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15/06/2016 08:15

Wood One, a primeira fábrica movida apenas a energia solar

Mário Sérgio Lorenzetto
Wood One, a primeira fábrica movida apenas a energia solar

Ela já esteve à beira da falência. Sua conta de energia era de 7.000 euros. Uma decisão a salvou e, hoje, ela se gaba de aumentar salários sem que os funcionários o peçam. A Wood One, empresa de mobiliário hospitalar e de escritório funciona em Portugal e comprou 1485 painéis solares capazes de produzir, cada um, 400 quilowatts por hora. Também utilizam as aparas de madeira que são queimadas no inverno para repor a diminuição de energia solar.

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O investimento total, para os painéis, novas máquinas e instalações, foi de dois milhões de euros. A única coisa que aborrece seus proprietários é o contrato com a empresa distribuidora de energia. Ele não permite doar a energia que sobra durante o fim de semana, quando a fábrica fecha. Estão discutindo com a prefeitura local para que ela convença a empresa distribuidora de energia.

O plano é montar uma estação que carregue os carros elétricos da prefeitura graciosamente. Um bom planejamento para a eficiência energética é vital para esse tipo de indústria consumidora de muitos quilowatts. Estão orgulhosos de terem a primeira fábrica do mundo movida totalmente a energia solar.

Wood One, a primeira fábrica movida apenas a energia solar

Energia grátis no Chile por causa das placas solares.

Durante 113 dias a energia no Chile custou zero peso (moeda do país). Quando as energias renováveis produzem muito, mas não há consumo suficiente, o preço da energia que está sendo produzida, desce muito. Isso já aconteceu em Portugal e, recentemente, na Alemanha. Segundo noticia a Bloomberg, o fenômeno já tinha ocorrido no ano passado, quando os chilenos deixaram de pagar pela energia elétrica por 192 dias.

De lado está a forte produção de energia renovável, de outro, o baixo consumo industrial e das mineradoras que sofrem com o desaquecimento do mercado chinês, mas principalmente pelo aumento do número de centrais de energia solar. No total foram instaladas 29 novas centrais solares e ainda estão planejando outras 15 (que não estão encontrando investidores). Para as centrais solares o clima é de pessimismo, por não gerarem receitas para cobrir os investimentos feitos. No Chile como no Brasil, não há planejamento bem feito quando se trata de infraestrutura. Excesso de centrais, poucos consumidores e linhas de transmissão obsoletas e incompletas é a fotografia do mau planejamento chileno. No Brasil, tudo é mal planejado.

Wood One, a primeira fábrica movida apenas a energia solar

Empresários do Paraná estão trabalhando para concretizar ferrovia Maracajú-Paranaguá.

A Federação das Indústria do Estado do Paraná - Fiep acaba de apresentar um projeto da ferrovia que ligaria Maracajá a Paranaguá para grupos japoneses. Mitsubishi, Mitsui, Marubeni e Hitachi, grandes empresas do Japão, receberam uma missão de paranaenses para conhecer o projeto. Anteriormente, a Fiep já havia apresentado projeto similar a empresários canadenses e a chineses. O projeto ferroviário - melhoria da malha atual e construção de um novo braço - é avaliado em R$ 10 bilhões. A capacidade atual da ferrovia é de apenas 10 milhões de toneladas ao ano. Algo como 20% do que chega ao porto de Paranaguá. Com o novo projeto, passaria a transportar 30 milhões de toneladas ao ano. É um imenso mercado a ser explorado. Todavia, a Fiep acredita que haverá a necessidade de contar com o governo federal para cobrir uma parcela do investimento necessário.

Wood One, a primeira fábrica movida apenas a energia solar

Brasil, o país do judô.

O judô nasceu no Japão. Seu "pai" é o japonês Jigoro Kano. Aos 23 anos, Kano era um jovem professor universitário, selecionou, modificou e aprimorou técnicas do jiu-jitsu, com o cuidado de eliminar os golpes mais perigosos. Em 1882, Kano fundou o Instituto Kodokan, que desde o início pregava que o praticante do judô estivesse ligado a um avanço espiritual.

O esporte chegou ao Brasil por volta de 1922, quando Eisei Maeda - ou Conde de Koma, como era chamado - fez sua primeira apresentação no país, em Porto Alegre, depois partindo para São Paulo e o Rio de Janeiro. Mas o judô só foi ganhar força no Brasil em 1938 quando um grupo de japoneses, liderados por Riuzo Ogawa, fundou a Academia Ogawa. Por dezenas de anos, o judô foi praticado nas Olimpíadas somente por homens. Só à partir da Olimpíada de Munique, em 1972, passou a valer medalhas e somente 20 anos mais tarde - em Barcelona - as mulheres foram aceitas.

Para chegar ao pódio de uma Olimpíada, um judoca tem de encarar até cinco lutas. Todas em um único dia. É uma curta cruzada que exige do atleta técnica e muito preparo físico, além da capacidade de administrar as emoções que a sucessão de embates determinam. Qualquer deslize emocional de um segundo, joga por terra anos de preparo.
Mesmo assim, das 42 modalidades que estarão ocorrendo nos Jogos do Rio 2016, entre 5 e 21 de agosto, o judô é aquela em que o Comitê Olímpico brasileiro mais aposta.

O projeto que recebeu centenas de milhões de reais do governo de colocar o país no Top 10 das nações com maior número de medalhas depende bastante dos nossos resultados no tatame. Até hoje, nenhum outro esporte rendeu tantas conquistas para o Brasil em olimpíadas quanto o judô. Foram 19 medalhas no total - duas a mais que a vela. Se considerarmos apenas o ouro olímpico, a vela - com seis medalhas - dá um ippon no judô, que nos trouxe três medalhas. É aconselhável começar a aprender o que é esse "ippon", "waza-ari" e "yuko".




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