa da Violência contra a mulher no Brasil.
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Aumenta o número de devoluções de carros e de casas financiados.

Muito brasileiros não estão conseguindo pagar as parcelas do financiamento do carro e da casa. De janeiro a junho, a devolução ou retomada de automóveis cresceu 19% em comparação com o mesmo período do ano passado. Até setembro a queda na venda de veículos novos foi de 22%, o equivalente a quase 2 milhões de unidades. Essa mudança favorece as casas de leilões que estão abarrotadas de veículos de todos os tamanhos e tipos. A aquisição de um automóvel em um leilão pode chegar a 37%. No primeiro semestre de 2015, o número de pessoas que compraram imóveis na planta e desistiram porque não conseguiam mais pagar as prestações aumentou quase 30% em relação ao ano passado.

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