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    com Manoel Afonso


08/12/2012 11:12

Royalties

Manoel Afonso

ROYALTIES A articulação das bancadas estaduais com a presidência do Congresso (Sarney) para apreciação imediata dos vetos presidenciais passa por Moka e Wellington Dias (PT-PI). Ambos se destacam pela postura ousada e necessária.

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JUDICIALIZAÇÃO? Caso os vetos sejam derrubados, os Estados produtores deverão recorrer ao STF. Mas teremos uma nova situação: os Estados não produtores estarão em vantagem até para renegociar com o Planalto, se for o caso.

ESTRATÉGIA O Planalto estaria articulando uma ‘homenagem’ à Sarney, tirando-o do comando do Congresso para ocupar a presidência da república por alguns dias. Com isso os Estados não produtores perderiam força. Tudo é possível.

É JUSTO só Estados produtores usufruírem? Onde fica o espírito federacionista do país? O caso de MS é grave: a União nos pune com a Lei Khandir, juros altíssimos da nossa dívida e não libera as prometidas emendas parlamentares.

O QUADRO Segundo o deputado Arroyo, 15% da arrecadação vai para pagar a dívida com a União. São R$ 2 milhões por dia e só em 2011 o MS pagou R$ 695 milhões. Depois de quitar a ‘folha’, sobra muito pouco para os investimentos.

ENGESSADOS Não são poucos os municípios endividados com a Previdência Social, o que dificultará o resgate das promessas de palanque. Para piorar janeiro é mês chuvoso e de recuperação da frota do transporte escolar. Já viu né...

AZAMBUJA Teria confidenciado sua satisfação com Delcídio por estar cumprindo os compromissos de campanha da capital. Sinais de que possam caminhar juntos em 2014? Isso vai depender muito mais de ‘Brasília’ do que deles próprios.

INCOERÊNCIA? O eleitor tem complexo de que os políticos querem lhe colocar uma bolinha vermelha no nariz. Quando isso ocorre costuma reagir. Com PSDB e PT se enfrentando pela presidência, como admiti-los parceiros no MS?

CENÁRIO Muita conversa fiada e gente viajando na maionese na análise da sucessão estadual. Separar a sucessão nacional das guerras das ‘províncias’ é impor camisa de força nas reações naturais do eleitor, que costuma ‘virar o arreio’.

‘ENTRE NÓS’ André e Delcídio tem ‘tocado viola’ juntos em Brasília. Além do mais Dilma antecipou a conversa com o PMDB para a reeleição. São detalhes que vão pesar e ajudar na colagem desta parceria, com as bençãos de Zeca inclusive.

‘A VIAGEM’ Há quem utilize a velha metáfora do ‘caminhão de melâncias’ para acomodar interesses de outros políticos como Nelsinho e Simone principalmente. Não se pode esquecer: imprevistos acontecem e mudam o curso da história.

COMPETÊNCIA Os legisladores nem sempre conhecem os limites de suas atribuições e invadem áreas exclusivas do Executivo. Questão de assessoria? Aí a pratica de vetos da Governadoria a projetos aprovadas pela AL tem sido rotineira.

BOAS INTENÇÕES Às vezes colidem com a Constituição inclusive. Aí insisto aos vereadores e deputados; leiam/interpretem as legislações afins ao exercício do mandato. Evita saia justa, constrangimento e desperdício do precioso tempo.

MANDATO Alguns parlamentares optam pela combatividade/preparo, deixando a marca na memória do eleitor. Outros evitam a polêmica/confronto, preferindo temas leves (amenidades) que quase nada acrescentam ao parlamento.

QUESTIONO Não deveria o deputado ou o vereador ter sua pauta para cada sessão? Seu eleitor pode estar assistindo sua passividade e letargia! Aparecer nas fotos tiradas em plenário não é tudo. Às vezes pode passar imagem de falso labor.

FOLCLORE: Velha, mas oportuna a citação do caso do deputado que um belo dia ‘deu o ar da graça’ pedindo a palavra na Câmara Federal. Para decepção dos colegas surpresos, apenas solicitou que as cortinas do fossem abaixadas.

BALANÇO Ao final de cada ano o eleitor deveria ser premiado com a prestação de contas do trabalho de seu vereador, deputado e senador. Uma forma barata de garantir o voto na próxima eleição. Mas eu pergunto: quem deles faz isso?

‘VOZ DO BRASIL’ Através dela o eleitor do interior acompanha o trabalho de seu representante. Uma ferramenta excelente, apesar de criticada. Lembro bem: Figueiró e Rachid Derzi tinham seus nomes citados regularmente. Funcionou.

MUDANÇAS Apesar da maior presença da mídia, a relação do eleitor com o político mudou, mais distante, impessoal. O eleitor ficou cético e o político perdeu a áurea de antes. Essa mudança de postura não é fruto do acaso. Efeito de causa.

RUI FALCÃO Diz que a mídia é monopolizada e o Judiciário conservador. Ora! É a imprensa livre que tem tornado público fatos graves, agindo como um agente vigilante da sociedade, fazendo a ligação dela com o Judiciário e M. Público.

O PRESIDENTE do PT, ressentido pelas penas no Mensalão, ‘ignorou’ a nota alta de avaliação que o brasileiro faz do STF. Pela vez primeira ficamos com o gostinho de satisfação pela atuação da justiça , segundo as pesquisas.

CASO ROSE Lula mais uma vez saiu de fininho e viajou. Só volta às vésperas do Natal. Até lá prepara sua estratégia de defesa e deve optar por comentar a atuação do Corinthians no Japão. É o campeão em se esquivar. Nada cola nele.
‘Quando não se sabe o que fazer, melhor não fazer nada.’ (D. João VI)

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Sendo o colunista um defensor do estado de direito, deveria saber que é inconstitucional a redistribuição pois trata-se de contratos vigentes. Os novos e futuros serão com distribuição mais equilibrada. Porém, o populismo de governadores e deputados afoitos de todas as regiões querem os recursos. Que se entenda bem: sou favorável à distribuição mais equitativa, mas contratos devem ser respeitados.
 
José Freitas em 13/12/2012 23:17:57
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