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18/08/2015 09:40

Reajustes de planos de saúde não devem ter mudanças significativas

Mário Sérgio Lorenzetto
Reajustes de planos de saúde não devem ter mudanças significativas

Reajustes de planos de saúde não devem ter mudanças significativas.

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A Agência Nacional de Saúde (ANS) não deve aceitar mudanças significativas no cálculo dos reajustes dos planos de saúde. As maiores empresas do setor têm feito pressão sobre o governo em busca da liberação dos índices de reajuste. A última reunião com representantes dos ministérios da Saúde, Fazenda e Casa Civil com os empresários do setor terminou sem qualquer sinalização de mudança nas regras atuais. A avaliação da ANS é de que a discussão está encerrada. A agência reconhece que as correções autorizadas ficam abaixo da evolução dos custos das empresas, mas pondera que uma eventual liberação dos aumentos não traria benefícios aos cidadãos.

Reajustes de planos de saúde não devem ter mudanças significativas
Reajustes de planos de saúde não devem ter mudanças significativas

Vai uma gasolina aditivada patrão?

A pergunta é comum nos postos de combustíveis. Você deve usar gasolina aditivada ou comum? Para além da questão financeira, o problema está na qualidade. A gasolina comum é fiscalizada pelas autoridades (raramente é bem verdade) e deve obedecer às normas rígidas. Mesmo assim é comum encontrarmos gasolina "batizada" com água, solventes ou álcool. Agora, imagine a gasolina aditivada. Ela não é fiscalizada e nem conta com um arsenal de normas para nos proteger. Se deseja gasolina aditivada compre um frasco de aditivo e coloque na gasolina comum. É muito mais seguro.

Reajustes de planos de saúde não devem ter mudanças significativas
Reajustes de planos de saúde não devem ter mudanças significativas

As cooperativas rurais projetam crescimento de 10% a 12%. O mundo da coragem e alegria.

No Brasil, 1.597 cooperativas agropecuárias abrigam mais de um milhão de cooperados. Empregam 164 mil trabalhadores. Essa forma de organização demorou a decolar no país, mas, hoje, voa a toda velocidade e em "céu de brigadeiro", com tranquilidade. Elas já respondem por mais de 10% do PIB do setor rural que é dominado por oligopólios como a JBS, Marfrig, Cargil e Bunge. Ao longo das décadas mais próximas, em todas as inúmeras crises que o Brasil teve de enfrentar, as cooperativas funcionaram como um dos colchões de amortecimento. E esse "colchão" continua funcionando bem. As cooperativas do Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina cresceram, em média, 16% ao ano nos últimos cinco anos e devem registrar uma nova expansão de 10% a 12% em 2015. Praticamente todas as cooperativas desses três Estados estão com processos de crescimento de suas indústrias e terminais de armazenamento andando a passos acelerados. Crise? Eles apostam na verticalização e na inovação. Um dos dirigentes de cooperativa em nosso Estado provoca os industriais: diz que os cooperados pensam em plantar mais algodão para os industriais continuarem comprando lenços para enxugar o "choro da crise". Querem faturar mais com a crise. Eles estão adotando uma postura corajosa e alegre em um ambiente de temores e tristezas.

Reajustes de planos de saúde não devem ter mudanças significativas
Reajustes de planos de saúde não devem ter mudanças significativas

Venda de terras com diminuição no volume de negócios, mas com preços estáveis.

Apesar das incertezas que envolvem a economia nacional, o mercado de terras rurais manteve alguma estabilidade nos últimos 12 meses. Segundo dados da FNP -Informa Economics, houve diminuição no volume de negócios, porém os preços se mantêm firmes. A valorização média das terras de grãos no país foi de 4,3% nos últimos 12 meses. Crescimento próximo da inflação apenas na região Sul, no Tocantins e, mais notadamente, no sul do Pará.

A esperança do setor, mais especificamente daqueles que usam a terra prioritariamente com finalidades patrimoniais (o que importa é o preço da terra e não a riqueza que ela possa produzir), está na luta pela liberação da venda de terras para estrangeiros. O tema é candente pois faltam terras agricultáveis no mundo. O Brasil conta com um fator diferencial - de cada cinco hectares passíveis de serem incorporados para o plantio no mundo, um está aqui. Em abril, um projeto de lei que regulamenta a venda de terras rurais para estrangeiros voltou a tramitar no Congresso e poderá, caso aprovado e sancionado, flexibilizar a decisão da Advocacia Geral da União (AGU) que tornou esse negócio proibitivo na prática.

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Cultivo de oliveiras cresce vertiginosamente no Rio Grande do Sul.

De um lado as incertezas com os preços da soja, de outro um mercado nacional abarrotado de óleos de oliva importados em franco crescimento; o resultado foi a "descoberta" da plantação de oliveiras no Rio Grande do Sul. Os ganhos são em torno de 15 vezes dos patrocinados pela soja. De apenas 6 hectares plantados em 2002, a área plantada com as oliveiras, pulou para quase 1.500 hectares neste ano, distribuídos em 35 municípios. Esperam plantar outros 8.500 hectares em cinco anos. O consumo per capita de óleo de oliva no Brasil avançou de 200 mililitros para 400 mililitros em dez anos. Menos de 1% da demanda brasileira é suprida pela produção nacional e só existem pequenos polos de plantação no Rio Grande do Sul, em São Paulo e em Minas Gerais. A conta é de que um hectare de oliveiras pode render até R$ 35 mil líquidos por safra, enquanto a soja tem um ganho no máximo de R$2,3 mil por hectare. As plantações dos pomares custam em torno de R$ 10 mil por hectare e as despesas posteriores com manutenção custam algo como R$ 3 mil por hectare por ano. Assim como ocorreu com a soja, os gaúchos invadirão o cerrado com as azeitonas?

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