A notícia da terra a um clique de você.
 
15/11/2015 07:00

Quem salvar uma vida, será como se tivesse salvado toda a humanidade

Mário Sérgio Lorenzetto
Quem salvar uma vida, será como se tivesse salvado toda a humanidade

Não Matarás, versão islâmica.

Veja Mais
As favelas são propriedade privada dos traficantes
O Brasil voltou aos mesmos ideais de 1920

"Quem matar uma pessoa, sem que está tenha cometido homicídio..., será considerado como se tivesse assassinado toda a humanidade". "Quem salvar uma vida, será como se tivesse salvado toda a humanidade".

No momento de um novo ataque de extremista, sanguinários que se dizem detentores da verdadeira tradição islâmica, pode parecer que os textos entre aspas pertençam a qualquer religião ou a qualquer religioso, mas nunca ao Corão. Equivocam-se. Ele é um versículo corânico, o que leva o número 5:32. A complexidade do islamismo, suas várias corrente e seitas e, principalmente o distanciamento que dele temos, nos levam a crer que essa religião é uma apologia a extremismos e à morte.

O direito à vida é a primeira lei da sociedade humana, e nenhuma religião pode pregar a morte de uma pessoa por outra. Diferentemente das leis seculares, da sociedade civil, que empregam medidas de coerção para evitar que as pessoas matem, as religiões devem criar nos corações dos homens e mulheres a repulsa por matar. A Bíblia, o Talmude, o Corão e as Leis de Manutenção do hinduísmo são leituras que apregoam a paz. Mas sempre existiu, e existirá, aqueles que lêem os textos religiosos como mensagens de ódio e intolerância. O caminho para a paz é longo, difícil e exigirá sacrifícios. Também, nos ocidentais, teremos de entender as origens do pensamento extremista islâmico. Não entender o adversário é o melhor caminho para a eternizar a guerra. A subversão dessa religião foi preconizada por intelectuais. Abul Ala Mawdudi e Sayyid Qutb são considerados os precursores intelectuais do "terrorismo islâmico". Cabe aos intelectuais ocidentais a leitura de seus escritos e a demonstração de seus erros. Esse trabalho deveria ter iniciado há muito tempo. A alternativa está nas bombas e balas.

Quem salvar uma vida, será como se tivesse salvado toda a humanidade
Quem salvar uma vida, será como se tivesse salvado toda a humanidade

A Apple está construindo o iCarro?

Tudo indica que a Apple está construindo seu carro elétrico que dispensa motorista, que está sendo denominado pelo mercado de iCarro. Seus dirigentes estão mantendo sigilo absoluto sobre o que denominam de "Projeto Titan". Nada confirmado nem negado. O mistério adensa-se com o aparecimento de uma empresa em Los Angeles - Faraday Future - que a imprensa especializada, diz ser uma fachada para a produção dos iCarros.

Quem salvar uma vida, será como se tivesse salvado toda a humanidade
Quem salvar uma vida, será como se tivesse salvado toda a humanidade

Você já comeu arroz hoje? Os diferentes cumprimentos pelo mundo.

"Você já comeu arroz hoje? é o típico cumprimento chinês equivalente ao nosso "Como vai você?" Ao redor do mundo nos deparamos com diversas formas de cumprimento. São gestos ou palavras que caracterizam determinado povo, suas crenças e seus valores e que são respeitados até os dias atuais.
"O Deus que existe em mim, saúda o Deus que existe em você" é o significado da palavra "Namaste" muito utilizada na Índia e suas proximidades. A pequena reverência com as mãos juntas do peito dos hindus - denominada Añjali Mudra - pode ser feita em silêncio.

Popularizado pela galera do surfe, em geral o "shaka" ou "hang loose" é feito com uma balançadinha da mão. No Havaí, diz-se que o gesto surgiu com um homem chamado Hamana Kalili, que perdeu os três dedos dos meio em um moedor de açúcar. Assim, seu cumprimento passou a ter apenas o polegar e o mindinho. Surfistas e crianças gostaram da ideia e ela se espalhou pelo mundo. A galera hippie sacramentou o gesto típico do "paz e amor". Esse cumprimento surgiu na língua dos sinais de deficientes auditivos nos EUA e Canadá, onde significa "I love you" e se espalhou pelo mundo.

O cumprimento que tem sua origem mais polêmica é o usual dedão para cima significando "positivo" ou "jóia". Hoje, é universal, mas há um debate entre historiadores italianos em torno de seu uso no Coliseu, em Roma. Em vez de um sinal para poupar a vida dos gladiadores, como muitos acreditam por causa dos filmes de Hollywood, os estudiosos afirmam que a plateia usava o dedão para cima quando pedia a morte do gladiador, escondendo o dedão caso desejasse salvar a pele do lutador.

