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28/01/2016 08:09

Um aplicativo de sucesso para churrasqueiros

Mário Sérgio Lorenzetto
Um aplicativo de sucesso para churrasqueiros

A vida dos churrasqueiros dos domingos ficou mais fácil, ainda que o preço da carne bovina não pare de subir. A rede Comper lançou um aplicativo que possibilita aos churrasqueiros a escolha das carnes antes de chegar a um de seus supermercados. Sem filas, o responsável pelas compras tem apenas o trabalho de retirar a encomenda. A Rede Econômica também está finalizando seu aplicativo visando criar facilidades para os churrasqueiros. Para a população que mais consome carne bovina do país, é uma novidade bem-vinda.

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A vida dos sírios no Líbano.

O Líbano acolheu mais de um milhão de refugiados sírios, ou seja, o equivalente a 25% da população local. Diferente da Turquia, a presença dos sírios não mobiliza as autoridades. Nada de espantoso nisso, quando se toma conhecimento da situação política do país: uma presidência vaga há um ano, um Congresso que resolveu aumentar seu mandato sem eleições e ministérios que só dão conta dos assuntos do dia a dia. As decisões de fechamento e abertura da fronteira do Líbano com a Síria se sucedem sem lógica alguma, "ao sabor dos ventos". Paralisado politicamente, o Líbano só toma medidas emergenciais. Os refugiados sírios ficam entregues a seus próprios recursos, em um "país relegado a si mesmo", como definem grande número de jovens libaneses que atualmente não escondem sua cólera contra todos os políticos - tudo muito semelhante ao Brasil.

Em Beirute, à pergunta sobre onde se encontram os refugiados sírios, a resposta do homem da rua é imediata: "Em todos os lugares e em lugar nenhum". Primeiro, chegaram os sírios ricos. Depois, os menos ricos e, agora os mais pobres. Também se vê de vez em quando uma tenda de refugiado sírio, erguida em um dos raros terrenos vagos da capital. Apenas 100 mil crianças estão na escola, de um total de 400 mil. Os libaneses não se esquecem da história recente de três décadas de presença militar síria no Líbano (1975 - 2005). Em alguns bolsões de Beirute, especialmente entre os maronitas (católicos com um rito diferente do praticado pelos brasileiros) o ódio aos sírios ainda é latente. Esse é o relato de um sírio que está de passagem em Campo Grande. Ele veio do Líbano.

Um aplicativo de sucesso para churrasqueiros
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Turismo mundial atinge recorde de 1,1 bilhão de viajantes.

O turismo mundial atingiu um novo recorde, resultado do aumento de 4,4% em 2015, quando comparado com o ano anterior, informou a Organização Mundial do Turismo (OMT). Este é o sexto ano consecutivo de crescimento. China continua sendo a principal origem dos turistas; há anos ultrapassou o Japão, Estados Unidos e vários países europeus. Os chineses vêm aumentando suas despesas com o turismo em mais de 10% anualmente, desde 2004. É estranho o Brasil e o Mato Grosso do Sul não criarem situações para atrair a multidão de chineses que saem de férias. O ex-ministro da Fazenda, Joaquim Levy, costumava citar como uma das receitas de curto prazo que poderia ajudar o Brasil a curar as feridas da crise. Chegou a afirmar que o turismo, em três ou quatro anos, teria influência significativa nos números do governo federal. O turismo mundial movimentou R$ 500 bilhões em 2014.

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Invadidos por mosquitos e caranguejos.

Pensando bem, admitir que o mosquito quando pica é conscientemente cruel ou que o andar dos caranguejos é deliberadamente retrógrado... é o mesmo que admitir que o prefeito intenciona limpar a cidade para evitar a crueldade ou tapar os buracos das ruas para que a cidade volte a andar para a frente.

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Saída, Voz e Lealdade. As opções de todos que dirigem empresas ou governos que rumam para o desastre.

Há grandes empresas ou governos com histórico de falhas grosseiras durante, por exemplo, as construções de estradas de ferro na Nigéria ou a guerra norte-americana no Vietnã. As pessoas que ocupavam posições de responsabilidade tinham três alternativas: a "saída" - deixar a empresa ou governo, a "voz" - permanecer no emprego e falar publicamente a favor da mudança e, por fim, a "lealdade" - permanecer no emprego e apoiar a continuidade dos erros. A maioria escolhe a lealdade. Optar pela saída tem efeito mínimo sobre a empresa. E para ser ouvida, a voz precisa ser bem alta e destemida. Alguma referência ao Brasil atual? Esse é o tema do livro "Saída, Voz e Lealdade", de Albert Hirschman.

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