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    com Manoel Afonso


30/05/2014 13:47

‘Gatos pardos & Botox & Zumbi’

Manoel Afonso

REPARAÇÃO? Em 1982 para preservar sua liderança Pedrossian inviabilizou Levy na convenção do PDS e Wilson venceu Zé Elias por 21.048 votos. Londres era cotado para ser o vice de Levy. 32 anos depois, Londres poderá ver o sonho realizado.

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MANOBRAS como essa, permitiram que Pedro e Wilson sobrevivessem ao sistema de bipolarização, não dando chances aos companheiros de partido. Reparem que essa pratica ainda reina absoluta em todos os partidos e níveis da política.

CONCLUSÃO Política não é seara para poetas/amadores. Cruel! O político que acolhe nos braços e beija uma criancinha em público é o mesmo que trama contra o velho companheiro e depois vai dormir tranquilamente, sem remorso.

BOM NEGÓCIO Cada dono de partido mantém controle rígido, atento ao risco de abrir as portas e perder espaço para figuras emergentes. Preferem continuar com o desempenho baixo, mas usufruindo das vantagens do comando. É o jogo.

O CENÁRIO que estamos vendo aqui é o replay do filme permanente de Brasília. Os partidos divididos; os interesses individuais sobrepondo a hipotética doutrina/programa. A situação lembra o velho ditado: ‘à noite todos os gatos são pardos’.

QUESTÃO 1 Os candidatos carregarão na frente e no alto a bandeira das candidaturas dos seus respectivos partidos à presidência da república? Até que ponto a sucessão do Planalto ajudará ou atrapalhará as candidaturas ao governo do Estado?

QUESTÃO 2 A previsível tática comum aos 3 candidatos, de evitar ao máximo atritos para preservar ambiente a futura aliança no 2º turno, não desembocaria numa campanha morna, chata, sem pessoalidade? Teríamos candidatos chineses, iguais?

AZAMBUJA O estilo lembra André e Pedrossian. O discurso é da renovação? Precisa perder a timidez ( ou sisudez?) e distribuir mais afagos como seus dois concorrentes. Seu palanque será muito interessante em termos de diversidade de estilos.

ANTÔNIO JOÃO Em Londres, a Bolsa de Apostas pagaria 1.000 libras por uma, contra sua candidatura. Mas louva-se sua engenharia (ou ousadia) em valorizar-se politicamente nesta disputa ao senado de resultado quase previsível.

DELCÍDIO Está levando chumbo grosso na Al, mas comemora o acerto com o PR de Londres. Atentem: suas viagens ao interior com Azambuja inibirão as críticas do tucano e a artilharia pesada ao longo da campanha virá de Nelsinho.

NELSINHO Na sua fala no evento com o PSB de Murilo mostrou contundência anti PT, com citações do cenário nacional. Acredita na militância do PMDB e no equilíbrio das forças com o vice de Dourados e na candidatura favorita de Simone.

‘GUERRA SANTA’ Pasmem! Educadores, cidadãos prestantes, profissionais liberais preteridos na política em favor de figuras que bradam o evangelho e fazem das igrejas comitês. Essa política, que lembra o Oriente Médio, não é a mais saudável.

QUE PENA! Joaquim Barbosa. Quem é sério sentirá sua falta. Desmistificou a tese que cadeia seria só para puta e pobre. ‘Nunca neste país’ um ministro do STF foi tão querido pelo povo. Parafraseando a canção: “negão...voce é de tirar o chapéu”.

PESQUISAS mostram a sua credibilidade. Negro, ex-limpador de banheiros; aliás escolhido por Lula, não fez da função um balcão de negociatas ou agradecimentos. Que bom seria se em cada fórum deste país tivéssemos um Joaquim Barbosa.

ATENÇÃO: Levará vantagem quem enaltecer a figura do ministro na abordagem do Mensalão na campanha. A sua imagem é emblemática e carismática. Por consequência, atacá-lo, falar em injustiça, será desagradar o cidadão do povo, seu fã.

‘RESPEITO’ O PTB em recente programa de TV, desfralda a bandeira do respeito. Esqueceram? O ‘cap’ do partido, Roberto Jefferson está em cana por ter intermediado o Mensalão? Esse pessoal precisa aprender a respeitar a nossa memória.

INCOERÊNCIA Collor (sem sorrir pelo excesso de botox) foi um dos âncoras do programa. Mas logo ele pregando novas praticas na vida pública! No fundo, o PTB só negocia seu tempo de tv; não se renovou, não empolga e nem agrega.

BERNAL A cada derrota, vai virando uma espécie de zumbi politicamente. Neste ritmo não terá espaço nestas eleições. Se Azambuja (Antonio João) tem motivos para rejeitá-lo, sobraria o palanque do PT. Mas também lá ele seria inconveniente.

FUTURO Só suposições. Comenta-se por aí: enquanto os ‘órfãos dele choram’, o radialista, perdendo os direitos políticos, poderia dedicar-se as atividades agropastoris ou mesmo investir na compra de uma emissora de radio na capital.

BLUMA Decepcionado dá a mão a palmatória ao colunista na tese de que Bernal não agrega politicamente. Sem equipe e sem capacidade gerencial, não dividiu atribuições. Confessa não ter visto nada igual em matéria de estilo. Azar de todos nós.

INCÓGNITA Até onde a Copa influenciará nestas eleições. Teremos mesmo os tais protestos programados? Quais consequências na mídia? O desempenho ruim do nosso time repercutirá na auto estima do brasileiro que reagiria nas urnas?

A SENSAÇÃO é que também nesta oportunidade falará mais alto o comodismo.. O Governo está investindo pesado na comunicação social e faz concessões com benefícios eleitoreiros. Lembrando: não somos ucranianos e nem herói temos. De leve.

“NÃO BARATEIO O CRIME DE CORRUPÇÃO”. ( JOAQUIM BARBOSA)

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