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06/09/2015 08:00

Hoje é o Dia do Sexo (6/9). Liberação dos seios toma conta do Instagram

Mário Sérgio Lorenzetto
Hoje é o Dia do Sexo (6/9). Liberação dos seios toma conta do Instagram

Hoje é o Dia do Sexo (6/9). Liberação dos seios toma conta do Instagram.

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Nada mais sugestivo que uma data - 6/9 - para comemorar o Dia do Sexo em uma sociedade sexista por "natureza". Para quem não recordava ainda há tempo para festejar. Para quem não tem como promover uma boa comemoração a dois resta o consolo de acessar o Instagram. Um movimento de artistas, modelos e cantoras vem promovendo a libertação parcial dos corpos femininos. Com a hashtag #freethenipple (liberte o mamilo) ou #nudefemale (nu feminino), as estrelas estão se despindo, mas mostram apenas os seios. Uma das precursoras é Miley Cirus. A cantora deixou clara sua posição ao ser indagada como seus pais reagiriam com as fotos com seios de fora. "Meu pai prefere que eu mostre o peito e seja uma boa pessoa, do que colocar uma camiseta e ser má", disse a superstar. Kate Moss é outra adepta do movimento de "libertar o mamilo". Elas propugnam por liberdades femininas. Em verdade esse "estilo" de embate vem dos anos 60 quando as feministas queimaram soutiens. Em todas suas fases, inclusive com as combatentes ucranianas desnudas, sempre foi uma manifestação onde puritanos se exaltam e os demais admiram.

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Mulheres e crianças na Guerra do Paraguai. As atrocidades esquecidas e os sofrimentos invisíveis.

Mães, esposas, prostitutas e viúvas. Elas eram enfermeiras, soldadas, andarilhas, vivandeiras, fugitivas, prisioneiras e escravas. Com raras exceções, essas figuras femininas foram esquecidas pela história. É o que conta o estudo realizado por Maria Teresa Garritano Dourado, denominado "Mulheres Comuns, senhoras respeitáveis: a presença feminina na Guerra do Paraguai".

Contando com poucos recursos, fugindo a pé por trilhas ou embarcando em canoas, mulheres brasileiras foram capturadas e aprisionadas pelas tropas paraguaias, que percorriam as fazendas saqueando e violentando. Igualmente indefesos, velhos e crianças também se tornaram presas fáceis de hostilidades e crueldades. As mulheres que não conseguiam fugir, se escondiam em matas próximas às cidades e acabavam retornando a elas fustigadas pela fome. Encontravam suas casas saqueadas, eram presas, interrogadas, muitas vezes sob tortura e mortas. Alguns paraguaios praticavam a degola para manter o terror. Muitas foram assassinadas ao tentar fugir. Marcelina, Luisa e Isabel foram condenadas a levar 60 golpes de chicote por não terem apresentado informações relevantes. Marta e Severina, menores de idade, receberam 25 chicotadas.

No outro lado das atrocidades estavam as crianças paraguaias. A correspondência diplomática dos Estados Unidos mostra o horror infantil. Martín McMahon, o representante dos EUA no Paraguai escreveu para o Secretário de Estado de seu país: "Lamento dizer que mais da metade do exército paraguaio estava composto de meninos de dez a quatorze anos de idade. Esta circunstância fez a batalha de 21 e os dias subsequentes peculiarmente terríveis e chocantes. Estes garotos na maior parte dos casos nus, destroçados regressavam arrastando-se...não posso conceber algo mais horrível que esta matança de inocentes por homens grandes vestidos de soldados..." . Há algo para se comemorar quanto à essa guerra? Porque não ensinam nas escolas a matança desenfreada que os dois lados perpetraram?

Hoje é o Dia do Sexo (6/9). Liberação dos seios toma conta do Instagram
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Enquanto Donald Trump, candidato à presidência dos EUA, ofende os mexicanos, cresce o número de mortos na fronteira entre os dois países.

