A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sábado, 03 de Dezembro de 2016


  • Luca Maribondo
  • Luca Maribondo

    Coluna


01/07/2011 11:17

Hacker ou cracker?

Luca Maribondo

Por conta das invasões de sites —principalmente do Governo— que aconteceram há alguns dias, a palavra e o conceito de hacker bombaram. Toda a mídia passou a falar nos piratas dos mares cibernéticos, contando suas rocambolescas aventuras pelo mundo virtual: eles são os autores das mais enredadas vilanias com o uso de computadores. Não sei se por maldade ou por ignorância, os jornalistas que cobrem suas venturas e desventuras ao chafurdar pelos charcos do ciberespaço os tratam de hacker. Mas hackers eles não são. Pode crer: hacker, ou pirata de computador, não é criminoso implacável como se pensa e como insistem os jornalistas, que quase nunca aprofundam seus pensamentos e informações.

Exemplo disso é a história dos piratas tradicionais, aqueles dos "sete mares". Um pirata, antes de ser bom ou mau, precisava ter conhecimentos monumentais e profundos nas mais diversas áreas do saber. Enquanto outros olhavam para os céus e viam apenas estrelas, os piratas viam mais. Achavam seu caminho num mapa invisível. Seguindo os ventos da coragem e o prazer da descoberta, esses homens andaram por todo o planeta, nem sempre atuando como bandidos.

“O hacker é alguém que estuda a ciência dos computadores com o objetivo de ultrapassar os manuais, ir além dos ensinamentos dos livros e escolas. Assim, ele pretende explorar ao máximo todos os recursos que a informática pode oferecer. Hacker é o constante e insaciável estudante das ciências da computação. No mundo digital, todos os hackers têm um objetivo comum: o de conquistar a liberdade tecnológica. O hacker não tem a vontade capitalista, ou seja, ele não está em busca de dinheiro e sim, de reconhecimento", define Wayne Rocha, autor de dois livros sobre Linux, um sucedâneo do Windows de grande sucesso, criado por hackers —os sistemas operacionais baseados em Linux, por conta disso, são quase imunes a vírus.

Hacker é simplesmente o sujeito que conhece os sistemas operacionais (e os computadores) como a palma da mão e está sempre fuçando essas maquinetas. Uma vez que para entrar num computador sem autorização são necessários grandes conhecimentos (ainda que não seja necessariamente essa a realidade), rapidamente o termo se difundiu com um novo significado: o de intruso ou violador que acessa o controle de uma máquina em rede sem ter recebido permissão para isso.

Mas existe o hacker do mal: o cracker (assim como há o pirata do mal). Ao contrário dos hackers, os crackers são aqueles que realmente têm intenções malévolas. “As semelhanças entre os dois são muitas e é por isso que ocorre muita confusão na hora de utilizar a nomenclatura", afirma Rocha. "O cracker é um irresponsável que não mede conseqüências e ataca sem piedade", completa Thiago Zaninotti, consultor em segurança de informações. O hacker é movido exclusivamente pelo desafio intelectual de romper as defesas de um sistema operacional —e quando consegue, encerra sua batalha.

Já o cracker, é aquele que inicia sua batalha exatamente quando consegue romper as defesas do computador, tendo em vista a obtenção de benefícios, sempre prejudicando alguém. Assim, a mesma descoberta que pode levar a salvar vidas, também pode eliminá-las. A constatação de uma falha tecnológica pode ser feita por alguém interessado em solucionar a questão de segurança, como também por alguém com objetivos de espionagem, de vandalismo ou coisa pior.

Como em qualquer área em que haja seres humanos, os atos criminosos na Internet são inevitáveis, e fazem parte do cotidiano digital. Muitas vezes são difíceis, para não dizer impossíveis, de serem solucionados. Os crackers conseguem ficar incógnitos e raramente deixam “impressão digital” ou outras marcas que possam ser rastreadas. As investigações no mundo virtual são um problema real e as leis não são capazes de garantir segurança e privacidade ao mesmo tempo. No Brasil nem há leis pra isso, embora tenhamos leis até pra respirar.

As autoridades de todos os países estão confusas, porque não existe legislação adequada (quando existe alguma legislação) para este tipo de crime. Leis estão sendo elaboradas para penalizar os crimes cibernéticos, mas estas mudanças na legislação não têm a velocidade da Internet, e tornam-se ultrapassadas e ineficientes rapidamente. Bem como, do ponto de vista tecnológico, não existe conhecimento para que estas autoridades sejam capazes de definir o futuro virtual da humanidade.

