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    Emanuel Steffen - www.mayel.com.br


06/08/2014 10:17

3 atitudes para evitar o endividamento

Por Emanuel Gutierrez Steffen (*)

Quatro em cada dez (37%) consumidores inadimplentes admitem que não vão pagar suas dívidas nos próximos três meses. A conclusão é de uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal ‘Meu Bolso Feliz’ com 1.245 consumidores em todas as capitais.Ainda mais alarmante é o motivo citado por 36% dos entrevistados para o não pagamento das contas: abrir mão do prazer de comprar os produtos que desejam. “Vivemos em uma era em que ter coisas é cada vez mais uma fonte de prazer e satisfação. Busca-se tanto o ‘glamour’ associado a certos bens materiais que muitas vezes deixa-se de avaliar as consequências de todas essas aquisições”, explica a psicóloga Cristiane Vaz de Moraes Pertusi, de São Paulo.Segundo o educador financeiro do ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli, a resistência em cortar despesas e em mudar o padrão de consumo são alguns dos erros mais comuns para quem precisa ‘sair do vermelho’ e sinalizam a falta de preocupação com o futuro. Exemplo disso é que quase um quarto (24%) dos inadimplentes admite que costuma deixar de pagar alguns compromissos financeiros para adquirir um determinado produto que gostaria de ter. Entre os consumidores adimplentes entrevistados, o percentual cai para 9%. “As pessoas acabam priorizando uma passageira elevação da autoestima em detrimento de uma segurança financeira duradoura”, finaliza a psicóloga.Veja a seguir as ações para evitar ou sair do endividamento:

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1 – ENTENDA OS SEUS GASTOS: Para saber como economizar, é preciso antes entender como você vem gastando o seu dinheiro. Com este levantamento em mãos, você conseguirá avaliar melhor quais dos seus comportamentos de compra geram gastos em excesso. Na pesquisa realizada pelo Meu Bolso Feliz e SPC, entre os entrevistados que pretendiam economizar para pagar suas dívidas, os principais cortes estão ligados às atividades de lazer (56%), compras de vestuário e calçados (38%), alimentação fora de casa (23%), gastos com cabeleireiro e manicure (21%) e compras no supermercado (18%). E você, como pode reduzir seus gastos?

2 – MUDANÇA DE ATITUDE: “O primeiro passo para organizar as finanças pessoais é reconhecer a necessidade de mudar hábitos que colocam o bolso em risco. Dois graves erros são subestimar os pequenos gastos, que passam despercebidos no dia a dia e fazer compras para que as demais pessoas tenham uma imagem positiva ao seu respeito, principalmente, pelas coisas que você possui ou veste. Fazer uma autoavaliação para entender o porquê de não estar honrando seus compromissos financeiros também é fundamental para que a experiência sirva de aprendizado.”, explica o educador financeiro José Vignoli.

3 – MUDE AGORA SUAS ATITUDES DE COMPRAR: “A revisão dos hábitos de consumo deve ser imediata. Com conhecimento para tomar as decisões mais acertadas, a pessoa fica menos vulnerável aos impulsos emocionais que a fazem gastar mais do que pode”, explica a psicóloga Cristiane Vaz de Moraes Pertusi. Informe-se sobre os empréstimos e dívidas que contrai, compare juros, calcule suas opções, enfim, estude sua economia pessoal. Dilemas financeiros recorrentes como se vale ou não a pena ter mais de um cartão de crédito; se parcelar compras é sempre vantajoso ou se um empréstimo consignado é a melhor saída são só alguns exemplos de temas que merecem sua atenção. Com esse tipo de conhecimento na ponta da língua, dizer “não” às dívidas ficará bem mais fácil.

Fonte: meubolsofeliz.com.br
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(*) Emanuel Gutierrez Steffen – Criador do portal www.manualinvest.com

 

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