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18/12/2013 07:45

União vai investir muito mais na saúde, mas falhou na divulgação

Mário Sérgio Lorenzetto
União vai investir muito mais na saúde, mas falhou na divulgação

Muita gente não viu – a União gastará muito mais com a saúde

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O Senado aprovou, e quase não se viu na imprensa, emenda constitucional que muda o piso da saúde. Ou seja, os recursos mínimos que devem ser aplicados pela União em ações e serviços de saúde. Essa alteração foi introduzida pelos senadores, a pedido da presidenta Dilma, na emenda constitucional que cria o denominado orçamento impositivo. E, em conseqüência disso, perdeu-se na discussão. Muito se falou sobre o orçamento impositivo e quase nada sobre a grande mudança no orçamento da saúde.

A União passará a aplicar, pelo menos, 13,2% de sua receita corrente líquida no primeiro ano após a mudança. No segundo ano serão 13,7%; e 14,1% no terceiro. Já no quarto ano, a conta passa para 14,5% e chegará a quinto ano a 15%. Há pouco, os setores ligados à área de saúde coletaram 1,9 milhão de assinaturas pleiteando 10% da receita corrente líquida. O governo Dilma respondeu com iniciais 13,2%, muito além do pleiteado, e não divulgou a mudança. Falha grotesca da comunicação governamental?

União vai investir muito mais na saúde, mas falhou na divulgação
União vai investir muito mais na saúde, mas falhou na divulgação

A CCR, uma das maiores empresas de serviços do Brasil, venceu o leilão da BR-163

A CCR (Companhia de Participações em Concessões) foi criada pelos grupos Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa. Ela arrematou cinco das 11 maiores concessões de infraestrutura nos últimos dois anos. Além do aporte de R$ 6 bilhões que fará no trecho da BR-163, entre Sonora e Mundo Novo, deu, recentemente, um lance de R$ 1,82 bilhão no leilão referente à operação do aeroporto de Confins, em Minas Gerais. A CCR, que atua também em mobilidade urbana e fibras ópticas, está presente em dois importantes rankings nacionais – é a quinta empresa de serviços em rentabilidade patrimonial e a décima segunda colocada em lucro líquido, com um resultado que alcançou, neste ano, R$ 1,2 bilhão. A estratégia que a CCR vem adotando é a de apostar em projetos com menos competição e maior rentabilidade, de acordo com seu diretor Leonardo Vianna.

Sua sede, na Vila Olímpia na capital paulista, comanda concessões desde a Espanha, passando pelo México indo até Curaçao. O maior eixo de seus negócios está nas rodovias – Presidente Dutra, Anhaguera-Bandeirantes, Rodovia dos Lagos, Rodovias do Oeste Paulista e o RodoAnel de São Paulo. Também é concessionária da Linha 4 do Metrô de São Paulo, do VLT carioca e do Metrô de Salvador.

Trabalha ainda com sistemas integrados de tecnologia da informação para pagamentos e com transportes marítimos. Com uma receita bruta, em 2012, de R$ 6,2 bilhões e seu gigantismo, não é perceptível que venha a oferecer risco para o empreendimento que se propõe em Mato Grosso do Sul.

União vai investir muito mais na saúde, mas falhou na divulgação
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Café especial brasileiro será servido em voos internacionais

Especial e brasileiro. O café será servido nos voos internacionais da TAM a partir deste fim de ano terá aroma frutado, levemente cítrico e corpo balanceado. O fruto foi desenvolvido por meio de cultivares estudadas no IAC (Instituto Agronômico) sob a coordenação da Embrapa Café. No blend constam as cultivares Icatu Amarelo e Mundo Novo, da marca brasileira Suplicy Cafés, que atua no ramo desde o século XIX. O café é integrado por grãos considerados de torra média na proporção 100% arábica. Os grãos são provenientes de três fazendas localizadas nas regiões do Vale da Grama (SP), no Sul de Minas Gerais e no Cerrado Mineiro. Aos que pensam ser um privilégio da primeira classe, dá para relaxar. A bebida também será servida na classe econômica e na business class nos voos para Estados Unidos, Europa e América Latina. A oferta será de forma gradativa até atingir os 87 voos diários da companhia.