Políticos, legisladores e empresários do mundo todo vivem discutindo meios para eliminar as ameaças. Os responsáveis pela construção e crescimento da rede estão em debate sobre o envolvimento ou não nesta problemática. Eles não acreditam que tenham que fazer o papel de polícia, e muito menos de políticos. Na verdade, não se consideram responsáveis pela repressão e não estão dispostos em trabalhar contra a liberdade on-line.

Por sua vez, os políticos, geralmente, não tem conhecimento técnico para poder legislar sobre os crimes cibernéticos. A policia não está preparada para absorver essa tecnologia a curto e médio prazos, e acompanhar globalmente as rápidas mudanças que temos presenciado. No Brasil, como sempre, as coisas são muito piores. Além da incapacidade dos políticos e dos policiais para tratar desse assunto, não se conta, ainda, com um grupo coeso de técnicos militantes e de organizações ativas para resolver os muitos problemas que existem na Internet. Neste caso, a diferença entre a galinha e o político é que o político cacareja mas não bota o ovo.

A Internet brasileira chegou de forma pronta, e seu desenvolvimento se deu instantaneamente, aproveitando as soluções criadas no exterior, principalmente nos EUA. Desta forma, o crescimento da rede se deu de cima para baixo, acarretando um distanciamento das comunidades virtuais, que ajudaram a difundir a Internet nos outros países. Este é o motivo pelo qual não existe nenhuma organização da sociedade estabelecida visando diminuir as ingerências dos bandidos que sempre surgem em todas as áreas.

Essas impossibilidades deixam o sistema virtual indefeso para uma infinidade de crimes. Estão todos preocupados com os ataques dos vândalos contra o patrimônio das empresas ou do governo. Mas a recíproca também é verdadeira. Isto é, preocupados quando as empresas invadem e corrompem a privacidade dos indivíduos. Os legisladores, portanto, não podem simplesmente ignorar esta situação, e privilegiar um lado em detrimento do outro, apesar da influencia do poder econômico e de outros interesses escusos.

A saber, a nossa imprensa, nossos legisladores, e pessoas ligadas a Internet comentam exaustivamente os ataques dos supostos crackers, mas não dão o espaço necessário para discutir a invasão da privacidade do cidadão. Parece que ninguém se importa realmente com este assunto. O que não deixa de ser verdade, mas o desinteresse é obra do desconhecimento.

Esta questão só terá um fim adequado para todos quando os políticos e a mídia tiverem um olhar aberto para todas as nuances dos problemas existentes, privilegiando não apenas a defesa aos ataques contras empresas e instituições, mas protegendo o cidadão não só individualmente, mas também como membro da comunidade virtual. É preciso ter sempre na cabeça que foi do underground do mundo da tecnologia que surgiram grandes marcas, serviços e softwares que estão transformando a rotina de todos e apontando o modo como humanidade viverá neste novo século.

No caso específico dos "hackers" das invasões recentes, todos ficaram indignados —e com razão— com seus atos. Mas todos os que sofreram com seus ataques atacam o cidadão de outras maneiras —também usando alta tecnologia—, cobrando taxas escorchantes, fazendo os maiores rolos em suas operações y otras cositas más. Assim, quando ouvir falar em bancos, empresas, geradoras de energia elétrica e assaltos (por bandidos comuns ou crackers), pergunte logo: de fora pra dentro ou de dentro pra fora? No mais, fica por conta da ignorância de alguns profissionais da mídia o desvirtuamento de mais uma palavra, de mais um conceito. Aliás, há hoje na mídia uma grande onda de difusão da ignorância.

Como herói
Cheguei em Campo Grande em 25 de setembro de 1972, vindo do interior de São Paulo —há exatos quarenta anos, portanto. Havia completado 25 anos três d...
Autismo politiqueiro
Autismo politiqueiroNesta época em que as eleições estão nas ruas e as campanhas eleitorais pegando fogo, mais quentes do que bolso de cabo eleitoral...
O refúgio dos patifes
Patriotismisthslastrefugeof a scoundrel (o patriotismo é o último refúgio de um patife). Pelo menos uma vez a cada quatro anos pensona frase célebre ...
Que tal chamar o ladrão?
Faz uns dias, emissora de TV local veiculou breve reportagem (na televisão, quando o assunto é sério é breve) sobre o roubo de energia elétrica. E co...



