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19/07/2016 06:52

Vídeo da BBC sobre Olimpíadas é brilhante

Mário Sérgio Lorenzetto
Vídeo da BBC sobre Olimpíadas é brilhante

A cadeia de televisão e jornal britânica BBC, lançou um vídeo promocional para os Jogos Rio 2016. Um vídeo espetacular. Os brasileiros nunca viram uma propaganda de nosso país tão criativa e elaborada.

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Alimentaficção. Como será a alimentação no futuro?

Andoni Luiz Aduriz estudou na mais importante escola que trata da alimentação mundial, a de San Sebastián, na Espanha. Também trabalhou com os mais renomados chefs de cozinha como Ferran Adriá e Matín Berasategui. É dele as ideias sobre a alimentação do futuro, apresentadas ao El País.

"Para começar, a maneira que nos relacionamos com a água mudará radicalmente nossa realidade. É um bem escasso e estratégico, e isso provocará que ela se destine ao rigorosamente necessário, como é a produção de alimentos".
Aduriz afirma que: "(A água) provocará mudanças radicais na agricultura, na pecuária e na indústria". "Por exemplo, os milhões de litros que são empregados para colorir tecidos serão substituídos por gás carbônico, gás que também será utilizado para a higienização e conservação de hortaliças e inclusive do leite, que será enriquecido com cepas de bactérias probióticas extraídas do intestino de bebês" E continua: "A biotecnologia dará um salto tão significativo que desenvolverá novas variedades de plantas e animais. Serão produzidos cereais resistentes aos fungos que os atacam, animais imunes a enfermidades e curiosidades como porcos com pouca gordura saturada. Desde agora até 2035, cerca de 50% dos empregos manuais serão substituídos por robôs. Cozinhar em fogões desaparecerá. A falta de espaço motivará que só um mínimo de lares tenha algo como a cozinha tal qual a conhecemos. E ela será considerada tão exótica e ostentatória como dispor de uma quadra de tênis". E Aduriz é ainda mais radical na visão do futuro da alimentação: "A sala de jantar será a rua, onde poderão adquirir alimentos a qualquer hora do dia servidos em vasilhas inteligentes, com uma gama de preços que fará do ato de cozinhar em casa um passatempo". E ainda brinca com uma comparação temporal: "Muito possivelmente, a imagem da avózinha preparando o almoço na cozinha, será visto como algo chocante. A recordação das gerações passadas cultivando sua própria horta, preparando conservas e criando animais para alimentar-se poderá ser percebido como algo grotesco". E finaliza: "Graças a esses avanços, a comida será saudável, abundante e barata e a produção tradicional será relegada ao âmbito do exótico". O futuro preconizado por Aduriz é, obviamente, o do europeu. Sua data limite - 2035 - para desvendar a "alimentaficção" não é válida para o Brasil. Coloquemos, no mínimo, mais dez anos a ela.

Vídeo da BBC sobre Olimpíadas é brilhante
Vídeo da BBC sobre Olimpíadas é brilhante

O papel dos lubrificantes na hora de "molhar o biscoito".

Na Antiguidade greco-romana, o azeite de oliva era utilizado para facilitar a penetração. Na Idade Média, os japoneses passaram a usar o óleo de inhame (também denominado cará). Hoje, cabe ao gel lubrificante íntimo produzido em laboratório a função de tornar as relações sexuais menos doloridas. Em verdade, esse lubrificante, vendido em farmácias, foi criado apenas para tornar os exames ginecológicos menos desagradáveis para a paciente. Todavia, como ele conseguia imitar perfeitamente a lubrificação natural do corpo humano, logo ganho novas funções - a de facilitar na hora de "molhar o biscoito". Ainda existem três tipos de lubrificantes íntimos:

1. À base de água - não causam alergia e não reagem com o látex da camisinha. Também não mancham tecidos e são fáceis de encontrar. O único problema é financeiro. Como são menos espessos, há necessidade de várias aplicações, rendendo pouco e necessitando de ser frequentemente adquirido.

2. À base de silicone - também não reagem com o látex da camisinha. Entretanto, limpá-lo da pele é mais difícil e, em algumas pessoas, pode provocar alergia.

3. À base de óleo ou petróleo - estão quase extintos do mercado. São bem mais espessos que os anteriores. Seu grave defeito está na reação com o látex da camisinha.

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"Cavalo paraguaio" ou brasileiro?

Já se foi a época em que "cavalo paraguaio" era sinônimo de incompetência ou derrota. Nossos vizinhos, exceção à fronteira, vivem um momento impar em sua história econômica. Em abril, o PIB brasileiro cresceu míseros 0,2%, enquanto a economia paraguaia continua fortalecida. Saltou 6,6% no mês. Agricultura, construção civil e energia puxam a economia de nossos hermanos.




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