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09/06/2014 07:41

O MST está rindo dos agricultores que usam milho transgênico

Mário Sérgio Lorenzetto
O MST está rindo dos agricultores que usam milho transgênico

“A buva está tomando conta das lavouras transgênicas”

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Frei Sérgio Antônio Görgen é um dos ideólogos do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e é dele a afirmativa de que constantemente ouve de pequenos agricultores que as vacas se recusam a comer silagem feita com milho transgênico. Outra afirmação que Frei Sérgio diz estar acostumado a ouvir é a de que “a buva está tomando conta das lavouras transgênicas”. A buva é uma planta que está se tornando resistente ao herbicida glifosato.

Frei Sérgio também faz a apologia do medo de câncer. Ele diz que o câncer está tomando conta do interior do país: “o câncer está transformando numa epidemia nas regiões tradicionais de uso de venenos agrícolas”. Esta é a posição de um homem que luta pelos sem terra, claramente devotado ao embate contra as grandes propriedades de terras e às multinacionais. Seu entendimento de mundo mistura a leitura da Bíblia com o Manifesto Comunista de Karl Marx.

Se Frei Sérgio é digno de descrédito por parte de nossos agricultores, a Aprosoja do vizinho Mato Grosso merece a consideração de seus pares em nosso estado. A Aprosoja é uma entidade construída pelos agricultores do MT que têm sua congênere em nossa terra – a Aprosoja MS. E é a entidade que congrega os agricultores do MT que está agora colocando em xeque o uso de milho geneticamente modificado.

Boa parte dos produtores de milho de Mato Grosso enfrenta problemas na safrinha atual com o ataque de lagartas ao milho Bt, variedade que recebe por meio de engenharia genética uma toxina da bactéria Bacillus thuringiensis que deveria ter ação inseticida. Ocorre que a lagarta passou a ter resistência ao transgênico. Os mato-grossenses afirmam que terão de gastar mais de R$228 milhões com a aplicação extra de inseticidas. Eles terão de fazer quatro aplicações ao invés de duas do veneno com um gasto que não estava computado de 4% do custo total de produção de milho de alta tecnologia.

O MST está rindo dos agricultores que usam milho transgênico
O MST está rindo dos agricultores que usam milho transgênico

O Ministro da Justiça afirma que a integração das polícias será o legado da Copa do Mundo de Futebol

A Copa do Mundo deixará como legado os centros de comando e controle e a integração entre as forças de segurança pública, afirmou o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. “A Copa do Mundo tem sido o principal vetor da mudança da cultura da não integração”. O Governo Federal espera ter uma Copa do Mundo diferente da Copa das Confederações no que diz respeito à segurança pública. As manifestações serão vistas como normais, e vão ocorrer, mas não pode haver abuso.

Cardozo anunciou estudos para mudar a estrutura da Polícia Federal, disse que é irreversível a conquista da autonomia e a impossibilidade de controle político da PF que, a seu ver, deve se transformar em polícia judiciária.

Sobre as propostas de criar o Ministério da Segurança Pública para enfrentar um dos maiores problemas brasileiros, constante do discurso de candidatos, o ministro afirmou que, na prática, o Ministério da Justiça já tem 80% de sua atuação na área de segurança pública.

É quase risível a declaração de que com a Copa do Mundo as polícias estarão preparadas para a tão desejada integração. Não estão, não querem e, somente com imenso e hercúleo esforço, tal fato ocorrerá. Como também não passa de escapismo político-eleitoral a afirmação de que 80% da atuação do Ministério sob seu comando estão voltados para a segurança. Apenas discurso eleitoral. As Polícias - Federal e Rodoviária estão em estado de fraqueza crônica única e exclusivamente por falta de investimento e pior, por ausência quase total de recursos para o custeio. Falta tudo.

O MST está rindo dos agricultores que usam milho transgênico
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Para a marca de luxo Armani, expandir está sendo sinônimo de diminuir

Nos anos 70, Giorgio Armani ajudou a colocar a moda italiana no mapa com ternos que deu a uma nova geração de homens e mulheres um visual que unia estilo e profissionalismo no trabalho. Ele foi o propulsor do luxo nas roupas de trabalho. Agora, está correndo o risco de perder o trono no mercado que fundou.

Nos últimos anos, Armani mudou sua estratégia e passou a investir em suas linhas de preços mais acessíveis, como Armani Jeans e Armani Exchange, acelerando a abertura de lojas e gastando mais com publicidade. Também entrou em negócios de hotelaria, chocolate, flores...