"Quando o México manda sua gente (aos Estados Unidos) não manda os melhores", afirmou o magnata Donald Trump. Estão trazendo drogas, crimes e estupradores”, disparou gerando indignação geral. Enquanto isso, em algum lugar da fronteira entre o México e os EUA, mais um latino estava morrendo. Ao longo dessa fronteira de 3.218 quilômetros, os patrulheiros norte-americanos prendem centenas de milhares de imigrantes todos os anos. O número de pessoas, inclusive de brasileiros, que tentam essa viagem é muito superior aos dados oficiais. Eles fogem do caos em seu país de origem - violência de gangues, tráfico de drogas, economias em colapso e governos ineficazes. No terreno plano, sem acidentes geográficos onde o termômetro atinge temperaturas altíssimas nos meses de verão, os migrantes muitas vezes sucumbem à desidratação, exaustão, doença ou ferimentos, ou então simplesmente acabam se perdendo depois de terem sido abandonados por traficantes de pessoas.

O problema mais grave, neste momento, vem ocorrendo no Texas. Esse estado dos EUA vem tendo problemas com o crescente fluxo de imigrantes irregulares. Quando outros estados apertaram o cerco, os imigrantes clandestinos se concentraram ali. De outubro de 2011 a outubro de 2014, cerca de 686 clandestinos morreram no Texas, em comparação com 540 na Califórnia, no Arizona e no Novo México reunidos.

A proposta de Trump é de construir um imenso muro para separar os dois países e ser pago pelo México. Como se ele não existisse. Como se essa experiência milenar (desde a época da Muralha da China que separaria chineses e mongóis) tivesse dado algum resultado. Como se esse discurso estivesse livre de qualquer traço de racismo e xenofobia. Se fosse um cidadão comum estaria na cadeia.

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A incrível ascensão do vinho chinês.

Ao contrário do que muitos pensam não existe uma só China. Tal como o Brasil, a China é um país continental com culturas e economia totalmente diferentes entre si. Na culinária os pratos são extremamente diversificados em cada região. Essa diversidade também existe nas bebidas alcoólicas. Há uma vasta região chinesa onde as bebidas alcoólicas são proibidas. O norte da China é de maioria mulçumana e para muitos adeptos dessa religião, o consumo do álcool não é condizente com as boas práticas religiosas.

Ultimamente o governo chinês resolveu incentivar o vinho. Incentivou e estourou. Hoje, a China é o segundo Laís com maior área plantada de vinhedos do mundo, perde apenas para a Espanha e está à frente da França. O gigante oriental mantinha, ao final de 2014, 800 mil hectares de terras destinadas aos vinhedos, ante cerca de 1 milhão na Espanha.
A expansão chinesa impressiona, visto que no ano 2.000 representava apenas 4% dos vinhedos do mundo hoje o número chega a 11%. Ao longo dos últimos anos , a China importou técnicas europeias de produção, adquiriu vinhedos na França e montou uma grande campanha de incentivo ao consumo de vinho. A ideia é substituir bebidas como o "chá maotai", de elevado teor alcoólico, pelo vinho.

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Mais médicos é igual mais medicamentos.

Eles já são mais de 18 mil. Os médicos do polêmico programa do governo federal propiciaram, através das receitas que emitiram, um aumento na aquisição de medicamentos nas "Farmácias Populares", outro programa do governo que dá descontos de 90% ou gratuidade em 113 itens de saúde. De acordo com o Ministério da Saúde, pouco mais de 1 milhão de pessoas retiraram os remédios nessas farmácias pela primeira vez. Esse fato indicaria que eram pacientes que até então não tinham acesso a atendimento médico ou desconheciam o programa Farmácia Popular. Hipertensão, colesterol e triglicérides, diabetes e anticoncepcionais foram os medicamentos mais demandados pelos novos pacientes do Farmácia Popular. Outra informação importante do ministério é de que desde a implantação do Mais Médicos, 7.596 novas vagas nas faculdades de medicina já foram abertas ou serão ofertadas até 2016.

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