União vai investir muito mais na saúde, mas falhou na divulgação
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Seres humanos estão mais carnívoros, aponta pesquisa

A mudança de hábitos e o crescimento averiguado na China e na Índia impactaram diretamente no consumo de carnes, conforme estudo Proceedings of the National Academy of Sciences publicado pela revista Nature. O estudo avaliou pela primeira vez o chamado índice trófico da humanidade. Índice trófico é uma medida aplicada em ecologia e serve para posicionar as espécies na cadeia alimentar. Assim, o tal índice aumentou em 3% de 1961 a 2009.

Segundo os estudiosos, mesmo com o aumento, ainda estamos mais para herbívoros que carnívoros, o que muda o conceito de que somos os principais predadores no topo da cadeia alimentar. E enquanto houve aumento no consumo de carnes por nações como China e Índia, onde a dieta envolvia principalmente o arroz, países como Islândia, Mongólia e Mauritânia passaram a consumir menos proteína animal, na contramão de suas tradições.

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Preços da carne batem recorde na Grã-Bretanha

Os preços ao consumidor do quilo do contrafilé – sirloin steak – chegaram a 22,18 libras esterlinas (US$ 36,13) na última semana na Grã-Bretanha. O valor é considerado recorde e está 1,9% maior do que na semana anterior, segundo o AHDB (Conselho de Desenvolvimento de Agricultura e Horticultura) britânico. O conselho apontou aumento em todos os cortes, nem a carne moída escapou. A maior justificativa do órgão é a redução da produção, a menor em 65 anos.

O rebanho bovino inglês totalizou 9,84 milhões de cabeças ao fim do primeiro semestre. Os números, mesmo incluindo o gado de leite, são os menores desde 1948, alerta o Departamento para Meio-Ambiente, Alimentos e Assuntos Rurais divulgados em outubro. Movimento semelhante está ocorrendo nos Estados Unidos.

União vai investir muito mais na saúde, mas falhou na divulgação
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Facebook do bem e Twitter gramaticalmente correto: novidades nas redes sociais

Começou nesta semana uma nova forma de interação no Facebook. Válida, por enquanto somente para usuários norte-americanos, a ferramenta "Donate Now" – doe agora – passará a acompanhar os posts de organizações como Unicef, World Wildlife Fund e Livestrong, além de figurar no topo de suas respectivas páginas no site. É dessa forma que os usuários poderão doar enquanto navegam. Dezoito entidades já integram a nova ferramenta, que não chega a ser uma novidade e foi experimentada para doações à Cruz Vermelha em auxílio às vítimas do tufão Haiyan. Não há previsão para disponibilidade aos usuários brasileiros.

Já o Twitter está desenvolvendo mecanismo para editar textos postados, conforme o The Desk. Quando estiver disponível, a ferramenta vai permitir a utilização de textos levemente modificados num curto período de tempo, sendo um de cada vez.

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Não acreditava em sua coluna, achava que so ia puxar o saco do Puccinelli. Como sempre tem assuntos interessantes passei a ler e fiquei surpresa com sua imparcialidade. Você esta arejando as noticias. So quero ver se na época das eleições não vai torcer pros Trad.
 
Leila Carvalho em 18/12/2013 13:54:27
Até que enfim apareceu alguém para gastar mais com saúde. Parabéns Dilma.
 
Edna Gallardo em 18/12/2013 13:49:47
O relatório do Banco Mundial reforça e prova que as mazelas do País são causadas por falta de gestão eficaz, eficiente e profícua e mais não falta dinheiro para a Saúde e vai ter mais. Em resumo está faltando GENTE capacitada e habilitada para o setor.
 
Oswaldo Rodrigues em 18/12/2013 13:31:29
Parabéns à equipe pela notícia sobre a saúde. Há muito a ser feito pelos governantes.
 
Julia Moraes em 18/12/2013 12:59:21
Ate que enfim o governo federal vai investir mais em saúde. Parabéns para a Dilma.
 
Maria Angela Correia em 18/12/2013 10:36:24
O investimento será muito maior em saúde e é verdade que não foi divulgado. Furada da imprensa.
 
Jeane Oliveira em 18/12/2013 09:45:50
Excelente notícia e parabéns p/ divulgação imparcial.
 
Oswaldo Rodrigues em 18/12/2013 09:44:10
13,2% para a saúde e ninguém ficou sabendo. A assessoria de comunicação da Dilma é muito incompetente. Essa é a noticia mais importante do ano.
 
Igor Andrade em 18/12/2013 08:25:04
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