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    com Manoel Afonso


20/12/2013 11:24

Pesquisas & Incoerências

Francisco Júnior

UMA BOA - Também a sociedade, a exemplo do STF e TSE, quer o fim das doações de empresas às campanhas eleitorais. Boa hora para se adequar as batalhas das urnas à real situação financeira do país. O Congresso está sem moral para reclamar.

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CORPORATIVISMO - A classe política alega interferência do Judiciário.As doações de campanha não são atos de caridade e sim investimentos geradores de lucros sob a forma de artifícios conhecidos. É o velho e famoso ‘toma lá da cá’.

A FATURA - Será cobrada pelos candidatos junto as empresas das grandes obras da Copa do Mundo, Olimpíadas, transposição do S. Francisco e ferrovias por exemplo. Não é difícil imaginar o volume de dinheiro só destes empreendimentos.

VEJA BEM - O correto seria que o Congresso tivesse avocado a responsabilidade para discutir e decidir esse nó que dura anos. Mas os políticos são apadrinhados de empresas interessadíssimas em prestar serviços na administração pública. Já viu né...

PESQUISAS - Como interpretá-las? A mais recente delas mostra o Governo Dilma em alta. Mas também aponta reprovação nas áreas da saúde (72%), educação (58%) e segurança (7º%). Com tanta insatisfação como justificar tal aprovação?

EXPLICO -  Primeiro, o brasileiro é bonzinho, cúmplice. Segundo, essas pesquisas sucedem aos anúncios de concessão de benefícios sociais através de programas de TV, passando a sensação de que se o quadro não está bom, vai melhorar.

CONTRADIÇÃO - O eleitor reclama da inflação, estradas ruins, corrupção, saúde, baixo crescimento do PIB e ensino fraco. Mas a aprovação de quem é chefe e responsável continua crescendo. Mas a fraca oposição também é culpada.

INCONSISTENTE - Procuro e não acho postura e propostas convincentes da oposição. O PSDB, por exemplo, é ‘made in Suécia’: não eleva o tom de voz, não se faz entender através de mensagens simples, de fácil alcance para a maioria do povo.

SURDOS/MUDOS - Falta sintonia entre o alto clero da oposição - deputados estaduais e vereadores. Aqui, na AL e Câmaras, as críticas ao Planalto são raras, tímidas. Não há indignação e eloquência. É como se vivessemos no ‘país das maravilhas’.

MENSALÃO - Nem ele, nem a frase ‘tamo junto’ do Lula e a reação de alguns petistas derrubaram a avaliação do Governo Dilma. Na outra ponta os tucanos, temendo talvez o ‘Mensalão Mineiro’ não exploraram como deveriam esse episódio.


APRENDIZES - A oposição, precisa voltar a história e aprender com Carlos Lacerda e Juarez Távora. Exemplo: como o tucano Azambuja vai radicalizar contra o Planalto se é paparicado (esvaziado) pelo PT? Essa é nossa oposição entre aspas.

O JOGO - Imaginava-se que políticos oposicionistas daqui tirassem proveito da questão das demarcatórias com discurso contundente. Foram pífios. E desse jeito fica mesmo difícil mesmo dar sustentação a candidatura de Aécio.

OPOSIÇÃO - Só crescerá se a crise chegar à geladeira e ao bolso do brasileiro. Pode ser que novas manifestações na Copa ocorram, mas o Governo já trabalha para evitá-las ou esvaziá-las. Fora disso tudo caminha para a reeleição de Dilma.

ENTENDA - O Brasil é um oceano de oportunidades de negócios em todas as áreas. Tudo ainda está por fazer e dispõe de um patrimônio fabuloso de recursos naturais. Isso atrai investidores que geram empregos e lucros. É a salvação da lavoura.

CONCEITO - A questão moral é relativa na política. Aos olhos da maioria, o Mensalão é apenas mais um caso, com a diferença de que foi descoberto. Mas o brasileiro não pensa no coletivo, apenas no bem estar pessoal. Eis a grande ‘diferença’.

DESCONTENTAMENTO - Existe até entre o pessoal do ‘Bolsa Família’. Um vídeo na internet mostra uma beneficiaria reclamando de seu valor, “ que não dava para comprar nem a calça de R$300,00 para a filha adolescente.” Onde chegamos!!!

NO FINAL - Prevalecerão aquelas justificativas para se votar na Dilma: “Melhor pingar do que secar . Político é tudo igual. Agora tenho minha casa. Com meu cartão mobiliei minha casa. Podia ser pior. Comprei até um carro.” E assim vai...

ALTO E FORTE -  Delcídio apostou na reabilitação política de João Grandão com sua nomeação para o MDA. O ex-aliado de Zeca ficou poderoso distribuindo maquinários e caminhões e tentará a AL em 2014. Hoje é carne-unha com o senador.

A PROPÓSITO  - O fato mostra o crescimento e trânsito de Delcídio no PT em setores tidos como radicais. Zeca caiu de personagem para coadjuvante e Pedro Kemp, sem outra opção, já não torce o nariz como antigamente. E assim vai...

DESGASTE - É preciso separar o vitorioso empresário no ramo da educação da figura de articulador político. Daí que a atuação de Pedro Chaves ao lado de Bernal não lhe rende qualquer benefício político. As vozes críticas são cada vez mais fortes.

AINDA BEM  - Entre a ameaça de desemprego de metalúrgicos e a proteção à vida, o Governo andou bem ao obrigar o freio ABS e o airbarg nos veículos já em 2014. Dilma ignorou eventuais prejuízos eleitorais e decidiu corajosamente.

ABRÃO SLAVUTZKY -  “No fim de ano é bom sonhar com palavras e cultivar o jardim do espírito. Um jardim espirituoso estimula o humor, nos mantém humanos, renova as energias vitais para suportar as oscilações. BOAS FESTAS!
“Acreditar que não acreditamos em nada é crer na crença da descrença”. (Millôr)

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O Governo da presidenta Dilma Rousseff, está de parabéns! Os aeroportos regionais vão revolucionar a logística no país, é obvio que são vários avanços, no entanto custa a direita brasileira e os veículos de comunicação tradicional digerir tamanho feito.
 
Raphaell Monteiro em 25/12/2013 21:19:05
"Agora tenho minha casa. Com meu cartão mobiliei minha casa. A geladeira está cheia, tem até frutas para as crianças Comprei até um carro.” Isso é o que o povo brasileiro sempre quis e só foi ter no governo do PT. Não adianta querer tirar os méritos do Lula e da Dilma, que será reeleita com sobras, porque o PSDB tem um candidato fraco, um playboy que só tem sobrenome. E aí ficam essas viúvas da direita bocejando suas raivas pela web.
 
Paula Coimbra em 20/12/2013 16:55:58
Não sei o porquê não foi sitado o nome do administrador estadual, que, como sempre, no final de mandato, estar "resolvendo" todos os problemas do Estado, mesmo aqueles que serão pago ou executados por outros mandatários...
 
Gilberto dos Santos em 20/12/2013 13:44:26
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