Os individuos que invadiram o sistema do governo eles não são se julgam nem hacker nem craker, na verdade eles nem querem saber, são só fanfarrões.. e aposto que o sistema operacional do servidor do gov é windows(ridiculo), e nem firewall deve ter, resumindo... invadir o site do governo é coisa de iniciante querendo zuar grandão! :s @@@
 
Rafael Vieira em 11/07/2011 10:56:13
Para resumir tudo discutido acima quem é quem, ou se o termo Hacker é do bem ou do mal assistam o filme "A Revolução dos Sistemas Operacionais ou OS Revolution". Neste filme apresenta a história de quando surgiu os sistemas operacionais e o termo Hacker é muito citado, inclusive pelo Richard Stallman Fundador do movimento Free Software Foundation. A definição Hacker vem do pensamento de um perfil de pessoa que normalmente é um programador por default (padrão) competente a alterar códigos e fazer alterações em benefício.

O Patrick disse que o fato do cara invadir um sistema utilizando o método DDoS é considerado Hacker. Você acha que um cara que utiliza uma ferramenta pronta para realizar ataques para derrubar um sistema é considerado Hacker? Depende? Se essa pessoa tiver a capacidade de entender pelo menos a primeira linha de código do programa que ele está executando ou pelo menos a lógica de execução do programa que está usando, esse sim pode-se dizer Hacker. Já o termo Cracker, ele sabe que tá fazendo "MERDA" e que aquilo que ele faz é errado, "HACKER != CRACKER" então ele tá teoricamente crackeando.

No caso como você, Patrick, disse: "O cara vai e derruba o site do governo com um ataque Ddos (Denial of Service ou Negação de Serviço) => Profissão: Hacker".

SE ELE É HACKER OU CRACKER? PODER NÃO SER UM E MUITO MENOS O OUTRO. É SIM UM LAMMER DE "MERDA"!!!

QUE PASSA A TARDE E NOITE EM FRENTE O PC BUSCANDO PROGRAMINHAS PARA FAZER UM "ATAQUE" FULMINANTE

Para mim eu defendo a ideia de definir CRACKER sendo do MAL e HACKER o do BEM.


CRACKER => tem estímulos para conquistar algo em que ele sai beneficiado, seja financeiramente ou prejudicando alguém

HACKER => este sempre tem o intuito de contribuir com a sociedade para melhorar


Entendido?


=)
 
Alfredo Vinícius em 07/07/2011 11:54:47
Parabéns pelo artigo.
 
Alanderson Rodrigues em 07/07/2011 10:41:52
parabéns!!!

á muito leio matérias a respeito desses grupos de "crackers" mas até agora nunca vi o termo certo difundir-se na matéria. Agradecemos jornalistas assim como você que sabe o significado e diferença das palavras .
 
jefferson alves em 06/07/2011 11:13:49
Senhor Patrick

Embora o senhor diga que “não tem nada haver (sic)”, eu digo que tem tudo a ver, sim. Ante de começar a retrucar, quero te dizer que não costumo a polemizar com quem não tem muito jeito pra escrever, mas no seu caso vou abrir uma exceção. Primeiro, quero lhe dizer que você emite uma opinião e quer transformá-la em dogma. Não é assim. Não sou especialista no assunto. Sou jornalista e, como tal, um especialista em generalidades. Pra escrever o artigo, consultei experts —o principal deles foi Hernani Dimantas, autor do livro “Marketing Hacker – A Revolução dos Mercados”. Li também textos de Aline Cortez, Doc Searls, Idelber Avelar, Nick Lewis e outros. Respeito a sua opinião, mas não tente torná-la uma verdade absoluta. Existe muita gente entendida no assunto que discorda de você; de meu lado, prefiro ficar com eles, até porque eles conseguem expressar seus pensamentos com clareza. A propósito, meu nome é grafado Luca Maribondo; me considero desrespeitado quando escrevem errado o meu nome. Obrigado.
 
