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21/02/2016 10:08

O mau-olhado do Banco Central

Mário Sérgio Lorenzetto
O mau-olhado do Banco Central

Quem acreditou no presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, levou um tombo e perdeu muito dinheiro. Existe até uma piada envolvendo o anúncio de uma cartomante e o Banco Central. "Trago amor roubado, tiro mau-olhado e leio a Ata do Copom". Em um tempo que ninguém aplica dinheiro em atividade produtiva, só em bancos, a política de juros traçada pelo Banco Central é fundamental. O Copom em questão é o Comitê de Política Monetária do Banco Central, cuja credibilidade tem sido comparada com a de uma vidente. Por trás da piada há uma grande indignação do mercado financeiro com a decisão do Copom de não subir os juros. Muitos gestores reconhecem que não devia ter ocorrido o aumento de juros, mas eles sentem-se traídos pelo presidente do Banco Central que havia sinalizado pelo aumento dos juros. Fez que foi, a imprensa caiu de pau, e ele voltou atrás. Quem acreditou no Tombini e colocou dinheiro nos investimentos bancários quebrou a cara.
E o que temos com isso? Vingativo, o mercado financeiro não para de piorar suas projeções para a economia do Brasil. A bola de cristal deles passou a prever piora na inflação e quedas ainda maiores para o PIB.

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Leonardo DiCaprio e o extremismo ambiental.

A causa ambientalista ganha adeptos famosos a cada dia. O artista DiCaprio é um dos maiores ativistas em pro do meio ambiente. Há pouco realizou um leilão na cidade francesa de Saint Tropez, incluindo uma ilha de sua propriedade, para arrecadar fundos para várias iniciativas politicamente corretas. Arrecadou U$40 milhões. Um de seus projetos tem como objetivo preservar as tradições e os costumes dos índios da Amazônia brasileira. Mas, DiCaprio tornou-se um radical desse tema, segundo uma de suas muitas namoradas ele não usa desodorante e só se lava dois dias por semana para conservar água e não usar produtos não naturais como são os desodorantes. O ator serve de exemplo para uma multidão de jovens. Mas não tomar banho? Tá tudo exagerado.

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Os viciados em e-mail.

No início, receber um e-mail era um motivo de alegria. Acabaram-se as cartas e ofícios. Hoje, porém, uma pausa no fluxo de e-mails é recebida com suspiro de alívio. Um estudo da Universidade da Califórnia procurou explicar esse fenômeno. Ele diz que as pessoas que trabalham recebendo e-mails checam sua caixa 77 vezes ao dia - são medianamente viciados. Mas há os totalmente viciados - checam a caixa de e-mail até 373 vezes diariamente. Tornou-se uma prática que prejudica a produtividade e causa distrações, além de afetar o humor da "vítima" ao final do expediente. Os pesquisadores da universidade descobriram uma desconexão psicológica entre os atos de enviar e de responder e-mails. Escrever e enviar e-mails, segundo eles, causa até prazer. Receber e responder e-mails, todavia, causa estresse. A culpa dessa situação não deve ser atribuída à tecnologia, mas ao modo como lidamos com ela. O e-mail não é maligno, nós é que não soubemos bem utilizá-lo. A proposta dos estudiosos é de limitarmos a troca de mensagens a apenas um grupo determinado, e usarmos plataformas, como o Slack (matadora de e-mails), para limitarmos o recebimento de mensagens indesejadas.

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A invasão da Netflix.

A Netflix, serviço de filmes e séries pela internet, passou a operar em 130 novos países, a partir de janeiro de 2016. Está presente, agora, em 190 países. Apenas a China, Coreia do Norte e a Síria não tem cobertura da empresa. É a primeira rede mundial de TV. Mas não basta "invadir" o mundo, é preciso ter munição para sustentar o ataque às redes tradicionais de televisão. Após o sucesso de House of Cards e de Narcos, a Netflix planeja lançar mais 31 séries originais, além de 20 filmes e documentários próprios.

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