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    com Manoel Afonso


24/02/2012 15:01

Amplavisão

Manoel Afonso

‘WANTED’ Não se constrói a democracia sem oposição. Mas quem lidera a oposição hoje no país? Aliás, as ações oposicionistas são exercidas pela imprensa, que monitora e denúncia os escândalos, derrubando ministros inclusive.

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O CONGRESSO decepciona. Os ‘oposicionistas’ priorizaram suas emendas no lugar de contestar o Governo. As alianças e acordos espúrios viraram rotina. Os debates em plenários foram esvaziados; ‘figurões’ fogem do microfone.

A IMAGEM enganosa é que não há nada a reclamar; que o país não tem problemas na saúde, educação, transportes e segurança por exemplo. Os observadores são unânimes: o nível do atual Congresso é um dos piores nos últimos tempos.

‘DESPACHANTES’ Trazer recursos para as bases eleitorais garante prestígio e votos aos congressistas. O embate parlamentar, como se diz, ‘não resolve’. Aliás, a estrutura funcional do Congresso acaba influenciando negativamente.

‘SUMIDO’ Só agora o Pedro Simon reapareceu falando do Ficha Limpa e Saúde. Mas não lembrava em nada o velho guerreiro. Comedido demais! Será que a neta roubou-lhe a coragem e a paixão pela tribuna? Como se diz: “Até tu Pedro?”

COMPARE Aqui 7 ministros caíram e não aconteceu nada. Mas na Alemanha, o então presidente Christiam Wullf comunicou ao país: “A confiança dos cidadãos foi afetada. Não posso seguir exercendo as funções. Por isso renuncio”.

‘PT DO CONTRA’ eleição de Tancredo, Constituição, Plano Real, reeleição, câmbio flutuante, privatização da telefonia, adoção das metas da inflação, responsabilidade fiscal e programas sociais de FHC (B.Escola, Vale Gás, etc.).

‘PT ATUAL’ ‘Esquece’ que seu governo é beneficiário das medidas contra as quais votou contra ( inclusive expulsou seus deputados que votaram em Tancredo), posando-se de único responsável pela estabilidade econômica. É mole?

‘R. AGRÁRIA’: “O sonho dos militantes é anacronismo de quem quer reproduzir, no século XXI, o modelo que fez prosperar os imigrantes no século XIX, articulando esse modelo, a uma simplória ideologia coletivista...” (Percival Puggina)

‘ENTRE ASPAS’ Na luta pelo poder entre astutos e honrados, o sonho é que vençam os últimos. Mas na maioria das vezes, esses se sentem inibidos até em reivindicar, dando margem ao aparecimento de oportunistas e demagogos.

A PROPÓSITO Convido o leitor a uma profunda e imparcial reflexão sobre o cenário político em que vive, analisando a postura, biografia e potencial dos pré-candidatos. Em apenas poucos casos não se confirmará a afirmativa anterior.

ANIMADO Apesar dos 21 dias na UTI no pico da campanha, Youssif obteve 13 mil votos. Agora tentará a Câmara, mesmo com chances de voltar à AL. No PMDB o coeficiente ainda é alto; devendo beirar os 14 mil votos.

FICHA LIMPA Youssif acha inevitáveis as impugnações e as discussões acaloradas das matérias de alta indagação na lei. Os TREs devem julgar os casos até 5 de agosto e o TSE até 19 de Agosto, não cabendo recurso ao STF.

INTOCÁVEL A reforma eleitoral não veio, porque não interessa as grandes siglas e ao Governo. Valem as regras atuais. A mais criticada: o critério para eleger os vereadores/deputados, onde nem sempre os mais votados ‘levam’.

MEMÓRIA Em 2002, com 1,5 milhões de votos, Eneas elegeu mais 5 colegas; um deles com apenas 275 votos. Deputados de outras siglas, com mais 50 mil votos não se elegeram. O sistema é generoso para alguns, injusto para muitos.

