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21/05/2014 07:51

Isabel na merenda brasileira – exemplos que dão certo e devem ser adaptados

Mário Sérgio Lorenzetto
Isabel na merenda brasileira – exemplos que dão certo e devem ser adaptados

Isabel começa a tomar conta da merenda escolar brasileira

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Não, a Isabel não é uma cozinheira. Isabel é a cultivar de uva mais plantada nas terras dos maiores Estados produtores – Rio Grande do Sul, Pernambuco e São Paulo. É dessa uva que saem as maiores quantidades de vinhos e sucos de uva nacionais.

Se o vinho de mesa brasileiro não consegue sair do lugar – 230 mil litros em 2011, caindo para 205 mil litros em 2012 e 212 mil litros em 2013; o suco de uva está entusiasmando os agricultores. O Brasil produzia 47 milhões de litros de suco de uva 100% natural em 2011. A produção cresceu para 55 milhões de litros em 2012 e em 2013 teve um forte empuxo – nada menos que 78 milhões de litros de suco de uva foram vendidos.

A avaliação do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) é de que quando os preços dos vinhos finos é similar, o consumidor prefere o importado. Já para o lado dos vinhos de mesa, que são popularmente conhecidos como vinhos de garrafão, a ocupação do mercado é de 77%.

Ainda de acordo com o Ibravin, os sucos de uva têm sido o grande destaque nas vendas do setor. Em 2013, houve uma alta de 40% na categoria 100% natural.

O crescimento na produção e comercialização dos sucos de uva em muito se deve ao forte empuxo dado pelo governo federal que incluiu o suco de uva na merenda escolar com quotas na agricultura familiar mostrando uma mudança de imagem da vitivinicultura. Vários estados e municípios seguiram o mesmo percurso e substituíram os refrigerantes pelo suco de uva. Eles começaram a ser vistos como importantes para a saúde.

O Mato Grosso do Sul não tem tradição no plantio de uvas, mas o exemplo do governo federal e de vários estados e municípios pode ser copiado com sucos autóctones. Há catorze anos a Prefeitura de Campo Grande adotou o suco de laranja em substituição aos refrigerantes na merenda escolar.

Isabel na merenda brasileira – exemplos que dão certo e devem ser adaptados

A área de plantio de grãos continua a crescer

O solo brasileiro foi ocupado por novos 3 milhões de hectares com o plantio de grãos. Eram 53 milhões de hectares na safra passada e agora foram plantados 56 milhões de hectares, um percentual de 5,3% a maior. A agricultura continua a crescer e a pecuária extensiva a definhar.

No Mato Grosso do Sul o incremento foi menor. Houve crescimento de “apenas” 100 mil hectares. Os grãos ocupavam 3,6 milhões de hectares e passaram a 3,7 milhões de hectares, um crescimento de 2,3%.

Além da soja que ocupou a quase totalidade dos novos 3 milhões de hectares, o algodão também avançou saiu de 890 mil hectares para um milhão e noventa e quatro hectares com crescimento de 22,4%. Os agricultores brasileiros apostaram no algodão mesmo com a encarniçada luta contra os benefícios dados ao setor pelo governo dos EUA. Mas, o único Estado brasileiro onde ocorreu decréscimo no plantio do algodão foi o Mato Grosso do Sul. Em nossas terras os agricultores diminuíram 5,1% o plantio do algodão – que ocupava 39,5 mil hectares e caiu para 37,5 mil hectares.

Se o plantio do algodão foi um pouco menor, não acompanhando o cenário nacional onde os incrementos foram enormes; no plantio do milho, que teve queda nacional de 2,3%, a queda no Mato Grosso do Sul foi insignificante – o milho ocupava um milhão e quinhentos mil hectares e passou a ser plantado em 1.487 mil hectares. Uma diminuta queda de 1,4%. Em suma, o agricultor no Mato Grosso do Sul foi conservador, não elevou e nem reduziu suas apostas. Nos demais Estados ocorreu uma forte aposta no algodão em detrimento do milho.

Isabel na merenda brasileira – exemplos que dão certo e devem ser adaptados
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Falta de energia resultou R$ 3.371.414,02 milhões em compensações aos consumidores de MS

Os dados foram divulgados pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), correspondem a 2003 na área de atendimento da Enersul (Empresa Energética de Mato Grosso do Sul). A concessionária é integrante do grupo Energisa. Em todo o país, os consumidores de energia elétrica receberam R$ 346 milhões em compensação em decorrência de interrupções no fornecimento de energia elétrica nos 12 meses do ano passado.

A quantidade de compensações chega a 690.567 no Estado e fica em 100,2 milhões no país. O montante é referente ao descumprimento dos indicadores individuais de Duração de Interrupção por Unidade Consumidora, Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora, Duração Máxima de Interrupção Contínua por Unidade Consumidora e Duração da Interrupção Ocorrida em Dia Crítico por unidade consumidora. De acordo com a Aneel, a quantidade de compensações não corresponde necessariamente ao igual número de consumidores compensados. Isso porque um mesmo cliente pode ser compensado mais de uma vez no ano.

A concessionária que mais compensou os consumidores em 2013 foi a Celg (GO), com um valor total de R$ 55,7 milhões. A segunda foi a Light (RJ), com R$ 45,5 milhões, a terceira, Coelba (BA), que devolveu R$ 24,5 milhões aos consumidores, a quarta, Cemig (MG), que compensou R$ 24,2 milhões e, por fim, Cemat (MT), com um valor total de R$ 19 milhões. Ainda segundo a Aneel, a compensação é automática, e deve ser paga em até dois meses após o mês de apuração do indicador (mês em que houve a interrupção). No ano passado, os brasileiros ficaram, em média, 18,27 horas sem luz, número que ultrapassa o limite estipulado pela agência reguladora, que foi de 15,18 horas.

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O carro mais belo do mundo

O Jaguar E-Type é um ícone não apenas automotivo, mas do design. Apresentado no Salão de Genebra em 1961, imediatamente ganhou uma legião de fãs. Ninguém menos do que Enzo Ferrari fazia parte desse rol, afirmando em alto e bom som que o E-Type era “o carro mais belo do mundo”, e lamentava não ter sido seu criador.

O tempo passou e até o Museu de Arte Moderna de N.York – MoMa incorporou a “macchina” ao seu acervo. Agora a Jaguar lançará no Brasil, em junho, uma releitura do E-Type que recebeu a denominação de F-Type Coupé. Uma macchina de 550 cavalos que custa a bagatela de R$ 700 mil e que poderá “voar” nas esburacadas ruas de Campo Grande a 300 quilômetros por hora.

Isabel na merenda brasileira – exemplos que dão certo e devem ser adaptados
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No clima da Copa, mas fora dela

Hotéis das cidades sede da Copa estão oferecendo pacotes para aqueles que quere ter ao menos a sensação de ficar perto da festa. O carro chefe está com o Copacabana Palace, que oferece um pacote promocional que é só para clima mesmo. A diária é de R$ 800, mas só vale de segunda a sexta-feira e só para brasileiros. É uma maneira inusitada – e cara porque afinal é um cinco estrelas – de incentivar a curtição a quem vai estar, na verdade, fora dela.

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