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21/02/2014 07:44

Funai é eliminada das obras do DNIT; tudo contra o retrabalho

Mário Sérgio Lorenzetto
Funai é eliminada das obras do DNIT; tudo contra o retrabalho

A Funai foi eliminada das obras do DNIT

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Será publicada nos próximos dias a reformulação de uma portaria interministerial que trata das relações entre vários órgãos governamentais. O texto final já está na Casa Civil e praticamente pronto para sair.

Por essa nova portaria, o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes) passará a tratar diretamente com o Ibama (Instituto de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), sem ter que atuar com a Funai (Fundação Nacional do Índio) e com o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

O argumento para tal mudança foi o de retrabalho. O DNIT tinha de fazer o mesmo trabalho três vezes para conseguir uma licença de construção de uma rodovia – com o Ibama, Funai e Iphan.

Mas algumas regras são mantidas – deixarão de ter a obrigação de obter a tradicional e complexa licença ambiental para um modelo mais simplificado somente em trechos de obras com até 20 quilômetros de extensão.

A decisão está sendo tomada em cima de números. De um total de 1.145 obras em andamento no DNIT, 134 estavam paralisadas.

Funai é eliminada das obras do DNIT; tudo contra o retrabalho
Funai é eliminada das obras do DNIT; tudo contra o retrabalho

Compromisso público entre União e empresas – o “Ciências sem Fronteiras” definha

Inúmeros desentendimentos entre membros do governo federal e do empresariado estão colocando em risco o cumprimento das metas do “Ciências sem Fronteiras”, programa de concessão de bolsas de estudos para estudantes e pesquisadores brasileiros em universidades estrangeiras.

Das 101 mil bolsas prometidas para 2014, o compromisso público é financiar 75 mil. Em dois anos, os órgãos federais que operam o programa concederam 57 mil bolsas, mais de 75% da meta do governo federal. Um número bastante razoável para a tradicional lentidão governamental.

Com uma meta bem inferior, de 26 mil bolsas, o empresariado, integrado por bancos, indústrias e grandes empresas, só conseguiu promover pouco mais de 3,6 mil auxílios a estudantes e pesquisadores, menos de 15% do objetivo acordado.

75% X 15%. Nem sempre o governo é mais lento.

Funai é eliminada das obras do DNIT; tudo contra o retrabalho
Funai é eliminada das obras do DNIT; tudo contra o retrabalho

Vem aí a pizza que não engorda

Não há dúvida, o campo-grandense gosta mesmo é de carne bovina e de pizza. Existem 142 pizzarias em Campo Grande. Para a carne o número de churrascarias não reflete a cultura, são 19 estabelecimentos, mas o hábito da carne é alimentado prioritariamente nas residências.

Para aumentar ainda mais o consumo das pizzas, cientistas da Universidade de Glasgow, na Escócia, desenvolveram a pizza Eat Balancead. Eles garantem que é uma redonda produzida com a dose adequada de sal, gordura, carboidratos, vitaminas e nutrientes essenciais. Os cientistas escoceses garantem ainda que ela pode ser consumida três vezes ao dia, sem culpa e sem causar problemas com a balança. Se for aprovada pelo povo, será uma das mais populares invenções do século XXI.

Funai é eliminada das obras do DNIT; tudo contra o retrabalho
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O eclipse das marcas?

Há doze meses, a marca Lululemon Athletica era uma das que mais expandia no mundo. As vendas dos seus materiais destinados para yoga estavam em alta, a empresa estava procurando novos mercados e ela começava a ser estudada por ter criado uma forma de “seguidores” ou “consumidores devotos”. Os produtos eram vistos como mais do que apetrechos, mas um “modo de vida”. Porém, os mesmos consumidores devotos começaram a criticar a qualidade dos tecidos, começaram a notar que as cores desbotavam e, provavelmente, o golpe final na reputação da marca, calças de yoga tão finas que ficavam transparentes dependendo do movimento.

O fundador da marca só piorou a situação ao dizer que algumas mulheres eram muito gordas para usar as roupas produzidas por eles. E este foi o fim do charme que a marca tinha. O fundador deixou seu cargo e, há algumas semanas, a companhia assumiu que as vendas desaceleraram de maneira significativa.

Hoje, se tornou óbvia a importância das marcas para as empresas, dependendo a marca pode valer mais do que patentes ou o maquinário, mas as marcas estão mais expostas.