"Compartilhar o sopro de vida" é o significado do roçar de narizes usado pelos maoris da Nova Zelândia. Nessa ilha, representa além da respiração do mesmo ar, a união das mentes. Ao contrário do que alguns creem, o "beijinho de nariz" do povo maori não se repete entre os esquimós. Inuits, também denominados esquimós, vivem no Alaska, Groenlândia e na Sibéria. O costume deles é cheirar as bochechas, narizes e testas de amigos e familiares como um sinal de afeição. Na Malásia há um lindo gesto. Esticam as mãos e tocam a ponta dos dedos da outra pessoa. Depois, trazem as mãos para o coração em um gesto que significa: "cumprimento você de coração". O interessante é que somente pessoas do mesmo sexo cumprimentam-se dessa maneira.

Nos países islâmicos as pessoas se cumprimentam só com a mão direita, tocando o coração e depois a testa, e por último, faz-se um meneio no ar, para cima da cabeça. Os belos gestos são acompanhados pelas palavras: "salaam aleikum" (o famoso "salamaleico"), que significa: "a paz esteja convosco".
No Japão apertar as mãos uns dos outros causa, até hoje, algum estranhamento. O "ojigi" é o ritual usual. Curvar-se é a forma mais tradicional. Essa reverência varia entre acenos de cabeça sutis até curvatura de 90 graus ao dirigir-se a alguém de alto status. Os olhos voltam-se para o chão. Os homens deixam as mãos ao lado do corpo ou para trás e as mulheres apertam suas mãos uma contra a outra.

Quem salvar uma vida, será como se tivesse salvado toda a humanidade
Quem salvar uma vida, será como se tivesse salvado toda a humanidade

As exportações de soja e milho dispararam em outubro, mas o dinheiro do agronegócio está em queda no ano.

Principal mercado para as exportações brasileiras do agronegócio, a China comprou US$1,3 bilhão em outubro, 78% mais que no outubro do ano passado. Até esse mês, os chineses apresentavam reduções nas compras de produtos do campo brasileiro. Os Estados Unidos também compraram a mais 14%, batendo os US$634 milhões. A notícia é alentadora, porém na relação entre os 10 primeiros meses de 2014 com os de 2015, as exportações de soja recuaram 13% (US$26 bilhões), as de carne caíram 16$ (US$12 bilhões) e as de açúcar e etanol diminuíram em 21% (quase US$ 7 bilhões). O crescimento das exportações brasileiras só aconteceu com os produtos florestais, onde a celulose é o carro-chefe: 3%, chegando à marca de US$8,6 bilhões.

Produtor brasileiro de borracha em dificuldade pede aumento da taxação da borracha estrangeira.

Os negócios do campo mesmo estando em boas condições, apresenta alguns segmentos em sérias dificuldades. Representantes da cadeia da borracha na Câmara de Comércio Exterior - Camex - protocolaram um pedido de elevação temporária da alíquota da borracha importada dos atuais 4% para 35%. Argumentam que os estoques internacionais se elevaram em decorrência da maior produção asiática e da entrada do Vietnã nesse comércio. Haveria um estoque mundial de 3 milhões de toneladas, depreciando as cotações. Em agosto de 2013, a tonelada da borracha era vendida a US$ 2.265, no ano seguinte (2014) passou a US$ 1.615 e agora vale tão somente US$1.180. Os produtores afirmam que só continuam os trabalhos devido ao câmbio, que lhes é favorável.

Quem salvar uma vida, será como se tivesse salvado toda a humanidade



O primeiro tópico é excelente e necessário, em dias onde se vê tanto ódio direcionado por causa de uma imagem estereotipada que as pessoas têm dos muçulmanos e do Islã.
O Islã, assim como outras religiões, não prega o ódio ou o terror. Na verdade, para os seguidores do verdadeiro Islamismo, os terroristas como os Daesh, que promoveram os ataques em Paris, não são e nem podem ser considerados muçulmanos.
Escrevi um livro-reportagem que fala justamente sobre isso e sobre a importância da desconstrução de estereótipos relacionados ao Islã e aos muçulmanos. Em determinados momentos enquanto escrevia, me sentia como se estivesse falando com paredes, tamanhos foram os absurdos que ouvi. Mesmo assim, segui trabalhando naquilo que acredito e vou continuar a fazê-lo.

P.S.: Não sou muçulmana.
 
Mériele Oliveira Pereira em 18/11/2015 13:54:47
imagem transparente

Compartilhe

Classificados


Copyright © 2016 - Campo Grande News - Todos os direitos reservados.