Luca Maribondo em 06/07/2011 08:10:50
Cracker,é aquele que faz um programa para quebrar um algoritmo, os famosos cracker para liberar o funcionamento de um programa, o que faz com que os preços dos softwares caiam drasticamente, tornando viavel a aquisição de originais....portante eles ajudam a quem não pode comprar originais e obrigam os fabricantes a baixarem os preços.
O hacker estuda toda a estrutura de um programa reprogramando-o onde ele acha novos caminhos pra implantação de códigos seja eles para o bem ou para o mal, isso vai de acordo a mente do sujeito, se ele for do bem será um hacker do bem.

Quanto a invasão dos sites é porque os mesmo tem falhas graves, afinal de contas os gestores deTi hj são pessoas qualificadas pelas escolas e na maioria das vezes não consegue raciocinar como os antigos administradores de CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS, onde os mesmo conheciam de DOS, PICK, UNIX, UNIX EM C ,Xenix versão de Unix sistema operacional, novell...lotus ( dessa suite chamada lotus sairam access, excell, word, powerpoint....quase todo office que a microsoft pirateou do lotus ) Pick, criado nos anos 60 por Don Nelson e Dick Pick onde tinha uma plataforma de comunicação super rápida, onde se montava uma empresa com um servidor e varios terminais ligados via cabo coaxial o serial gerenciados pelos cis 1488 e 1489 de comunicação e os hacker estudam o antigo pra entender o novo e sabem que o novo são modificações dos antigos e isso desperta a capacidade de aprendizagem e aplicabilidade da equações algoritmicas inventadas por verdadeiros genios da humanidade que criaram toda uma teia de funções e calculos que se chama informatica ou processamento de dados...graças ao hacker a informatica cresce a passos longo e barateando o preço dos aparelhos de informatica onde o maior desenvolmento tecnologico se dá na área de telecomunicações por ser milhões de cabeças pensantes em milhares de empresas em busca de um denominador facilitar a transmissão de dados e pensamentos a velocidade da luz, e nestas empresas estão os principais hacker do mundo, são na maioria pessoas que não tem um diploma universitário ou tecnico a nivel de segundo grau, mas que são verdadeiros genios da humanidade chamados autodidatas que aos poucos a sociedade dos diplomas tentam tirar os mesmo da sociedade, mas são os autodidatas que criam e inventam algo...esses caras são os hacker de hoje seja ele do bem ou não... as empresas tem que gastar sim com profissionais capazes de proteger suas informações , dando condições de trabalho e criando equipes pra administrar seus CENTROS DE PROCESSAMENTO DE DADOS e não apenas um analista responsável e sim vários....ainda bem que no mundo ainda existem empresas que contratam hacker..... obs: os virus na maioria são para o bem da humanidade, eles são implantados em paginas onde possa denegri a pessoa humana como pedofilia e isso ajuda a combater os pedofilos.
Portanto cabe ao governo contratar pessoas competente usando um processo de conhecimento e não apenas de decorebas e sim com raciocinio logico, basta elaborar provas com uma equipe de pessoas experiente sem precisar ser doutor ou não....
 
jose maria martins de brito em 05/07/2011 10:15:51
Errado a explicação do sr. Luca Marinbondo.

Não tem nada haver. Hacker é hacker. As outras nomeclaturas diz respeito à profissão do hacker.

Os ataques foram sim praticados por hackers.

Cracker é outra coisa, pelo amor de deus.

O cara vai e quebra a segurança do iPhone, fazendo um programa de desbloqueio => Profissão: Cracker, pois teve que quebrar um algoritmo

O cara vai e faz um programa pra registrar o office => Profissão: Cracker

O cara vai e derruba o site do governo com um ataque Ddos (Denial of Service ou Negação de Serviço) => Profissão: Hacker

O cara prove o grupo com hardware e computadores => Profissão: Supplier

Infelizmente os sites brasileiros são muito propensos a Ddos, pois infelizmente concursado não é sinonimo de bom trabalho e qualquer profissional com um pouco de conhecimento de ab pode derrubar um site do governo usando um simples comando como ab...

Att
Patrick
 
Patrick Negri em 04/07/2011 11:19:09
Até que enfim alguém deu a correta definição de hacker e cracker. Na maioria das vezes, o hacker invade para mostrar as vulnerabilidades que existe no sistema da empresa X, e mostra para a empresa X que ela tem uma falha em seu sistema de segurança, mas o seu trabalho se resume a isso. Cracker realmente tem intenções de obter infromações da empresa para benefício próprio. Os crackers tem que ser preso, os hackers tem que ser contratados como consultores de segurança. Parabéns Luca Maribondo.
 