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Confiança e desconfiança, o consumidor está mudando

A razão é simples, os consumidores estão cada vez mais informados a respeito dos produtos que estão comprando. A construção por trás da ideia da marca foi feita em uma sociedade pobre em informações. Os consumidores precisavam confiar em propagandas e em suas experiências anteriores com as empresas, as marcas serviam como uma representação da qualidade.

Se um carro fosse feito pela X ou a maionese pela marca Y, você já sabia que era confiável. Um produto novo, de uma marca desconhecida, precisava conquistar a clientela, ganhar credibilidade e lealdade. Nos Estados Unidos, estima-se que cerca de 4/5 das pessoas que compram uma marca de carro se mantêm fieis à marca.

Hoje, contudo, os consumidores podem ler relatórios e opiniões sobre quase tudo que querem comprar na Internet.

Um estudo recente da Price water house Coopers estima que cerca de 80% dos consumidores fazem pesquisa online antes de fazer compras de mercadorias caras. No passado, a troca da televisão poderia ser orientada pela marca, hoje, os relatos de outros consumidores e informações técnicas sobre o produto parecem mais importantes na formulação da decisão do consumidor.

Antes de comprar um computador, por exemplo, é possível verificar todas as especificações, vantagens e desvantagens, preços e adequar a compra às necessidades do consumidor. Cada produto agora precisa ser bom “por ele mesmo”, independentemente da marca.

Funai é eliminada das obras do DNIT; tudo contra o retrabalho

Disponibilidade de informação é maior e tem gente que usa esse artifício

Há quem, por outro lado, acredite que por excesso de informação passamos a ficar expostos. Talvez o excesso tenha um efeito inverso, o de manter as pessoas fieis às marcas. Isso parece um mito, uma vez que é possível que os próprios consumidores aprendam com a internet. Ainda que você não saiba o que é a memória RAM, você sabe dizer que um computador é mais rápido que outro.

Yelp, Foursquare, Tripadvisor, auxiliam com serviços, como a escolha de hotéis, restaurantes e pontos turísticos.

A informação afeta o mercado de maneira direta, pois, se seu produto é melhor, você pode até aumentar o preço, mas se ele está na “média”, é perigoso ir muito além daquilo que produtos similares estão cobrando. Isso é um sinal tanto que a “tradição” das marcas não é mais determinante, assim como a qualidade das marcas tradicionais precisa ser mantida.

Funai é eliminada das obras do DNIT; tudo contra o retrabalho

Experiência e confiabilidade – lições da Coca Cola

Esta não é uma regra universal, a Coca Cola, mais do que o refrigerante, procura vender a “experiência” do consumo de seu produto, e isso é mais difícil de abalar. Outro aspecto das marcas, que é mais sólido, é quando estas conferem algum tipo de “status” ou são artigos de luxo. Mas, mesmo nestes casos a informação é um elemento importante.

Para nós, consumidores, isto é determinante. Para fazermos escolhas melhores e aumentar a competição, o que, num cenário ideal, aumenta a qualidade e reduz preços. Outros beneficiários da desestabilização das marcas são as empresas novas. Se você é bom naquilo que faz, logo as pessoas ficam sabendo. A ascensão de marcas como Asus e Acer é um sinal disso, passando companhias sem grande identidade para a disputa com os grandes nomes da informática. A Hyundai, passou de uma marca desconhecida para 4 milhões de carros por ano. A procura desesperada no Brasil pelo HB20 prova como as coisas estão mudando. Para marcas como a Lululemon, há apenas uma lição: faça algo que seja muito bom.

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Retrabalho é para incompetente por isso o governo Dilma tirou a Funai que tava atrapalhando as estradas.
 
Juvenal Franco em 21/02/2014 13:30:38
Esta bem certo não há noticia melhor que uma redonda que não engorda
 
Maria Rita Moraes em 21/02/2014 13:27:35
Boa noticia a eliminação da Funai e a da pizza que não engorda.
 
Kátia Silva Costa em 21/02/2014 11:38:09
Estavam transportando os índios para as invasões?
 
Denise Ribeiro em 21/02/2014 11:24:09
Pizza que não engorda?´Melhor notícia do século. Quando chega no Brasil?
 
Marcus Loureiro em 21/02/2014 09:12:38
DNIT = Departamento Nacional de Infraestrutura de TRANSPORTES.
 
Paulo Medeiros em 21/02/2014 08:50:57
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