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18/08/2016 07:05

Vem aí o celular tatuado na pele

Mário Sérgio Lorenzetto
Vem aí o celular tatuado na pele

A realidade corre atrás da ficção. Há alguns anos, alguns filmes de ficção apresentavam aparelhos de comunicação tatuados na pele. É o que a Microsoft em conjunto com o MIT estão projetando. O projeto, em fase avançada, chama-se DuoSkyin. Nunca estivemos tão perto de aplicar a tecnologia diretamente na pele.

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O DuoSkin utiliza as tatuagens temporárias, douradas e prateadas em moda nas praias europeias e norte-americanas, para criar dispositivos com capacidade de comunicação. É uma porta aberta para o futuro da individualidade tão desejada. Cada pessoa terá seu celular, com o formato que desejar, aplicado na pele.

O MIT está trabalhando com três possibilidades diferentes para essas tatuagens tecnológicas. No primeiro caso, a pele serve como "trackpad" e os dedos funcionam como um tipo de mouse, deslizando-os sobre a tatuagem é possível digitar comandos. Por exemplo, controlar o volume da música. No segundo caso, a pele funciona como a tela de visualização. Uma tatuagem poderá mudar de cor conforme a temperatura da pele mude ou, ainda, fazer surgir elementos na tatuagem tecnológica conforme o estado mental da pessoa. O terceiro e último teste é, provavelmente, o mais interessante: a tatuagem tem capacidade de comunicação e poderá transmitir informações a um celular.

Apesar de parecer fantástico, o projeto é considerado acessível. Na concepção, as atuais lojas de tatuagens se transformarão em lojas de tatuagens tecnológicas. Cada pessoa terá um celular na pele conforme seus desejos. Além de alta tecnologia, são belíssimos.

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Vem aí o celular tatuado na pele
Vem aí o celular tatuado na pele

Brasil, país de excessos. Entre vaias e festas

Após a retumbante abertura dos Jogos Rio-2016, as vaias e as festas, ambas excessivas, passaram a tomar conta do noticiário internacional. Os competidores e turistas nunca viram tantas festas como as que ocorrem nos novos points do Rio de Janeiro. Michael Phelps, um dos mais festejados, afirmou: "Não sei se havia ouvido algo parecido a isto". As festas deslumbram. Em seguida, vieram as vaias.

O vaiado mais famoso foi o atleta francês do salto com vara. Renauld Lavillenie mostrou seu preconceito de "raça superior". Após as vaias comparou-nos aos nazistas e nos chamou de "público de merda". No dia seguinte, desculpou-se pela comparação. Mas voltou a ser vaiado durante a entrega de medalhas.

"Não é agradável porque não estamos acostumados", disse a espanhola Galia Dvorak depois de ser vaiada e eliminada por uma brasileira. Seu esporte? Não é futebol nem basquete... é tênis de mesa.

Os árbitros de outros esportes como esgrima e natação, tiveram de esforçar-se para conseguir um mínimo de silêncio do público e até do chatíssimo famoso locutor de esportes da Globo. O tenista alemão Dustin Brown chegou a ser vaiado depois de torcer o tornozelo ao enfrentar o brasileiro Thomaz Belluci. Logo depois foi aplaudido, quando o levavam ao hospital. Também vaiaram uma competidora russa por causa do escândalo do doping, como se brasileiro algum não tivesse sido pego em exames antidoping. Em seguida, os gritos de reprovação foram para o norte-americano Justin Gatlin. Ao mesmo tempo, ovações a Usain Bolt, para que ninguém no mundo duvidasse para quem torcíamos.

Um torcedor brasileiro e outro argentino chegaram às vias de fato em um jogo de tênis. Esmurraram-se. A seguir, levaram cartazes sobre as Malvinas para provocar os argentinos em uma partida e basquete que entrou para a galeria de nossas vergonhosas participações nos esportes pelo comportamento da torcida e pela derrota inexplicável.
Também é certo que as maiores vaias ocorreram em Brasília, atingindo a nossa Seleção de Futebol. Neymar e seus "parças" nunca ouviram tantos impropérios e gritos. A nadadora Joanna Maranhão, militante famosa petista, apresentou denúncia policial pelos insultos que recebeu após a eliminação nos 200 metros borboleta. Dessa vez, os impropérios maiores foram na internet. A imprensa estrangeira desconhece a mania dos brasileiros de protagonizar grandes torneios de tiro ao alvo na internet.

Temos de admitir os nossos excessos. Mas não podemos perder de vista que outros povos cometem excessos muito maiores. Basta lembrarmos dos episódios de violência durante a recente Eurocopa. Também não podemos esquecer das centenas de vezes que nossos futebolistas receberam bananas e foram chamados de macacos nos estádios europeus. Sim, exageramos. Nossas autoridades deveriam apresentar desculpas. Mas, será que ouviremos algum pedido de desculpa deles?

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60 +: a mulher da sexualidade invisível

Cada país cria suas próprias distorções da sexualidade. A fantasia erótica da mulher com mais de 60 anos é uma delas. Os sites dedicados a ela se chamam 50 +, pois quem tem 60 + deve permanecer invisível. É a mulher invisível em sua emoção. É tão invisível que não se admite nem mesmo que seja perseguida por preconceito. Fica fora da história. Incrível, é um preconceito inadmitido em pleno século XXI, em que derrubaram todos.

Raríssimos são os romances dedicados às 60 +. Eliana Cardoso, economista e escritora, cita dois sobre a vida erótica da idosa: "Amor, de Novo", de Doris Lessing e "O Livro de Eva", de Constance Bereford-Howe. A eles.

Vem aí o celular tatuado na pele

O dia em que a Palestina desapareceu do mapa

Um sindicato de jornalistas palestinos está denunciado o Google por ter retirado de seus mapas a Palestina, Cisjordânia e Gaza, mas conserva o nome de Israel. A denúncia correu o mundo. O Google diz que não retirou o nome da Palestina de sua ferramenta cartográfica, mas é fato, a Palestina sumiu. Por outro lado, o Twitter virou a arma de defesa da Palestina. Está com a etiqueta "Palestine is here". A guerra em sua forma web ganha, a cada dia, mais espaço.




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