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    com Manoel Afonso


28/08/2015 14:57

Eleições de 2016 pesarão em 2018

Manoel Afonso

BETO PEREIRA São 9 os motivos expostos pelo deputado na petição ao TRE-MS objetivando sua desfiliação (por justa causa) do PDT pela discriminação praticada pelo presidente Dagoberto. Uma atitude corajosa à espera de guarida judicial.

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EXPLICO: Dagoberto pratica ‘reserva de mercado’. Antevendo concorrência interna no PDT, poda o crescimento de novas lideranças e mantém o controle do partido para melhor negociar alianças e candidaturas nas eleições. O caciquismo sobrevive!

AYACHE Como o PSB não faz reserva de mercado para futuras candidaturas, achou nele o partido ideal para seu projeto. Mas os petistas já ‘torceram o nariz’ para as suas justificativas ao deixar o partido e devem aumentar as críticas contra ele.

AS OPINIÕES sobre Ayache divergem. Uma delas: bom discurso e imagem graças ao trabalho na Cassems com apoio de André, PMDB, PDT e outros partidos. Disputaria com Bernal e Marcos Trad uma vaga para o 2º turno na sucessão da capital.

PROCEDE Em baixa e sem um bom nome, o PT toparia indicar o candidato a vice de Bernal em 2016, num acordo para 2018 onde duas vagas do Senado estarão em disputa. Para ambos, o adversário maior a derrotar é o PMDB. Concorda?

A PROPÓSITO O apetite dos petistas por cargos públicos é insaciável em todos os níveis. No Governo Federal são 25 mil companheiros em cargos de confiança. Na capital não será diferente como desdobramento pelo apoio já anunciado.

MARCOS TRAD Diz que a volta de Bernal não o preocupa e que seu distanciamento do PMDB e de André só irá beneficiá-lo. Insiste em manter a coerência e não esconde que mantém boas relações com Reinaldo. Aliás, esse dado é ‘interessante’.

TUCANOS Reinaldo vem se desdobrando para dar conta das ações administrativas e tratar pessoalmente das ações políticas com vistas às eleições de 2016. As costuras nas cidades interioranas seriam prioridades. Quanto à capital, é outra conversa.

É NATURAL que Reinaldo inclua a capital no seu projeto. Mas a volta de Bernal exige reflexão. O tucano o apoiou circunstancialmente no 2º turno, mas não há identificação pessoal e política com Bernal. É notório; são completamente diferentes!

COMPARE! Reinaldo assumiu sem a retórica do revanchismo e atraiu a simpatia da opinião pública. Seu estilo e suas boas relações permitiram que rapidamente montasse sua equipe de governo, afinada com o ditado ‘é para frente que se anda’.

PESADÊLO As pessoas são o que são. Não mudam. No retorno, o mesmo Bernal amargo e rancoroso. Só contradições: se diz amadurecido, prega a união e trégua, mas anuncia revanche, caça as bruxas, repudiando qualquer oposição.

RUI PIMENTEL Para definir Bernal recorro ao saudoso radialista para distinguir popularidade e credibilidade na vida pública. Afirmava o bom baiano: “a popularidade não garante capacidade e nem credibilidade. São coisas distintas”.

ENFIM... Tenho sérias dúvidas de que o pessoal no entorno de Bernal possa persuadi-lo a mudar de postura. Pura submissão; faltam vontade e capacidade de influenciar. A queda de cabelos e o aumento de peso - as únicas mudanças visíveis nele.

ESTRANHO A capital, que já teve Nilda Coelho, Suely Fonseca, Elizabethi Puccinelli, Antonieta Amorim e Andréia Olarte no honroso posto de 1ª. Dama, ainda não conhece a atual. Será que agora, Bernal finalmente vai apresentá-la à cidade?

ROSE Conferi na governadoria o apreço de Reinaldo pela sua vice. Não esquece o papel relevante dela naquelas eleições. E as várias candidaturas na capital ajudaria Rose, que a exemplo de João Rocha, votou pela cassação de Bernal. Lembra?

A POLÍTICA é dinâmica; nela não sobrevive quem tenha‘problemas estomacais’. Vale a regra: ‘amanhã é outro dia. ’ As justificativas variam; ideologia, questões partidárias e foro íntimo. Tudo graças a falta de memória e a cumplicidade do eleitor.

LEMBRETE Embora não se deve discutir sobre as decisões judiciais, todas elas são passíveis de recursos. Nos meios forenses questiona-se os dois votos que divergiram do voto do desembargador Divoncir, visto como perfeito quanto ao mérito.

VERGONHA O Planalto sem dinheiro para pagar as terras invadidas pelos índios no MS, mas gastará US$ 4,5 bilhões na compra de 36 caças suecos. Com a grana de apenas um deles resolveria essa questão, evitando o agravamento do problema.

INVERTEMOS as prioridades: gastamos no Haiti, Venezuela e África; esquecemos dos problemas internos. Os números das vítimas da violência assustadores; as prisões e os hospitais públicos sangrando. E a Dilma só viajando na maionese.

INCOERÊNCIA Gastou-se fortunas ( superfaturadas) com a Copa e repete-se agora a dose com as Olimpíadas. Prioridades para o jeito petista de governar. Mas a questão da terra indígena vai sendo empurrada com a barriga. Até quando isso?

O CIRCO Os deputados Zé Teixeira e Barbosinha conhecem a fundo o problema, mas suas reclamações não são ouvidas pelos nossos senadores e o ministro Zé Eduardo, da Justiça, uma figura controvertida, o rei da encenação, sem credibilidade.

REFLEXÃO Para assistir a uma palestra do Juiz Sergio Moro – sobre ‘colaboração premiada’ - paga-se R$ 20,00 ou 5 Kg de ração canina. Já o ex-presidente Lula faturou R$ 27 milhões com ‘palestras’ em apenas 3 anos. Um país de brincadeira!

“Não se faz política com fígado, guardando rancor na geladeira.” ( Ulysses Guimarães)

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