ADOTADO em 1932, o sistema proporcional criou a figura do puxador de votos; provocando inclusive distorções ao eleger figuras populares despreparadas. Discutiu-se muito essa questão, mas infelizmente não deu em nada.

CONCLUSÃO De nada adianta colar adesivo e vestir a camisa de seu candidato. Você vota nele e pode eleger outro, estranho, de projeto incompatível/diferente de seus propósitos e formação. O Brasil é mesmo um país ‘surrealista’.

TRÊS LAGOAS Soube em ‘off’ que a situação de Guerreiro não seria mais tão confortável. O desempenho da prefeita Márcia já contabilizaria ganhos notáveis na luta pela reeleição, ganhando atenção especial de André.

QUESTÕES Os operários transferiram seus títulos para Três Lagoas? As empresas lá instaladas devem investir pesado em qual candidato? O carisma e prestígio de Guerreiro compensariam a sua falta de estrutura de campanha? A conferir.

COMPLICADA a situação do PSD. Oito siglas unidas contra a outorga de mais tempo no horário eleitoral e o dinheiro do Fundo Partidário. Apesar dos 47 deputados federais, o partido poderá não se livrar do incômodo ‘nanismo’ precoce.

CONCLUSÃO Fundar partido é igual fundar igreja. Mas o sucesso no segundo caso é facilitado pela fé e as promessas de ‘milagres’. Já no primeiro caso não há como enganar: a postura da classe política desencanta o eleitor.

NO ALVO 350 mil brasileiros acuados no Paraguai e o Planalto apático. São produtores e não bandidos! O senador Moka cobra postura mais ativa, para não deixá-los à mercê da Justiça Paraguaia. Brasil: país enorme e frouxo!

“Estamos em pleno baile da ‘Ilha Fiscal’. Sem fiscal”. (Millôr Fernandes)

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O Brasil não tem mais oposição porque o PT prostitui a politica se misturando com todos os tipos de politicos para manter a governabilidade.E alguns deputados e senadores que fazia oposição não se elegerão por o esquema politico ingoliu a todos.
 
paulo cesar franjotti em 28/02/2012 01:00:56
A reforma politica seria uma maneira de reanimar o povo que esta desacreditado na politica .O voto distrital elegeria os representante legimo das regiões e a eleiçõa dos mais votados e não da legenda mostraria a vontade popular, pois quem exerce os cargos são os homens e não os partidos.
 
paulo cesar franjotti em 27/02/2012 07:53:24
Em Três Lagoas está acontecendo o que ocorreu no MS em 1998. Ninguém mais aguentava ser comandado só por burgueses.
 
Paulinho Barbosa em 27/02/2012 03:15:56
O coeficiente de 14 a 15 mil votos em Campo Grande é para todos os partidos, não apenas para o amado (pelo Manoel Afonso) PMDB.
 
Pedro Marquezan em 26/02/2012 08:02:10
Chega de sonhar nossos politicos so fazem'' politica'' e nada mais,trabalham apenas em beneficio proprio.acorda Brasil!!!
 
JUNIOR CELSO em 25/02/2012 10:03:07
O numero do candidato nas eleições proporcionais é composto por 4 ou 5 digitos. Desta forma, os 2 primeiros numeros correspondem a legenda do candidato, e os 2 ou 3 últimos identificam o candidato. Olhando desta forma, notamos que o sistema é legitimo, pois o eleitor vota no partido e no candidato de sua preferencia. O que tem que acabar urgentemente é a coligação, esta sim distorce o sistema.
 
Areovaldo Ramos em 24/02/2012 09:09:41
Meu nobre colunista Manoel Afonso, discordo sobre a questão da transfêrencia de votos no sistema proporcional de lista abert utilizado no Brasil. Primeiro , o votos são destinados primeiramente ao partido. Segundo ponto, após o levantamento dos votos dados a um partido é que se conhece o numero de cadeiras que ele conquistou. Finalizando, a votação uninominal apenas identifica quem é (são) eleito.
 
Areovaldo Ramos em 24/02/2012 09:05:41
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