A notícia da terra a um clique de você.
 
11/03/2016 07:57

O milagre da recuperação de cabelos danificados

Mário Sérgio Lorenzetto
O milagre da recuperação de cabelos danificados

Os cabelos foram massacrados em processos químicos como clareamento ou alisamento? Tomaram o aspecto de palha? Há um produto que está sendo vendido nos salões de luxo de São Paulo e do Rio de Janeiro como o "Santo Graal" das jubas problemáticas - Olaplex é o nome. Em tese, além de proteger os cabelos ainda conseguiria recuperá-los. A promessa é de a madame voltar a ter a textura dos cabelos da juventude. O Olaplex foi lançado nos Estados Unidos no final de 2014. Em seguida, veio com os sacoleiros para o Brasil. A indústria brasileira correu atrás para reproduzir a fórmula que batizaram como "marcas plex". Basta dar uma busca na internet para encontrá-las.

Veja Mais
As favelas são propriedade privada dos traficantes
O Brasil voltou aos mesmos ideais de 1920

O milagre da recuperação de cabelos danificados

Como é composto o preço de uma passagem de ônibus.

Todos os anos a Prefeitura justifica aumento de tarifas divulgando taxas de inflação. Todos os anos cresce a indignação com o valor da passagem, bem como aumenta a suspeição de que há algo de errado nesse mundo sombrio e sem transparência alguma. A principal suspeição é de que, bastam alguns poucos centavos a mais no preço da passagem, para fazer a festa das autoridades. Todavia, quanto custa cada componente de uma passagem?

O milagre da recuperação de cabelos danificados
O milagre da recuperação de cabelos danificados

Cheiro de ônibus novo ou sujeira dos velhos?

Os técnicos aconselham a mudança total da frota de ônibus quando eles completarem, no máximo, 10 anos de rodagem. Podem não acreditar, mas em vários países desenvolvidos, um ônibus tem vida útil maior - 12 anos - e termina seus dias de uso em bom estado de conservação. Por aqui a manutenção dos ônibus é incipiente, a fiscalização quase inexistente e as péssimas condições das ruas são reclamações costumeiras dos milionários proprietários das frotas de transporte público. As ruas de Campo Grande estão desgastando em dobro os veículos. As péssimas condições das ruas pioram a percepção dos passageiros, também dificultam o cumprimento do horário dos ônibus nos pontos e acabam com o mínimo de conforto da viagem. Não basta o cheiro de novo nos ônibus.

O milagre da recuperação de cabelos danificados

Garrincha sabia o resultado do STF cassando os promotores de justiça.

A decisão do STF sobre a impossibilidade dos procuradores e promotores assumirem cargo executivo, tomada por ação promovida pelo PPS, contra a nomeação de Wellington Lima e Silva para o Ministério da Justiça do governo Dilma, teve atos peculiares.

Primeiro, como já é costume, o ministro Gilmar Mendes já havia antecipado seu voto no dia anterior sob a justificativa que era uma posição anteriormente firmada pelo STF, que seria levada a plenário para revestir o caso de segurança jurídica.

No fatídico (ao menos para o mais célere ministro da Justiça na história desse país) dia de votação, os principais pontos a serem discutidos eram dois: o recurso utilizado pelo PPS (ADPF – Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) estava correto; e a constituição vedava ou não o exercício de cargo executivo por membros do MP.
Iniciado o julgamento, o relator, ministro Gilmar Mendes, tomou o posicionamento que antecipara: proibira qualquer ocupação de cargo executivo por membro do MP.

Mas foi levantada posteriormente, e o mais veemente a tratar do assunto antes de deixar o plenário da Suprema Corte, foi o ministro Marco Aurélio, que entendeu que o pedido apresentado pelo PPS foi errado, pois a ADPF serviria somente para questões não abarcadas por uma ADIN (Ação Direta de Inconstitucionalidade), e que o caso concreto poderia ser resolvido pela ação popular ingressada em Brasília e com liminar deferida.

Além desse ponto destacado com contundência pelo ministro, o que abismaria a nação se não fosse o caos político, econômico, social e jurídico que vivenciamos, foi o afobamento do ministro Dias Toffoli que, durante o voto de Luís Roberto Barroso, longe ainda de se ter qualquer condição, ao menos publicamente, de apontar qual seria o posicionamento do STF sobre o caso, inicia as tratativas para se modular os efeitos da decisão sobre os membros do MP que ocupam cargos em poderes executivos estaduais, que ganharam, ante essa intervenção extemporânea, 20 dias para serem exonerados.

Até Garrincha entenderia que o jogo já havia sido combinado com os russos.




imagem transparente

Compartilhe

Classificados


Copyright © 2016 - Campo Grande News - Todos os direitos reservados.