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06/05/2016 08:04

Terra da baixaria. A respeito do discurso do vereador

Mário Sérgio Lorenzetto
Terra da baixaria. A respeito do discurso do vereador
Terra da baixaria. A respeito do discurso do vereador

O vereador do partido que propugna por ódio (PSC) proferiu um discurso que gerou repulsa em toda a população. Nauseabundo. Discurso de ódio não é liberdade de expressão - é crime. É esse estado de baixaria a que fomos relegados desde as eleições municipais. O conflito entre o prefeito violento e vereadores de baixa formação se eterniza. Paralisa a economia da cidade.Gera um permanente baixo-astral. Devemos aprender ou sucumbir.

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Pragas.com, onde a maioria só enxergava prejuízo, ela viu lucro.

Lagartas, percevejos e besouros só trazem prejuízos? É o que todos pensam. Há poucos anos, uma catarinense, Cristiane Tibola, enxergou nos insetos que devastam as plantações brasileiras uma maneira de obter lucros. Ela fornece milhares de ovos e de ninfas desses insetos para cerca de 30 clientes. Não, não são duendes ou extraterrestres que compram insetos. A moça não é adepta do prefeito de Campo Grande que entrou em quadro de alucinação afirmando que estavam quebrando o asfalto. São estudantes e centro de pesquisa e multinacionais que necessitam o fornecimento de algumas ordens de insetos, que mais atormentam os produtores rurais, para pesquisar transgênicos e agrotóxicos. Essas empresas e estudantes precisam infestar lavouras de teste para entender como as plantas ou os produtos químicos respondem aos ataques dos insetos. A empresa está localizada no Vale do Piracicaba (SP).

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Desapareceram 10 mil crianças.

O tráfico humano atinge 124 países, segundo a ONU. Nenhuma região está imune. O aumento de pessoas fugindo de guerras, que já chega a 60 milhões, está agravando esse quadro perverso. Recentemente, o Serviço Europeu de Polícia - Europol - anunciou que 10 mil crianças desapareceram sem deixar vestígios. É possível que boa parte delas tenha sido traficada.

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O senhor da guerra libanês.

Carros queimados, vitrines despedaçadas, corpos sem vida jazendo no meio das ruas cheias de fumaça. Em 12 de novembro do ano passado, o duplo atentado kamikaze contra o bairro de Burj al-Barajneh, em Dahiyeh, no Líbano, foi o mais mortífero desde o fim da guerra civil que quase destruiu o país. Esse ataque, porém, lembrou os libaneses que os feudos do Hezbollah continuam sendo o alvo preferido do Estado Islâmico (EI). É isso mesmo, mulçumano matando mulçumano. O motivo do ataque é o apoio do Hezbollah ao exército sírio. Milhares de combatentes do Hezbollah atravessam as fronteiras e vão à Síria combater, com eficiência, os soldados do Estado Islâmico. As motivações também são religiosas. O Hezbollah (Partido de Deus) nasceu no seio da comunidade xiita após a invasão do sul do Líbano pelas tropas israelenses em 1982. O Estado Islâmico é constituído por "takfiris" - radicais sunitas que pregam a excomunhão de todos que não partilham de suas opiniões ou crenças.
Desde 2013, as zonas controladas pelo Hezbollah em Beirute ou no Bekaa serviram de palco para mais de uma dezena de ataques do EI. Algum tempo depois desses ataques no Líbano, o Hezbollah participava maciçamente da batalha de Quseir, região a oeste da Síria (fronteira com o Líbano), então em poder de grupos contrários ao exército sírio. Essa participação dos libaneses foi decisiva. Alterou por completo o equilíbrio de forças que por lá estava sedimentado. Graças ao Hezbollah, a região de Quseir foi retomada em menos de um mês. O Hezbollah que há alguns anos era um partido (com uma milícia armada) mal visto pelo Ocidente, passou a ser o "senhor da guerra libanês", um dos principais grupamentos de combate ao Estado Islâmico.




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