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    Emanuel Steffen - www.mayel.com.br


13/12/2013 07:02

Troca de carro: Qual o momento ideal?

Emanuel Gutierrez Steffen (*)

Após alguns anos de uso de um automóvel é natural que o proprietário deseje trocá-lo por um carro mais moderno. Mas algumas pessoas ficam em dúvida se aquele é o momento ideal para fazer a troca, e quanto essa decisão pode pesar no orçamento. Mas existem alguns fatores que devem ser analisados antes de se desfazer do carro antigo e adquirir um novo.

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Ao sair da concessionária, o carro já perde valor (cerca de 30%, segundo estimativas da Assovesp - Associação das Revendas Independentes do Estado de São Paulo) e a cada ano que passa a depreciação do veículo aumenta, principalmente nos dois primeiros anos, então fazer a troca de um automóvel em um curto prazo de tempo não trará nenhuma vantagem financeira ao proprietário. A desvalorização é devida ao lançamento de novos modelos. O ideal acreditam os especialistas, é aproveitar ao máximo esse período para só então fazer a troca do veículo. Alguns profissionais da área automobilística aconselham que o proprietário comece a pensar na troca após o carro completar 60 mil quilômetros rodados, pois é quando, em alguns casos, os gastos com a manutenção começam a pesar por causa dos problemas que costumam aparecer.

Outras pessoas aconselham manter o veículo enquanto durar a garantia oferecida pela montadora ou pelo revendedor, que, nos carros 0 km, pode variar de um a seis anos, pois o custo de manutenção tende a ser mais baixo. Segundo entrevista com o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) publicada no portal UOL, é importante utilizar o período de garantias, que costumam durar entre 18 e 24 meses, antes de vender o carro. Ou seja, já que o valor do veículo vai sofrer depreciação, resta aproveitar a garantia, que é um dos benefícios do carro zero.

A partir do segundo ano de uso, o que diferencia o valor dos veículos é sua manutenção. Um carro bem cuidado e pouco rodado será mais valorizado do que outro do mesmo ano de fabricação, mas em pior estado. Se você fizer a manutenção de acordo com as orientações do fabricante, o preço de seu veículo tende a ficar estável. E é exatamente por isso, que os preços de carros do mesmo modelo com quatro e seis anos de vida, por exemplo, são tão parecidos: o que determina o valor final é o estado de conservação.

Um ponto que deve ser observado são os acessórios. Engana-se quem acha que os opcionais incluídos na hora da compra serão valorizados na venda - caso de ar-condicionado, direção hidráulica e vidro elétrico. Afinal se a pessoa tem 40.000 reais para pagar num carro com acessórios, ela preferirá um zero, e não o usado. O mesmo ocorre com carros importados, e a explicação é a mesma. Por serem veículos mais caros, o cliente desses produtos é privilegiado no aspecto econômico (poder de compra), e muito provavelmente não vai comprar um carro com 15.000 quilômetros. Então, o preço do usado cai mais ainda.

Outra dica importante é avaliar o custo-benefício que o atual veículo oferece. É preciso se fazer algumas perguntas para saber se é a melhor hora para comprar um novo carro: “o veículo faz poucas visitas à oficina? as peças são baratas? as peças e os acessórios são achados com facilidade no comércio local? Se as respostas a essas questões forem positivas, ficar com o carro por mais algum tempo pode ser vantajoso e, além disso, uma maneira de evitar dívidas e gastos desnecessários. E você leitor, qual a sua opinião sobre o assunto? Contribua compartilhando a sua prática, ou experiência, no consumo de automóveis!

(*) com informações de exame.

Disclaimer – A informação contida nestes artigos, ou em qualquer outra publicação relacionada com o nome do autor, não constitui orientação direta ou indicação de produtos de investimentos. Antes de começar a operar no SFN - Sistema Financeiro Nacional o leitor deverá aprofundar seus conhecimentos, buscando auxílio de profissionais habilitados para análise de seu perfil específico. Portanto, fica o autor isento de qualquer responsabilidade pelos atos cometidos de terceiros e suas conseqüências.

(*) Emanuel Gutierrez Steffen – Criador do portal www.manualinvest.com

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Peguei um carro usado e não tenho do que reclamar. Com o dinheiro que tinha, era um carro médio usado equipado ou um popular zerado. Fiquei com a primeira opção e não tenho do que reclamar nesses 3 anos com o carro. Claro que pode-se ter o azar de comprar um carro usado que foi batido ou todo estragado em sua mecânica, mas basta uma cautela maior ao comprar para resolver isso.
 
Leandro Duprat em 13/12/2013 09:16:56
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