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    com Manoel Afonso


27/04/2012 11:00

Amplavisão

Manoel Afonso

CAPITAL André desconfia: o anúncio da candidatura de Zeca à vereança faz parte do plano do PT para lançá-lo candidato à prefeito. A presença dele na mídia vai tirando Vander de cena, sem causar grandes traumas. A tese faz sentido.

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“OH COITADO!” Justifica a cara de vítima do eleitor? Apesar dos meios disponíveis para pesquisar os candidatos, ele mergulha nos interesses pessoais ou apela aos famosos ‘santinhos’ jogados no chão perto dos locais de votação.

QUE PENA! Tudo seria diferente se o eleitor ao votar, tivesse a mesma postura de consumidor, quando analisa as condições, modelos, preço e qualidade do produto, não se deixando levar pelas aparências e argumentos do vendedor.

“BRASILEIRO é apaixonado por carro” – diz a propaganda. É exigente com combustível /lubrificantes. Mas deveria ser assim também no zelo com sua saúde e na escolha de seus representantes políticos em todos os níveis.

O ELEITOR brasileiro é carente e emotivo; leva muito em consideração os fatores afinidade e simpatia. Também é influenciado pela imagem do candidato, sem se atentar aos seus predicados e propostas. Aí pode escolher mal.

QUESTÕES Se tem paciência para experimentar sapatos por exemplo; se pechincha, por que não se acautelar na escolha eleitoral? Não pode ignorar as consequências da opção equivocada. Neste caso, sem direito a devolução do voto.

PERGUNTAS O candidato provou ser o mais preparado para administrar sua cidade? Qual sua formação profissional? Qual seu histórico na vida pública? Sua experiência na iniciativa privada tem identificação com o exercício do cargo?

O PERIGO Os escândalos nacionais estão aí, mas não justificam a omissão e a apatia do eleitor. Afinal, votar não é um fardo! Eleição não é só promessas e discursos, pois ela reflete no bem estar coletivo e na vida de cada um de nós.

ALERTA Neste cenário de denúncias, virão os ‘salvadores da pátria’ com receitas milagrosas que maquiam as suas deficiências pessoais. Passional, o eleitor acaba seduzido pelo discurso demagógico. Velho filme, novos atores.

VEREANÇA Converso muito com os vereadores interioranos. Cada qual com seu valor, deficiências e pretensões. Ouço suas ponderações/lamentos no exercício do cargo e na relação desgastante com o eleitorado no dia a dia.

A QUESTÃO salarial acaba na pauta da conversa. É argumento unânime: quase todo o dinheiro mensal recebido a titulo de ‘vencimentos’ é gasto com ajudas diversas como remédios, passagens e alimentação. Um vício incurável.

VEREADOR de Pedro Gomes confessa: fatura menos na sua barbearia do que na Câmara (R$1.800,00); o equivalente a 10 ‘cortes’ diários (260 mensais) ao preço de R$7,00 cada. Ajuizado, vai conciliando as duas atividades.

REALIDADE A vereança não garante a candidatura à prefeito. Além da questão financeira pesa o desgaste natural, dando espaço aos empresários/profissionais liberais. Mas os resultados nem sempre correspondem às expectativas.

ELIANE BRUM: “... Peluzo e J. Barbosa deram-nos uma lição de humanidade. No que ela tem de pior. Nunca convém esquecer de ter um ‘excelência’ antes do nome assegura muitos privilégios, mas não garante excelência à ninguém...”

TITA Esqueceu que em política nem tudo deve ser dito. Como se diz: “o bom cabrito não berra”. Quanto à sua analise sobre André, o governador nunca escondeu: respeita as pesquisas qualitativas. Uma das chaves de seu sucesso.

A QUESTÃO comportamental é extensiva a Bernal. Não sabe desviar de cristais; cria situações desgastantes com outras lideranças ao invés de somar. Muitos já morreram no meio desta estrada por excesso de individualismo. E aprende?

ELEITORES já perguntam sobre os efeitos da candidatura de Azambuja na capital. Há muita especulação com endereço certo visando certas vantagens. A gente sabe como é. Mas ainda é cedo para uma avaliação segura. Concorda?

RÉDEA CURTA Temendo as águas do Cachoeira, Lula caprichou na escolha do relator da CPI Mista. Imagine o superfaturamento em obras do PAC onde atua a Delta! Vão conseguir abafar o envolvimento de figuras notáveis?

IMPRENSA Tem papel importantíssimo: exerce a função que caberia aos parlamentares da oposição. Mas como eles são reféns das emendas para seus Estados e municípios, aderem à conveniência do silêncio. Alguma dúvida?

‘MILAGRES’ Repercute a venda da fazenda ‘Dora Pauliceia’, em Rondonópolis, para Juscelino A. Dourado, ex-chefe de gabinete de Palloci, por R$26 milhões. Críticos dizem que ele seria apenas testa de ferro de ‘cumpanheiros’.

É VERDADE Muitos políticos lavam dinheiro em fazendas. É grana sem origem investido em adubo, curva de nível, represas, curral, cercas e outras benfeitorias. O melhor: o valor ( a menor) da escritura sempre favorece o comprador.

A PROPÓSITO Pré-candidato a prefeito da capital teria interesse em comprar/arrendar cobiçada fazenda de filha de ex-deputado, distante 10 kms do Detran, na rodovia para Rochedo. Vão caindo as máscaras dos puritanos de fachada.

Você faz parte da sociedade esclarecida? A resposta é complicada. (Dante Filho)

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Costumo ler estas colunas para tentar decifrar que tipo de informações estão sendo passadas. Dois títulos me chamara a atenção: 1) IMPRENSA:Discordo que a a imprensa cumpre o papel que caberia à oposição, a imprensa tem que cumprir seu papel social, independente das vontades políticas, seja oposição ou situação. No último título A PROPÓSITO: A informação é vaga, quem é o Pré?
 
Manoel Belo em 01/05/2012 04:10:38
Todo mundo sabe que o relator da CPMI preferido de Lula não era Odair Cunha. Menos, pelo visto, o Manoel Afonso. E se acha bem informado...
 
Lúcio Maciel em 28/04/2012 08:35:01
Parece incrível, porém, a grande maioria dos eleitores não se interessam pela política, e o que é pior, não estão nem aí para os candidatos. Só votam porque é obrigatório, pois se assim não fosse, não daria coeficiente necessário para eleger os candidatos. è uma pena, principalmente porque os nossos universitários não se manifestam, andam a reboque e não se preocupam com o futuro de sua cidade.
 
bene rodrigues costa em 27/04/2012 11:13:21
A maioria das pessoas não se interessam por politicas, isso é até normal, os politicos se interessam por politica, porque existe lei de licitação, porque permite retornos das mais variadas formas possíveis, se existir lei de verdade para licitações, nem politicos se interessariam por politica, ia sobrar vagas, esta semana um Dep. Est. reclamou q esta trabalhando apenas em troca de salário.
 
Silas de Souza Lima em 27/04/2012 03:09:51
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