As mudanças, contudo, desgastaram a imagem de luxo da marca Armani e afastaram alguns de seus executivos mais antigos. O que Armani faz não é mais exclusivo. Um importante exemplo no mundo dos negócios de que nem sempre o crescimento, a expansão trazem bons resultados financeiros e para a imagem.

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Entre Pibinhos e Pnadonas. O plano de ataque da campanha de Dilma Roussef

Nos últimos dias, Brasília virou estudiosa. São 42 slides mostrando números e comparações dos últimos 12 anos. Todos os ministros estão atentos e dispostos a divulgar o novo plano de ataque que visa renovar 4 anos de governo para Dilma Roussef.

Os estudos mostram que são duas as principais dificuldades para se fazer uma avaliação do governo Dilma. Primeiro, existe um descolamento muito forte entre indicadores econômicos e sociais. É um descolamento que já existia, mas que, ficou mais forte nos últimos três anos. E há ainda um descolamento distributivo. O topo da pirâmide está crescendo muito abaixo da base nos últimos 12 anos.

Em suma, existem dois Brasis. Tem um Brasil das contas nacionais, comandado de maneira ineficiente pelo Ministério da Fazenda, que governa a maioria das análises econômicas. Mas, há um Brasil que visita as casas das pessoas, que é o das pesquisas domiciliares. Um está descolado do outro. Isto significa que apesar da desaceleração econômica observada nos últimos anos, houve uma surpreendente continuidade da melhora social. É a contraposição dos dados do PIB que mostram uma realidade e no polo oposto os dados do PNAD (Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios). É o choque entre um Pibinho e uma grande Pnadona.

Apenas para exemplificar o que diz o estudo: em 2012 tivemos um Pibinho de 0,9% e, ao mesmo tempo, esse foi um ano de Pnadona, quando os 10% mais pobres tiveram um crescimento de renda de 14%.

Outro tema de sucesso entre os governistas é o slide dos grupos excluídos. Nele pode ser constatado que a renda de mulheres, negros e moradores das periferias das cidades teve um grande crescimento. O grande nó brasileiro, conforme esse estudo, é que a renda das pessoas mais pobres tem crescido mais que as contas nacionais.

O MST está rindo dos agricultores que usam milho transgênico
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Seleção brasileira lidera palpites em casas de apostas

E uma final entre Brasil e Argentina é a preferida entre os apostadores. A segunda opção como final preferida dos apostadores é Brasil/Espanha e Argentina/Alemanha. O resultado é do site Oddschecker, que elabora uma média entre as principais casas de apostas do planeta e apontou que, após o Brasil, seguem como favoritos próprios argentinos, tendo alemães e espanhóis nas terceira e quarta posições respectivamente.

Até o fim de semana, a casa londrina William Hill, a maior da Inglaterra, pagava 4 libras para cada uma apostada no Brasil. As apostas na Argentina pagam cinco para um, e na Alemanha sete. Os últimos colocados na casa – e que, consequentemente dariam os maiores prêmios para os apostadores – são Costa Rica, Honduras e Irã, com 2.501 libras para cada uma apostada.

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Na plataforma SkyBet, o Brasil está mais valorizado

A casa, que atende apostadores por telefone e pela internet, paga 11 libras para cada quatro apostadas no Brasil. No caso de a Argentina levar o caneco, o apostador receberá quatro libras para cada. Se for a Alemanha, o valor de 11 libras para cada duas libras apostadas. Agora, em uma zebra do tamanho do universo, se o Irã, Costa Rica ou Austrália levarem a taça para casa, a plataforma pagará a 2.501 libras para cada uma investida.

O argentino, Lionel Messi é o favorito para ser o artilheiro da competição, entre os apostadores que procuram a plataforma Bet365. A casa paga 15 libras para cada duas libras apostadas em Messi. Em segundo lugar vem Neymar (10 para um), seguido do português Cristiano Ronaldo (12 para um) e do argentino Sergio Aguero (14 para um).

Já na aposta dupla do vencedor da Copa mais o artilheiro, a mesma casa de apostas mostra que os favoritos são Argentina/Messi (16 para um), empatados com Brasil/Neymar. A terceira aposta mais realizada é Brasil/Messi, com 33 para um, também empatados com Argentina/Sergio Aguero.

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