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24/04/2016 08:32

Os beijos surgiram há pouco tempo

Mário Sérgio Lorenzetto
Os beijos surgiram há pouco tempo

Alguns gestos humanos de afeição são praticados desde nossos primórdios ancestrais. O beijo não é um deles. A demonstração do amor por meio de uma união de lábios aconteceu há pouco na história da humanidade.
Os pesquisadores ainda não deram datas aproximadas, mas um estudo da Universidade de Indiana (EUA), mostra sua inexistência entre povos antigos. E o beijo também está longe de ser uma prática universal, pelo contrário, alguns povos consideram o beijo como algo nojento.
Apenas 46% dos 168 povos pesquisados pratica o beijo de caráter romântico-sexual. A quase totalidade dos povos da África subsaariana e da Amazônia, por exemplo, não pratica o beijo.
Para os autores do estudo, o ato de beijar pode estar "vinculado a surgimento do tempo livre" em sociedades estratificadas. Teria sido adotado primeiro pelas elites, para depois ser disseminado pelos mais pobres, sem tempo livre para beijar.

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O empregado deve trabalhar durante o aviso prévio?

Depois de cinco anos, a lei que instituiu o aviso prévio proporcional ainda gera controvérsias na Justiça do Trabalho. Afinal, o empregado deve trabalhar após o período inicial de trinta dias? Sobre essa questão, o Tribunal Superior do Trabalho possui decisões nos dois sentidos. A Lei 12.506, obrigou as empresas a pagar mais de trinta dias de aviso prévio aos empregados com tempo de casa superior a um ano. A cada ano trabalhado são acrescidos três dias de pagamento proporcional, limitado ao teto de sessenta dias - após 21 anos de serviço. A norma, porém, não esclarece se o empregado deve trabalhar nesse período.

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Justiça aumenta exigências nos pedidos de recuperação.

Os juízes estão mais exigentes quando analisam pedidos de recuperação. O objetivo é avaliar se a empresa tem chances de recuperação ou se busca apenas postergar dívidas. Eles tem determinado a realização de perícia nos documentos e balanços apresentados, além de visitas à sede da empresa, antes de decidir se aceitam o pedido.
A prática começou a ser usada com frequência por uma vara paulista e ganhou força, no fim do ano passado, em outras comarcas pelo Brasil. Antes, o mais comum era que os juízes verificassem somente o preenchimento dos requisitos básicos e se a documentação exigida pela lei fora apresentada. Muitos advogados não estão aceitando a exigência das perícias e o conflito está posto.




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