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26/05/2016 11:05

Vem aí o avião sem piloto. E isto é só o começo.

Mário Sérgio Lorenzetto
Vem aí o avião sem piloto. E isto é só o começo.

Carros sem motorista já trafegam, em fase experimental, pelas ruas de vários países. Agora, os chineses da empresa Ehang apresentaram, em Las Vegas, o protótipo do Ehang 184, o primeiro avião (drone) capaz de transportar uma pessoa.

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O passageiro informa seu destino no tablet, que vem acoplado ao painel, e o comando do avião fica por conta da internet. Ele tem autonomia para voar por 23 minutos a uma altura de 500 metros. É só o começo.

Vem aí o avião sem piloto. E isto é só o começo.

Facebook começa a tomar uma parte dos negócios bancários.

Os bancos estão tremendo, o Facebook, Apple, Google e Amazon estão começando a oferecer parte dos serviços que, antes, pertenciam, exclusivamente, ao sistema bancário.

O primeiro passo já foi dado. O Facebook já permite a transferência de dinheiro entre seus usuários por meio do aplicativo Messenger nos Estados Unidos. Mas para isso ainda é necessário ter uma conta em um banco tradicional. Mas avançará. Marck Zuckerberg acaba de expor os planos para o uso de inteligência artificial por meio de "chatbots", programas de computador que tentam simular um ser humano.

O risco, na visão de analistas, é que os bancos fiquem na retaguarda dos negócios, deixando a interface (contato) com os gigantes do Vale do Silício e, com isso, perderão 30% de suas receitas. O limite deles deve ser Júpiter. Por enquanto.

Vem aí o avião sem piloto. E isto é só o começo.

As inovações da Fibria.

A Fibria tornou- se um colosso em território sul mato-grossense. Hoje, fatura algo como R$ 10 bilhões anualmente. E ainda melhor, seus fundamentos econômicos são sólidos. Agora, a empresa se permite procurar novos caminhos em suas florestas que vão além da celulose. Com a ajuda de cientistas, se prepara para vender produtos como fibra de carbono usada em aviões, componente para prótese cirúrgica e bio óleo para os norte-americanos.

A estratégia deles deveria ser motivo de estudo de todos os fazendeiros de nosso Estado: tirar o máximo de valor por hectare. Partem do princípio de que um só hectare é muita terra e pode produzir grandes riquezas. Eles contrataram 40 cientistas que trabalham nos centros de pesquisas criados em Jacareí (SP) e em Aracruz (ES). Estão produzindo lignina para suprir a necessidade total de energia de seus motores, pretendem criar resinas para colar painéis de madeira, carvão ativado para filtros de água e para carros, além, é claro, das fibras de carbono para aviões e automóveis. Há ainda outra novidades saindo dos laboratórios - uma nova celulose nanofibrilar e a nanocelulose cristalina. A floresta está parindo tantas inovações que estão deixando os brasileiros que conhecem o assunto, aturdidos.




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