Cleberson Silva em 03/07/2011 04:42:05
Muita boa a explicação inicial do termo Hacker e Cracker, nesta situação o ataque coordenado DDoS "negação de serviço" feito em cima dos domínios dos portais do governo poderiam ser evitados se as pessoas, o usuário comum cuidasse da segurança do seu PC evitando instalar sistemas operacionais piratas, parando de utilizar os famosos remédios "cracks" para destravar/liberar os programas para uso definitivo sem bloqueios em seus computadores, porém estes cracks em muitas situações ao destravar o sistema, embutem ali um backdoor "um tipo de acesso não autorizado ao seu computador pelas suas costas", de maneira sutil esses backdoor podem não agir imediatamente ao ser instalado ao seu computador, mas em algum momento ele pode começar a operacionalizar e assim enviar informações ao cracker que de posse ao seu PC pode utilizá-lo para subtrair informações pessoais ou mesmo usar o seu PC e de milhares que usaram o tal crack para coordenar um ataque em GRID "grade, montar um exército de computadores pessoais para poder gerar um grande processamento", e enviar esse poder em forma de acessos a um site até derrubá-lo de tantos acessos que o domínio consegue suportar, nestes casos os dados não foram violados, o que aconteceu foi sobrecarga dos limites suportados pelo portal, a imprensa exagerou também em divulgar que foram violados.

Sites que são pichados/invadidos, em muitas situações é falha e falta de cuidado do desenvolvedor/programador prever brechas que podem dar acesso ao sistema, também deve ter cuidado o administrador de servidores, sempre se atualizar aos boletins de segurança ao sistema e recurso que utiliza, as brechas encontradas devem ser atualizadas, na maioria das situações os cracker encontram estas falhas e onde ali começam o ataque ao sistema, colegas que não se aprofundam no estudo acabam fazendo instalações/configurações padrões não fazendo as customizações necessárias.

Em fim, não custa caro hoje ter um licença original de software proprietário, na maioria dos casos computadores com preços razoáveis já vem com sistema operacional original instalado, no caso do Windows, o mesmo oferece antivírus gratuito para quem utiliza original, já é um bom começo para evitar falha na segurança, e o seu sistema operacional sempre poderá atualizar sem medo de ficar travado, porque é original, se não quer pagar pra usar isso, use alternativas livres que fazem o mesmo serviço.
 
Antonio Carlos em 02/07/2011 11:33:24
Excelente essa materia, eu e todos os profissionais da area agradecemos pela otima explicação sobre o assunto.
 
Lucas Gonçalves em 01/07/2011 11:25:58
Caro Luca Marinbondo sua explanação diferenciando os hackers dos crackers e muito boa so assim alguns leigos na area tecnologica param de chamar de contravensores akeles que meramente buscam informações abrigado pelo seu esclarecimento
 
jose alexander em 01/07/2011 11:23:01
Quanto dinheiro público, será gasto na discussão das leis da Informática ?? quanto tempo isso irá levar ?? Quanto é investido pelas empresas em firewall´s, servidores, roteadores para tentar inibir os ataques e acessos indevidos ?? muito dinheiro... Mas estão esqueçendo do elo mais fraco dessa cadeia: "As pessoas". O maior desafio da T.I será mudar a cultara das pessoas.
Hacker, Cracker, Phreaker, todos eles, White Hat, Gray Hat, Black Hat, Newbie, Lamer usam a sua maior ferramenta, que as vezes esta a uma conversa, telefonema, email, sms, MSN de distância a Engenharia Social, conhecido também como Conto da Carrochinha, do bilhete premiado, 171 etc....
As pessoas precisam mudar sua concepção sobre o assunto. Gastem esse dinheiro com EDUCAÇÃO, e não com REAÇÃO!
 
William Saad em 01/07/2011 04:16:06
Explanação até interressante sobre os termos "hacker" e cracker", porem grande parte do texto não passa de demagogia barata. Para que esse supostos "escandalos" fossem contidos, ou minimizados, bastaria que simplemente não fosse feito exposição dos dados particulares como ocorre hoje em dia.
 
Rodrigo Alves em 01/07/2011 01:34:26
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions